Theodoro tirou o seu celular do bolso do casaco, saindo do grupinho com qual conversava e indo para um pequeno corredor.
-- Alô.
-- Garoto.
E Theodoro teve que sorrir, mas estava feliz que Bubba Ray Máximo não pudesse ver.
-- Olá , tio Bob.
-- Você está bem?
-- Está perguntando isso para mim?
-- Eu fiz uma pergunta, garoto.
Theodoro sufocou uma risada.
-- Estou bem, tio.
-- Sua tia Janie estava preocupada com você, e tudo.
Théo tinha que admitir que seu coração se aquecia ao ver o quanto sua família se importava. Já fazia mais de três semanas desde que o corpo de Buck Máximo fora encontrado. O rumor era que seus dois filhos -- Já que Buck havia desaparecido -- tinham se voltado contra ele. Eles até haviam se gabado disso, tentando impedir que Buck havia desaparecido. -- Tinham se voltado contra ele. Eles até haviam se gabado disso, tentando impedir que sua alcateia se desmanchase. Talvez na esperança de abrir caminho até uma das outras alcatéias Máximos. Mas Theodoro sabia a verdade, ouvira-a de Kyle, que a ouvira de um parente residente no topo das arvores no Jinhae.
Fora as fêmeas que haviam posto um fim na vida de Buck Máximo. Algumas Reed, umas poucas Lewis, e as Máximos em peso. Todas as lobas. Quando ficaram sabendo o que Buck tentará fazer com Arthur, elas caíram sobre ele como a uma ira de Deus. Era a única coisa que metamorfos não aceitavam dos machos, e se as lobas não tivessem cuidado disso pessoalmente, as outras raças o fariam. O que levaria a zombaria... E as lobas odiavam ser alvo de zombaria.
Ele deveria sentir algo pela morte do pai, e sentia culpado por não sentir, mas Buck Máximo havia colhido o que plantara. No fim, tudo o que importava a Theodoro era que sua mãe nunca mais teria a mão daquele homem em seu pescoço novamente, e Arthur jamais teria que se preocupar com a volta dele. Embora tivesse a impressão de que Arthur estava um pouco desapontado com isso.
-- Bem, Diga a tia Janie estou bem.
-- certo, muito bom. Se precisar de alguma coisa, é só ligar.
-- Tudo bem, tenha uma boa noite.
-- Sim. -- E Bubba Ray Máximo desligou o telefone.
Depois de guardar o celular de volta no bolso Theodoro ajustou a gravata borboleta, e voltou para o baile de primavera da prefeitura. Era um sucesso, mas ele estava dolorosamente entediado. Feliz, mais entediado. Olhou para as portas envidraçada e viu um terno preto deslizar por ali.
-- Olá, Theodoro.
um longo braço envolveu seus ombros e ele sorriu:
-- Olá, Gail.
-- Precisa que agente distraia a multidão para você poder sair daqui?
-- Não... Já fiz meu discurso, conferir se a comida e bebida o suficiente, e deixei todos à vontade.
-- Então vai embora. Arthur está esperando você lá fora.
-- Obrigado, querido. -- Ele observou Gail por um momento. -- Seu terno lhe caiu muito bem.
-- Obrigado.
-- Acho que Gregório gostou dele também.
Gail piscou, parecendo levemente assustado.
-- Hein???
-- Ele está a noite toda olhando para você. Talvez queira pedir emprestado.
Ele soltou uma risada de alívio, antes de empurra lo para fora.
-- Vá! Ou vou entregar o a sua mãe.
-- Traidor.
Theodoro caminhou por entre os convidados até a porta, acenando para mãe antes de sair. O sorriso dela era imenso quando respondeu ao gesto e piscou, o braço ao redor da cintura de j**k, parecendo mais feliz do que nunca. Sabendo que Millie estava em boas mãos, ele saiu.
Viu Arthur apoiado contra uma árvore, completamente despreocupado com terno de grife, que ele custará 59.789.50 ₩. Como ele Arthur preferia estar usando jeans e camiseta. Corrigindo: Como ele, Arthur preferia estar nu. Foi em direção, mas parou perto de um dos grandes arbusto que cercaram o salão de cristal.
-- O que vocês estão fazendo?
Seu irmão Kyle não teve alternativa a não ser sair de trás dos arbustos.
-- Nada...
-- É, verdade Craig? Não está acontecendo nada aí atrás?
-- Vá embora, Theodoro. -- a voz do Craig exigiu, de de trás dos arbustos.
-- Tem certeza de que não precisa de ajuda?
-- Theodoroooo! -- Ele repreendeu.
Kyle fez um gesto de cabeça que sinalizou sua irritação.
-- Você é mesmo um cretino.
-- Mas foi seu pai que perseguiu minha mãe.
Ele se aproximou de Arthur, maravilhado com a beleza dele a luz da lua. Beijou no rosto, o dedo contornando o nó celta que surgiram em seu braço uma manhã . Prova de que ele se tornará poderoso campeão da deusa. Não significava muito para ele, mas Arthur estava radiante. E convencido também, para o aborrecimento profundo de seu primo.
