A minha boca se enche de sabor. Uma poderosa onda de calor queima tudo na parte inferior do meu abdômen. Quero reduzir a minha reação ao álcool. Ma*lditos coquetéis. É tão conveniente se livrar de todas as responsabilidades e não se preocupar com nada. Mas eu não posso fazer isso. Agora avalio sobriamente toda a situação. O meu cérebro não está confuso, o meu cérebro está bem e funcionando. A minha calcinha fica molhada de excitação, não posso atribuir isso ao álcool, posso? — E quem enlouqueceu aqui? Sussurro durante aquele pequeno intervalo em que ele me dá alguns segundos para respirar. A minha m*aldita língua funciona como se lhe tivesse sido prometido um bônus se o cara ficasse bravo. É por isso que não tenho controle do que sai da minha boca. — Você não aprende nada com os seus e

