capítulo:16

3375 Palavras
A maioria dos habitantes da cidade tinham comparecido, os que não estavam ali eram quase todas as fêmeas ursos -- incluindo pardos, Polares negros -- que tinha ficado para proteger o filhote, crianças e os metamorfos mais velhos. Se a luta terminasse m*l para a cidade, não haveria dúvida de que as ursas não deixariam nada acontecer as crianças. Sua força e poder fariam falta na briga, mas importava mais tê-las protegendo a descendência de todos. Kyle ficou de um lado de Theodoro e j**k no outro, Katie perto de j**k e Gregório logo atrás deles. O xerife ficou de pé, farejou o ar, depois caiu de volta com uma pancada s***a, fazendo o chão tremer sobre seus pés. Ele os sentirá. Theodoro soube disso no momento que Gregório passou por eles e foi para a ponte, em direção a clareira. A meio caminho, começou a correr e a cidade toda o seguir. Ele m*l tinha chegado a clareira quando a alcatéia de Buck surgiu por um três árvores. Rosnando e expondo As presas, já sentindo o sabor da matança, Theodoro liderou o ataque. Arthur apagou o fogo da panela de ensopado e levantou a tampa. Theodoro já tinha ido fazer algum tempo, ele estava tentando não ficar preocupado. Ficava dizendo assim mesmo que não arriscaria sua alma e seu poder para correr afim de resgatá-lo. principalmente por não saber se ele precisava mesmo de sua ajuda. Então era assim, sentisse apaixonado? Pânico, náusea e um leve senso de desastre. Ótimo! Estaria melhor sendo policial em Bangkok. Ouviu a porta lateral se abrir e soltou fôlego que estiverem conscientemente prendendo. -- Chegou na hora certa. -- Arthur disse, ainda sem querer demostrar quanto temerá por ele. -- O ensopado acaba de ficar pronto. Arthur virou-se, e teve apenas um segundo para notar o pelo vindo em sua direção. Então mais ou menos de 100 kg o derrubou, batendo suas costas contra a pia, a cabeça colidindo com aço inoxidável. Theodoro arrancou a perna de alguém e jogou para Dale Sahara, que é mastigou antes de partir para outra vítima. Algo está errado. Theodoro parou, chocoalhando-se para tirar o sangue que havia espirrado em seus olhos e analisou o campo de batalha sua frente seu irmão também sentiu mesmo. Algo estava errado. Ele observou um dos seus meio irmãos ser lançado pela clareira por um t**a de Theodoro eu fui quando percebeu. Onde estava Buck.??? Arthur sabia que havia desmaiado, porque em um segundo estava olhando para baixo, para o fogão, e agora estava no chão, olhando para ele lá de cima. Sua cabeça latejava, a mente estava confusa. Um rosto surgiu a sua frente me encarando-o. -- Aí está você! -- alguém disse. -- Estava me preocupando se o tinha acertado com força demais. Não queria fazer isso. Ele o analisou. -- Você vai ficar bem. Vou pegar uma almofada para apoiar sua cabeça. Aquele i****a do meu garoto deve ter um monte de almofadas. Buck passou por Arthur e saiu da cozinha. Incerto quanto é o que fazer, mas sabendo que não podia ficar ali deitado, Arthur obrigou-se a se levantar. Não foi fácil: Tudo ao seu redor girava, e ele não conseguia se concentrar. Se pelo menos não tivesse sido a cabeça... Qualquer outro dano e conseguiria suportar. ingresso quebrado, costelas trincadas, uma facada nas costa, com tiro no pescoço. Ficaria grato se fosse qualquer desses ferimentos, desde que não m***r de uma vez, porque assim somente poderia fazer o que fazer de melhor. Invocar o poder que possuía e usá-lo para controlar a situação. Apostava que deixar eu tonto e confuso não foram ideia de Buck, mas daquela vagabunda...Wan... Alguma coisa. A sem vergonha provavelmente disseram para fazer aquilo. Agora, tudo que ele conseguia fazer a tropeçar para fora da casa e longe daquele rosto. Como era mesmo o nome dele? Arthur não sabia onde estava indo, embora a árvore que via a sua frente lhe aparecesse familiar. Só sabia que eu tinha que ir embora. Mas queria dormir. Queria tanto dormir... Luther o atingiu por trás, e Theodoro se livrou dele. não tinha tempo nem paciência para lutar com um dos filhos de Buck. Queria o próprio. Luther se levantou, avançando contra ele novamente. Theodoro o golpeou no focinho, fazendo--o voar e deu mais uma olhada em torno. Algo estava errado. Buck já tinha perdido alguma luta na vida? Especialmente uma que ele se certificara em armar? Arthur ouviu um ganido e o olhou para irmã caçula.Ela o observava com atenção, os olhos