-- Você esteve ótimo esta noite. -- Ele lhe disse.
-- Quem diria que seria o perfeito esposo de um político?
-- Morde sua língua.
-- Preferiria que você mordesse.
-- Diz isso, mas depois morde de volta. -- Ele fez beicinho. -- E eu sou tão delicado.
-- Claro, Claro...
O manobrista trouxe o carro de Theodoro e Arthur balançou ligeiramente a cabeça. Fizeram o mesmo gesto quando ele estacionaram na frente da casa.
-- Ainda não consigo acreditar que você tem um carro.
-- Claro que tenho! não sou nenhum selvagem.
-- Mas você nunca usa.
Ele deu de ombros.
-- Não estou correndo para lugar nenhum, e tudo que eu quero estar a distância de uma caminhada. -- Piscou para ele. -- Até você.
-- Mas é um Lamborghini!
-- Você não gosta?
-- Está brincando? -- Eles ficaram olhando para o carro até Arthur perguntar: -- Você preferiria voltar para casa andando não é?
Ele não podia mentir, então confirmou, Arthur fez uma carreta e Theodoro olhou para o garoto que contrataram para tomar conta do estacionamento. Um garoto bom e confiável, e filho de Gregório.
-- Quando houver terminado por aqui esta noite, Luke, acha que pode levar o carro de volta para minha casa?
Luke o encarou de olhos arregalados. Como seu pai, provavelmente se desenvolveria tarde. Tinha quase 17 anos, porém m*l chegará a 1,75 o que tornava um alvo para os outros rapazes, mas ele levava tudo muito bem e se continha. Se fosse mesmo como seu pai, acordaria em um dia com o dobro do tamanho e muito menos tolerância.
-- Tem certeza, tio Théo?
-- Claro. E não deixe Kyle tentar convencê-lo do contrário. Eu não deixo ele dirigir meu carro, nunca .
-- Tudo bem.
-- E sem amassados, nem evidência da presença de garotas no banco traseiro. -- Ele se aproximou e murmurou: -- Sem evidências. Sabe o que eu quero dizer?
-- Ah, meu Deus! -- Disparou Arthur. -- Podemos ir, por favor?
-- Tá vendo como ele é, Luke? Sempre tentando me pegar sozinho.
Arthur começou a se distanciar, mas ele pegou sua mão.
-- Ainda não mocinho. -- Abaixou na frente dele e tirou os sapatos italianos apertados. -- Você não andaria nenhum km antes de começar a reclamar dos seus pés.
-- Odeio esse sapato.
Théo segurou e sapatos na mão esquerda, e segurou a mão de Arthur com a direita. Eles caminhavam para casa devagar enquanto contemplaram a noite.
Arthur reclamou muito muito por ter que andar, mas Théo notou que ele começava a se habituar com as caminhadas. Fazia com que ele apreciasse o que possuía em vez de estar sempre ocupado, buscando o que ainda não tinha. E enquanto mais confortável ele ficava com tudo ao seu redor, menos sentia a necessidade de buscar cada vez mais poder . De algum modo, sem falar muito a esse respeito, Arthur encontrou o equilíbrio entre o que tinha e o que queria. E mais incrível... foi o equilíbrio conseguido que permitiu que mais poder florescer nele, naturalmente.
Ele não tinha certeza se Arth já perceberam aquilo: Ele as vezes podia ser um pouco obtuso quanto ao óbvio.
Ele o amava de qualquer jeito.
Arthur tornava seus dias mais brilhantes e suas noites... Inacreditáveis.
-- Vai lançar algum feitiço em breve, meu lindo?
Arthur riu, pendendo a cabeça para trás.
-- Você me pergunta isso toda noite.
-- Só estou tentando ajudar...
-- Ah, claro.
-- Amanhã é domingo. -- Ele o relembrou, sem necessidade. -- Estou presumindo que vamos dormir até mais tarde.
-- você presume demais. Eu pensei que devíamos acordar às 6 horas, para aproveitar o dia logo cedo.
Theodoro parou, forçando Arthur a parar também.
-- Diga que está brincando?
-- Eu não falei nada que devíamos chegar a sair da cama ou colocar alguma roupa para encarar o dia. -- Com a mão dele ainda presa na sua, Arthur se aproximou, pressionando o corpo perfeito contra o dele. -- Eu preferia ficar nela, do jeito que estivermos.
-- Isso está muito mais do meu gosto, meu lindo. -- Ele beijou o rosto de Arthur, esfregando o nariz contra o dele. -- Acordar cedo amanhã só assim.
-- Para ficar na cama a manhã toda? -- Arthur suspirou.
-- Pode pensar em algo melhor?
Arthur encaixou os dedos em torno do rosto dele e o repreendeu suave:
-- Pela primeira vez... Não, não consigo pensar em nada melhor.
Fim!