Cap. 4- Onde ela está?

633 Palavras
Ricardo Martinelli Para minha sorte, não demoro muito para chegar no apartamento da minha diaba loira. Subo os três lances de escada, o mais rápido possível. - Já não aguento mais esperar. - Pois preciso estar dentro dela. Chego em frente a sua porta e bato, aguardo algum tempo de nada. Bato novamente, prestando atenção de escuto algum barulho de dentro, mais nada. - Onde será que ela se meteu? - Cadê você, Diaba Loira? Como última tentativa de obter resposta, ligo para o seu celular. Na esperança do toque, acabar entregando essa marrenta escondida. - Mais nada de toque. - Apenas o silêncio. - Cadê você Bianca?... Já devia ter chegado aqui. Já com a preocupação tomando conta de mim, desço os lances de escada e vou em busca de informações, com o segurança. - E tudo que soube me dizer, é que ela saiu faz horas é não voltou ainda. Isso não está certo, ela já deveria ter chegado aqui. Tento novamente o celular, já não sei o que pensar. - Atende sua diaba... - Droga... será que aconteceu alguma coisa? Ela saiu de dentro da boate nervosa, será que a louca sofreu algum acidente? Voltou para o meu carro, sem saber o que fazer, sei que não irei conseguir voltar para casa. Sem ter a certeza, que ela está bem, que esta segura. - Não confundam isso, com sentimentalismo. - Mas desde que percebi, que ela não está em seu apartamento. - E me dei conta, que poderia ter acontecido algo. - Fiquei realmente preocupado com ela, sei que nós não nos damos bem. - Mas não desejo o m*l dela. Decido dar uma volta pela cidade, enquanto continuo tentando ligar em seu celular. - O que aconteceu??? - Não posso colocar minha equipe para rastrear ela, isso é insano. - Mas também não posso, continuar a procura as cegas pela cidade. - Ela pode estar, em qualquer lugar. - Droga, não era assim que desejava terminar minha noite. (...) Estava voltando para seu apartamento, depois de rodar por alguns bairros da cidade. Quando meu celular começou a tocar, e um frio corre a minha espinha. - O merda, quem será? Já passam das duas da madrugada, e só pode ser problema, para o telefone tocar esse horário. - Martinelli falando. Do outro lado da linha, e possível escutar muitas vozes e som de sirenes. - Martinelli. - Aqui é o delegado Andrew Mackenzie ... desculpa o horário. - Mas precisamos dos seus serviços, aqui na praça do centro. - Tenho em minha, frente uma jovem que teve a sua vida arrancada... - Sei que sua empresa, já trabalhou em parceria outras vezes com o departamento de Polícia. - E preciso de sua ajuda, para solucionar esse caso. Tudo que escutei, foi que uma jovem foi assassinada, freio o carro bruscamente e por instantes, me esqueço de como se respira. - Martinelli... Escuto o delegado me chamando, do outro lado da linha. - Me descreva por favor, como é a jovem? É tudo que consigo dizer, por Deus que não seja a minha Diaba. - Martinelli, ela aparenta ter menos de 30 anos. - Jovem, loira, estatura média... Já não escuto mais nada do que ele fala, ligo meu carro já dando a ré nele. Tento novamente ligar para Bianca, na esperança dela atender o telefone, mas malditamente toca até cair a ligação. - Que você esteja bem minha marrenta... É tudo que eu peço, que você esteja bem. Corro para local do homicídio, com o coração apertado. Sem conseguir entender, por quê temo tanto pela vida de Bianca. Ela se empreguino em minha cabeça, de uma certa forma. E agora estou desesperado... temendo que algo, possa ter acontecido a ela... - Que não seja ela.... que não seja ela...
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