dourados cheios de preocupação. Ela inclinou a cabeça indicando Luther, que estava avançando para Theodoro novamente. O olha de Katie o seguiu, depois examinou a área, os olhos felinos se estreitando. Theodoro uivou e gesticulou com a cabeça. Ela concordou e saiu correndo. Se Buck estava na cidade, Katie o encontraria. Era a melhor rastreadora que eles possuiam. Ele observou a irmã disparar pela clareira até chegar às árvores do outro lado. E então foi atingido pelas costas por um dos três meio-irmãos. Arthur tropeçou nas árvores, tentando clarear a visão.Tudo estava esfumaçado, fora do foco. Com esforço, ele continuou a se mover, não podia parar. contudo, mesmo esse pensamento em mente, percebeu que Buck estava bem atras dele. Arthur se voltou no exato momento em que ele jogou-se em cima dele. Seu corpo instintivamente se abaixou,de modo que ele possou por cima sem atingi-lo. No mesmo instante, Buck se transformou de animal em humano, e girou para encará-lo. -- Agora me escute, seu vadio. -- Ele disse, indo na direção dele. -- Estou tentando fazer com que seja bom para você. Mas se continuar correndo, se lutar comigo, vou toma-lo aqui mesmo e possui-lo de uma maneira que você jamais esquecerá. E acredite em mim, garoto: vou me certificar de que não goste da experiência. Arthur não fazia a menor ideia do que ele estava falando. Sua cabeça doía. Estava sonolento, e os pássaros estavam cantando alto demais. Será que cantavam sempre naquele volume? Ele estava a sua frente agora. -- Dê-me o que quero, garoto e eu lhe darei qualquer coisa que você queira. Juntos vamos dominar as alcatéias; depois dominaremos tudo! Uma oferta. Buck estava lhe oferecendo poder. A mão dele vem em sua direção, para acariciar sua face. Ele tomou os dedos dele nos seus e torceu-lhe o braço, em quanto tava o seu pé de apoio.Buck gritou, e Arthur se virou com as costas contra o peito dele. Nesta posição, desferiu uma cotovelada em seu pescoço. Ele tropeçou para trás. Arthur voltou-se novamente, dando-lhe um soco no rosto. Buck caiu de joelhos e Arthur saiu andando trôpego. Olhou para suas mãos; estavam com sangue. Quando aconteceu isso? Céus, Será que estou sangrando? Será que tem que de ir a um hospital? Continuou a andar. Uma parte dele sentia que devia correr, mas não entendi o motivo. Então, prosseguiu andando mais rápido, passando por galhos caídos e contornando enormes carvalhos e pinheiros. seria muito bom se soubesse para onde estava indo. Theodoro e Kyle lutaram contra os filhos de Buck, empurrado-os para trás até que mais alguns do bando adversário vieram ajuda-los. Nao pareceu estranho a Theodoro esta combatendo lobos. -- companheiros, parceiros de sangue.-- Com um felino ao seu lado. Kyle sempre fora mas irmão para ele do que qualquer dos filhos de Buck. Podiam discutir, especialmente por causa do último pedaço de torta da mãe na ceia de ação de Graças, mas ele confiava no felino. Kyle era da família. E sempre seria. Ele jogou Luther longe mais uma vez, porém não foi atrás dele. Em vez disso, recuou e olhou para cima.Os corvos estavam reclamando insistentemente da luta. Estavam fazendo todo tipo de barulho. Kyle se transformou e olhou para o céu: -- O que diabos esta havendo? Theodoro bem que gostaria de saber. Arthur parou. Uma felina encarava de modo estranho. As presas dela eram esquisitas. Ela é esquisita. Ou talvez fosse sua cabeça que estava confusa, Arthur pensou. Tudo ao seu redor girava e sua dor de cabeça estava piorando. ainda assim, precisava por aquela felina para correr. -- Xô! Xô, fora! Ele vai m***r você, vai embora, XÔ! Algo grande e forte o atingiu vindo de trás, derrubando-o no chão. Arthur tentou se proteger com as mãos durante a queda, mas agora Buck estava sobre ele, virando-o de frente. -- Podemos fazer isso do jeito que você quiser, garoto. Até assim. Ele deu-lhe um soco, atingindo-o na mandíbula. Os olhos dele baixaram de fúria. Então, ele devolveu o golpe. Arthur sentiu algo se partirem sua boca. Parecia que seus dentes não se encaixavam mais. A dor ou fez gritar, porém ele não conseguia mais abrir a boca. - Muito melhor. -- Ele resmungou. Sentou-se sobre os calcanhares, observando-o . -- Isso vai mantê-lo quieto até terminarmos. Até que eu tenha feito s**o com voce e o marcado como meu. -- Passou a mão pelo próprio queixo, dando um sorrisinho. -- Aquele m*****s do meu filho não aguenta