Lopes Narrando Ela está aqui, em cima de mim, cavalgando com tudo que tinha. Rebolava, gemia, colocava a mão no próprio clitórïs e se estimulava enquanto apertava a b****a no meu paü. Linda. Gostosa. Dando o melhor dela. E eu até tentei, mas eu tava longe. Muito longe. Quando ela segurou meu paü pra colocar a camisinha, não foi a mão dela que eu vi. Foi a da Carol. Só assim eu consegui ficar duro. Só pensando nela. Na morena de tranças. Na filha do inimigo. Pensei em tirar a mão da Adriana. Pensei em mandar ela embora. Mas meu corpo tava pilhado. Adrenalina no talo. Raiva do meu pai. Raiva de mim. Raiva do mundo. Eu precisava descarregar. Precisava botar pra fora tudo que tava preso. Ela continuava. Gemia feito p**a. Dava o melhor show. Mas eu não tava ali. Lembrei das palavras do

