Eles haviam partido, todos incluindo os moradores e Os invasores, concentraram os seus olhos em Buck.
Ele não estava diferente. Não tinha chifres, nem cauda pontuda. Ainda respirava, embora coberto de machucados.
Sabendo que todos esperavam por ele, Theodoro cuidadosamente se adiantou. Abaixou-se, tentando ver algo diferente... Qualquer coisa diferente no velho s****o. Algo que provasse que Arthur se vingará.
Mas quanto mais olhava, menos via. Até seus olhos encherem de água e ele dá um pulo de susto, espirrando repetidas vezes para tentar expulsar aquele odor de suas narinas.
-- Que foi? -- Kyle Perguntou, transformando se de volta em humano. -- O que houve de errado?
Theodoro também voltou a forma humana, como a maioria dos presentes, e observou Buck acordar, a cabeça servindo do chão devagar.
Incapaz de se conter, ele riu só um pouquinho.
-- Pior que a morte! -- Ele repetiu.
Kyle balançou a cabeça.
-- Do que está falando?
Theodoro apontou para o pai.
-- Arthur o tornou... Arthur o deixou totalmente humano! j**k contornou kyle, encarando Buck com uma expressão bem próxima do horror absoluto.
-- Isso é impossível!
-- Não para ele. -- Disse Theodoro. -- Não aqui.
Buck o encarou, com marcas das garras de Rico cobrindo seu rosto.
-- É um engano. Você está enganado.
-- Eu sei o que estou farejando, velho. agora você nada mais é do que um humano normal. Ele o tornou um humano. -- E Arthur estava certo. Para os metamorfos, a despeito de que raça fossem, ser um humano normal Era muito pior que a morte. Era a própria morte.
Especialmente para alguém como Buck. Alguém cuja própria essência estava emaranhada na força e poder que retirava do lobo dentro dele.
Buck fechou os olhos, e eles observaram-no lutar para fazer o que fazia com tanta facilidade desde a adolescência. Tornar-se um lobo.
Mas nada aconteceu.
-- Não vai durar. -- Buck murmurou, desesperado.
-- Está chegando a duradouro. -- j**k sorriu, desdenhoso.
-- Ele pegou você, Buck. -- Completou Theodoro, afastando-se dele assim como todos, inclusive os filhos.
Buck os criara para serem sempre leais ao mais forte da alcateia. Um humano normal nunca seria o mais forte.
A menos que fosse um como Arthur... E Arthur pertencia a Theodoro.
-- Ele pegou você. -- Ele tornou a dizer, dessa vez, seus vizinhos. Todos riram. E ele sabia que isso era muito pior para Buck. Theodoro deu as costas para o pai, algo que dez minutos antes nem pensaria em fazer, e saiu.
-- Não me de as costas, moleque!
Contudo, foi o que Theodoro fez, e rindo. Não olhou para traz nem uma vez.
Craig encontrou Kyle e Theodoro do lado de fora da casa do prefeito. Assim que os viu, ele falou:
-- Não acredito que está seja sua casa!
Kyle voltou a forma humana e o encarou.
-- Pode se concentrar, por favor?
-- É incrível! Porque nunca deu uma festa aqui?
Sorrindo, Theodoro beijou-lhe o rosto.
-- Obrigado, querido. Como ele está?
-- Dormindo. O que Arthur fez... Exigiu muito dele.
-- Ele vai ficar bem?
Craig sorriu.
-- certamente! Só precisa descansar.
Gail e kaleb saíram da casa, Gabriel ainda nos braços de Gail, roncando contra o ombro dele.
-- Do mesmo jeito que este aqui.
-- Buck quebrou a mandíbula de arthur. -- Kaleb explicou, a mão pousada no ombro de Theodoro ao vê-lo encolher-se ao ouvir aquilo.
Ele já sabia, mais ainda doía ouvir. Doía saber o quanto ele havia sofrido. Simplesmente nunca lhe ocorrerá que seu pai fosse chegar tão longe.
