— Não te ensinaram a bater?! A primeira coisa que me escapa quando dou mais alguns passos para trás, só para garantir. — Vejo que você está bem. O homem sorri levemente torto e, sem qualquer constrangimento, caminha propositalmente na minha direção. — Estou. A propósito... Quero falar sobre o atrevimento dele e que não se pode entrar na casa de outra pessoa sem pedir. E também quero mencionar a sua falta educação. Mas não tenho tempo para fazer nada, porque o homem chega ao meu lado tão rapidamente que as palavras ficam presas na minha garganta. — Quantas vezes eu já disse que a sua língua não vai te levar a nada de bom! Onde estava a sua cabeça quando você decidiu irritar aquele jovem bastardo sozinha?! — Eu poderia me defender! Ian não iria... — Então eu deveria ter esperado até que

