Dessa vez, quando acordei estava nos braços do Rafa. Ele estava acordado, e passada os dedos, levemente pelas minhas costas, ignorar logo pela manhã as ondas elétricas que se esse carinho lançava no meu corpo, era uma tarefa muito complicada. Assim que percebeu que acordei, deu um beijo no topo da minha cabeça. - Bom dia Dorminhoca. - Que horas são? - Perguntei ainda sem levantar. Estava tão bom ali que eu poderia ficar assim para sempre. - Já é quase meio-dia. Tenho uma reunião daqui a pouco. - Então é melhor levantar. - Fiz menção de levantar e ele me empurrou de volta para cama, abraçando-me em seguida. - Não, só mais dez minutinhos, aqui tá tão bom... Sorri, quem sou para negar mais dez minutinhos nos seus braços? Sou a droga de uma masoquista, por isso não faço o mínimo moviment