-- Ele já está curado. -- Kaleb prosseguiu. -- Gabriel fez um trabalho fantástico. -- Piscou para ele e sussurrou:
-- Mas não diga a ele que falei isso. Eu nunca mais teria sossego.
-- Certifique-se de que Arthur coma quando acordar. -- Recomendou Gail, enquanto Kyle tirava Suga de seus braços.
-- Pode deixar.
-- Achei seu celular, e programei o meu número nele. Qualquer coisa, é só me liga. Tudo bem?
-- Ligarei, pode ficar tranquilo. Obrigada a todos vocês.
Gail deu-lhe soco de brincadeira no ombro; antes de dizer a kyle:
-- Você pode nos levar de volta até a floresta?
-- Pra quê?
-- Precisamos limpar alguns... -- Ele olhou para Theodoro. -- Restos calcinados. Nada com que se preocupar.
Seguiram até o jeep vermelho de Craig e Kyle olhou para trás, para Theodoro, antes de seguir os com Gabriel ainda em seus braços.
-- Que restos calcinados? -- Kyle Perguntou para Gail. -- E o quê diabos Isso quer dizer?
-- Você vai ficar bem? -- Craig indagou a Theodoro.
-- Vou ficar ótimo. Ele queria Arthur o tempo todo, não é isso, em?
-- Não acho. Creio que ele pensou que Wanda e seu círculo, Aurora mais clara. -- E ele rolou os olhos de desgosto pelo nome. -- Pudessem nos derrotar. Digo, elas não eram fracas. Bloquearam sua presença, e a identidade de Wanda por muito mais tempo do que a maioria conseguiria. Usar o patchouli Foi bastante esperto. Arthur odeia tanto aquele cheiro, que estava sempre ocupado demais tentando fugir dele, em vez de se concentrar na energia. Mas quando Wanda não teve força suficiente para lutar com ele, acho que interesse de Buck se deslocou.
-- Você está certo. Ele sempre gostou de fêmeas e machos fortes, mas eles geralmente acabavam tentando mata-lo. durante o sono.
Craig riu e bateu em seu ombro.
-- Não se preocupe com o Arthur. Ele vai ficar bem. Só assegure-se de que ele durma e se alimente, na ordem que preferir.
-- Tudo bem.
-- E Theodoro... -- Craig respirou fundo. -- O que ele fez a Buck... Não é algo com que vocês tem que se preocupar. Ele não pode sair por aí arrebentando o DNA de todo mundo.
-- Não não precisa me explicar isso, meu bem.
-- Acho que não quero todo mundo com medo dele, pensando que se ele ficar furioso vou receber o troco errado ou levar uma trombada, ele vai fazer isso.
-- Não se preocupe. Vou garantir que todos compreendam.
-- Tudo bem.
-- Agora você vai para casa, e deixe Kyle reclamado aqueles machucadinhos ridículos que ele conseguiu.
-- Vocês dois não tem jeito. -- Ele provocou, ficando na pontas 2 pés para lhe dar um beijo no rosto.
Theodoro o olhou sair e ir sentar-se no banco do passageiro. Assim que o chip estava na direção da estrada, ele abriu a porta e entrou em sua casa.
Arthur estava na cama dele, o melhor lugar para ele, e dormindo pesado. Ele pensou em tomar um banho primeiro, mas precisava toca-lo, abraçá-lo, tem certeza de que ele estava bem.
Deitou ao lado dele, que fez pequenos sons ainda dormindo. Ele o acalmou, passando as mãos pelo cabelo sedoso e pelo corpo esguio enquanto se ajeitava atrás dele encaixando seu corpo ao de Arthur. Ele segurou-lhe a mão entrei suas, suspirou e voltou a dormir tranquilo.
Theodoro beijou-o na testa, agradeceu a qualquer poder superior que tivesse ajudado nas últimas horas, e caiu no sono.
Theodoro acordou quando não conseguia mas ignorar o sol bater em seu rosto. Sua mãe tinha razão, ele precisava de cortinas para o d***o com estética.
Arthur estava confortavelmente abraçado a ele, mas ainda dormindo pesado. Assegurando-se de não acordá-lo, ele sai do lado de Arthur, sentindo o corpo reclamar perda de calor. no entanto, não queria que ele encontrasse sujo e coberto de sangue ao despertar. Arthur merecia coisa melhor. Então foi ao banheiro, em silêncio tomar banho rápido, com planos para um café da manhã na cama antes de conversar sobre o futuro.
Ele estava lavando o cabelo, decidindo entre panquecas ou waffer, ou os dois, quando a porta do boxe abriu, batendo na parede. O som fez gira rápido, pronto para lutar, até ver Arthur ali em pé... Encarando-o.
-- Arth?...
O olhar dele foi da cabeça aos pés de Theodoro, depois voltou para o seu rosto, devagar. Ele, por instinto, deu um passo para trás .
-- Arthur?...
Passou a língua nos lábios entrou no boxe. A água caiu sobre ele, que usou as duas mãos para tirar o cabelo da testa.
-- Você está bem?
-- Sim. -- Arthur desviou olhar para virilha dele, descaradamente. O m****o já se enrijecia, sem nenhuma ordem dele. -- Sinto-me ótimo.
-- Tem... Tem certeza? Você parece um pouco estranho.
Ele se aproximou mais, e Theodoro percebeu que estava encurralado contra a parede do boxe.
-- Quando... -- Ele lamber os lábios de novo, soltando fôlego de um jeito longo e profundo. -- Quando se usa a quantidade de poder que eu usei a noite passada, há alguns... Efeitos colaterais. Lembra-se? Nós conversamos sobre efeito colaterais.
-- Certo, Gabriel fica furioso, e você fica...
-- "e******o!!!"
-- e******o???
Arthur apoiou as mãos na parede atrás dele em se inclinou em sua direção, farejando e soltando gemido.
-- Sim... Geralmente eu mesmo cuido disso, com uma hora ou seis, com meu vibrador.
Ele pigarreou, querendo confirmar o que ouvia.
-- Seis???
-- Sim. O problema é que ele está lá em casa e você... Ah! Meu Deus! Você cheira tão bem...
-- Mas... -- Theodoro parou, pigarreando para conseguir tempo, e tentar novamente. -- Mas nós devíamos conversar.
-- Conversar? -- Ele o fitou, sério. -- Eu não quero falar: QUERO f********r! -- Estendeu a mão, envolvendo a ereção de Theodoro em seus dedos.
Que sentiu os joelhos fraquejar. Um pouco mais, e ele desistiria completamente.
Com dedos suaves, Arthur acariciou devagar.
-- Você não quer f********r comigo, Theodoro?
Ele assentiu.
-- Sim...
-- Muito?
-- Muito... -- Ele pigarreou outra vez, fechando os olhos ao mesmo tempo que tentava se concentrar.
-- Mas precisamos conversar.
-- Sobre o quê?
Ofegante ele disse:
-- Sobre... Ah... Nós.
-- O que, exatamente, sobre nós?
-- Não me lembro.
Arthur sorriu, o sorriso mais doce que ele já vira.
-- Então conversamos Quando você lembrar.
-- Mas. -- Ele disse rapidamente, o cérebro se esforçando para focar-se em algo que não fosse a mão ensistente de Arthur em sua masculinidade. -- Você passou por muita coisa ontem à noite. Eu devia estar cuidando de você, mimando, mostrando como sou sensível... -- Ah! Diabos! O que era aquele curvinha que ele fazia com a mão?
-- Namjoon. -- Jin ronronou, -- Eu quero que você cuide de mim, faça mimos, mostre o que é sensível e toda essa baboseira que as pessoas precisam. às vezes eu também preciso. Mas nesse momento, tudo que eu preciso é f********r com você. Dê preferência, várias vezes, e bem forte. Acha que pode me ajudar com nisso?
-- Tem... -- Deus, isso é bom. -- Certeza?
Arthur deslizou a língua pelo mamilo de Theodoro, enquanto com o polegar afagava a cabeça sensível de seu m****o.
-- Tenho. -- Arthur o encarou com aqueles olhos brilhantes. -- Muita, Muita certeza!
Theodoro deu de ombros.
-- Nesse caso... Então está bem.
Arthur estivera forçando a situação, exigindo dele o que queria e precisava. Tinha que saber agora se Theodoro suportaria esse seu lado. Acontecia sempre que ele usava aquele nível de poder, tal quantidade de energia. Por causa do que havia feito no dia anterior, a necessidade de sono já era antes. Outras vezes era comida, e algumas vezes tudo que precisava era f********r. dessa vez, porém precisava das três coisas, mas seu corpo dizem que ordem. Primeiro dormir, depois f********r e depois comer.
ele tinha certeza de que não seria tão fácil. Suas necessidades vorazes após lançar um feitiço de um assustado mais de um homem. todos diziam que queriam um homem insaciável... até conseguir um. De repente, sentiam se esmagados. Ele era muito carente, e como alguém podia esperar que ele vivessem desse jeito? Se Theodoro não pudesse lidar com isso, Arthur precisava saber. Isso faria terminar tudo? De jeito nenhum! Amava ele ponto porém teria que rearranjar usar agenda, certificando de que o freezer sempre tivesse muita comida pronta e manter sua entrega mensal de pilha para os seus vibradores. Não cairia no mesmos erros que cometeram com seu ex-marido. Ainda mais sentindo o que sentia por Theodoro.
Arthur o amava tanto que doía. E não se arriscaria perder isso porque ele não aguentava... Theodoro ou levantou, virou e encostou contra parede ponto com uma só investida estava dentro dele, fazendo ou gritar enquanto o penetrava, aprendendo no lugar com a força de seu seu corpo e seu m****o. Ele era insaciável, sua boca encontrando a dele, a língua atacando, as mãos apertando a pele macia com força. Era demais, e mesmo assim não era o bastante . As pernas de Arthur se fechar ao redor da cintura de Theodoro, os calcanhares afundando no quadril dele, segurando se forte em seus ombros quando atingiu o ápice sentindo prazer rolar por sua espinha e reverbera por todo seu corpo. Theodoro chegou ao clímax logo em seguida, ou corpo estremecendo enquanto se derramava dentro dele, a boca pressionando a lateral do pescoço de Arthur. Perder a noção do tempo que ficaram ali, segurando um no outro.
Finalmente Theodoro estendeu a mão e desligou o chuveiro. Ainda com ele em seus braços, ele saiu do chuveiro e voltou para o quarto. A cada passo dado, Arthur sentia que ainda não tinha acabado. Precisava demais a melhor parte? Não foi necessário dizer nada. Theodoro parou ao lado da cama, deitando ali. Quando ele sentiu a maciez dos lençóis em suas costas, ele já recomeçou, penetrando mais uma vez.
qualquer preocupação com modos de superar as dificuldades impostas após lançar um feitiço voaram de sua cabeça, quando subitamente lhe ocorreu Que nada seria insaciável quanto ele, tão exigente quanto Arthur. E dava prazer na mesma medida em que tomava. Arthur não teria pedido tanto, ou esperado receber tanto da sorte não pode conter um sorriso ao perceber isso, Theodoro sem perder um lance, disse:
-- Veja só esse sorriso! Diga-me O que eu preciso fazer, meu lindo para manter o sorrindo assim todos os dias.
Arthur rio, abraçando apertado.
-- Bem... Isso que está fazendo. Funciona!
Dormiram durante quase toda tarde, exaustos até os ossos. Mas quando Theodoro acordou, estava sozinho e não gostou disso. desceu até o primeiro andar e ouvindo o barulho do mar, fui até a cozinha. A porta de correr estava aberta, ou que lhe possibilita ver as ondas, mas ele m*l olhou para lá com toda a comida que cobria a mesa da cozinha.
-- Eu vim aqui. -- Falou Arthur. -- E achei as coisas assim.
-- Claro que sim. -- Ele pegou um dos pratos descartáveis deixado ali e começou a se servir de hambúrguer com queijo que alguém trouxera.
-- Nós cuidamos um dos outros por aqui. E todos sabemos que você estaria cansado demais para cozinhar para mim .
Arthur se apoiou no batente da porta de correr. Estava vestido apenas com um lençol amarrado na cintura, e Deus era testemunha de que não precisava de mais nada.
-- Agora eu cozinho para você?
-- Se você me ama...
Ele deixou a frase por terminar, à espera da resposta dele. Como Arthur não falou nada, ele colocou a comida no prato e foi até ele.
-- Você me ama, sim. Já falou isso.
Arthur desviou o olhar e Theodoro fez sua melhor expressão de filhote sem dono.
-- Você não me ama?
-- Isso é uma carinha de dar dó.
Ele fez um beijinho esticando o lábio inferior até o limite, e Arthur riu, pressionando o corpo contra o dele.
-- Diga que me ama, meu lindo!
-- Claro que eu amo você.
Ele beijou sua boca sorridente e o puxou até a mesa da cozinha. Sentou com ele no colo, estendeu a mão para o prato de comida.
-- Vai ser impossível comermos tudo isso. -- Arthur disse.
-- Fale por você, ianque.
-- Eu vou ter que fazer alguma coisa, agora?
Theodoro parou, com o garfo na frente da boca.
-- Como é?
-- Digo... Por toda essa comida. Eu devo mandar dinheiro a eles? Aparar o gramado? Servi de babá?
ele devolveu a comida no prato, certo de que não conseguiria comer tão cedo. Passou as mãos pelos braços dele.
-- A única coisa que você vai ter que fazer é fazer uma torta quando a mãe de alguém morrer ou assar um bolo pelo aniversário de alguém. E o fará porque é uma coisa gentil, e por saber que quando precisar de algo, sempre haverá alguém para ajudar. É como as coisas funcionam por aqui. Você vai se acostumar.
-- Vou ter que começar a ser menos sarcástico? Ou zombeteiro?
-- Ninguém está esperando de você mais do que você está disposto a fazer, meu lindo. fique na tortas e bolos, não zumbe dos mortos nos funerais deles e pare de atirar nas hienas em seu território. -- Porque todos sabemos que você tem feito isso. Tudo vai ficar bem.
Ele sentiu, depois riu.
-- Mas se a hienas estiverem ilegalmente em minha propriedade...
-- Arthur...
-- Tudo bem, está certo!
-- Obrigado. -- Theodoro beijo no ombro e estendeu a mão para o prato, mais Arthur aprendeu o pulso.
-- Ah, não!
-- Homem, eu estou faminto!
-- Não vai comer Nem um pouquinho, enquanto não disser.
-- Certo. Você é leve como uma pluma.
Arthur deu uma cotovelada no peito dele.
-- Aí!
-- Diga!
Ele riu enquanto esfregava lugar atingido.
-- Eu te amo!
-- E?...
Ele sorriu.
-- E você é leve como uma pluma.
Escancarou um sorriso.
-- Muito obrigado. -- Arthur acrescentou: -- Depois que você comer.
-- Dormir mais um pouco? Ou voltar a brincar de mão boba.
-- Estou querendo saber para onde vai nossa relação.
-- Ah, isso é fácil. Enquanto você estiver trabalhando Vou começar a trazer suas coisas para cá. Você nem vai notar a princípio, e quando o fizer, já vai estar tudo aqui. Toda noite você vai falar sobre voltar para sua casa, mas não fará nada. E um dia vai acordar comigo ao seu lado, e perceber que já se passaram 30 anos, e imaginar como teve sorte de eu estar na sua vida tanto tempo.
-- Então eu tinha razão? Uma noite, e agora estamos irremediavelmente presos?
-- Sim. Mas você teve sorte de conseguir a mim... E Rico. -- O sorriso dele aumentou. E foi este momento que o pássaro escolheu para voar pela porta aberta e pousar no ombro de Theodoro, com as garras se enfiando na carne dele, a cabeça voltando para ele.
-- Ótimo! -- Ele mentiu. -- Porque eu amo mesmo seu pássaro.
Arthur levantou o prato de comida e o segurou para que o guisado alado pudesse comer um hambúrguer com queijo de Theodoro.
-- E eu posso ver que Rico também ama você. -- Arthur riu.