um homem como você. -- Sorriu. -- Eu sim. Ao dizer isso, ele foi atacado pela estranha felina preta, que lançou-se sobre ele agarrando seu pescoço e sua cabeça com as garras. Rosnando Buck golpeou a felina , jogando-a longe. Ela bateu contra uma árvore, mas caiu de pé e transformou-se em humana. -- Arthur fuja! Arthur forçou-se a sair dali correndo. Podia sentir e sorri enquanto ele fazia sua dolorosa fuga. -- Agora, aonde é que pensa que você vai, querido? nós dois sabemos que você precisa de alguém como eu. Theodoro não aguardou o retorno da irmã para sair. Porém, quanto mais se aproximava da cidade, mais alto ficava o som dos pássaros. Parou e voltou-se percebendo que Kyle, Gregório, j**k e metade da cidade o seguiam. Olhou para o caminho que deveria seguir ir agora já completamente tomado pelos corvos. Eles giravam como um furacão bloqueando a passagem. Também haviam tomado o caminho para o norte e o Sul, deixando apenas o leste, que levava mais para dentro da floresta em direção ao mar. Tem outra escolha a não ser confiar nos pássaros, Theodoro foi naquela direção, torcendo pelo melhor. Arthur podia ouvir a luta entre felino e o lobo. Podia discernir que a gata estava em desvantagem. Era menor do que o lobo, embora fosse mais rápida, ele tinha anos de experiências a seu favor. Arthur alcançou que estava procurando, um grande garoto estava caído por ali. Fechou os olhos e se levantou. A dor em sua mandíbula quase o fez desmaiar de novo. Quis balançar a cabeça, mas o menor movimento fez lágrimas cair pelo seu rosto. Ele se voltou, seguindo na direção da felina e do lobo. Esperou até que ele tivesse derrubado a gata de costas, então eu ergueu o galho acima da cabeça. Estava mirando na cabeça dele, mas a meio caminho, o galho parou o. Ele o sacudiu. Mais o galho não se mexeu; logo o sentiu sair de suas mãos. Girou, e viu que havia mais três atacantes. Mais três como aquele que o agarrara. O que havia pego o galho o segurou pela nuca. -- Papai. -- Ele disse.-- É melhor irmos logo. Um bando deles se acovardou de repente e fugiu. -- Não. -- Buck segurava a felina, agora em forma humana, enquanto ela tentava desesperadamente se soltar. -- Vou terminar isso aqui. Assim que ele estiver marcado, eles não poderão fazer nada. Agarrou a felina pelo pescoço e se levantou. -- Tire um pouco da ferocidade desta aqui.-- Ele disse, jogando a felina para aquele que prendia o Arthur. -- Use-na como quiserem, enquanto dou um jeito no outro. Ele pegou Arthur pelos cabelos, empurrando para a frente. -- Vamos logo acabar com isso, querido. Deus sabe que esperei muito por você. -- Papai? Rosnando, Buck parou e encarou filho. viu que os outros dois filhos haviam recuado, os olhos arregalados e que o primeiro largará felina. Ela sibilou, as costas arqueadas. -- O que diabos esta acontecendo? -- PAPAIIIII? -- O outro repetiu. Então começou a gritar. Gritava, enquanto é as chamas engolfavam. Ele caiu no chão e começou a rolar, tentando apagar o fogo. Quatro homens surgiram por trás do rapaz que estava em chamas. Eles olharam a cena, sem dizer nada. Foi então que avistaram Arthur. Assim que foi visto pelos homens do seu círculo, sua dor de cabeça sumiu, sua mente clareou. Agora estava consciente de quem era, o que era, e o quê Buck estivera tentando fazer. Ele olhou para Buck ele soltou, dando um passo para trás. Porém já era demais para recuar. Arthur levantou a mão, girou os dedos e no mesmo instante Buck alcançou voo. Theodoro m*l tinha passado a linha das Árvores, entrando na clareira onde salvara Arthur das hienas voadoras, quando algo foi disparado do outro lado. Ele parou, os olhos arregalados, enquanto Buck vinha tropeçando logo atrás. Dois dos filhos dele o seguiam, correndo como se o d***o tivesse atrás deles. Pararam ao lado de Buck, e olharam para Buck e os outros. Dos dois lados de Theodoro, surgiu o restante da alcatéia. Foi um momento de total silêncio. Ninguém se movia, nem para adiantar-se nem para recuar. Ele sentia que todos esperavam por algo, mas não sabia o quê. Theodoro viu Arthur sair da clareira, sendo auxiliado pelo primo. Seu braço estava sobre o pescoço de Gail , e ele estava coberto de sujeira e ferimentos. mesmo de onde ele estava, do outro lado da clareira, podia ver o tamanho do sofrimento que ele suportava. O rosto dele parecia estranho, inchado... Quebrado. ele sentiu o calor, depois frio. Seu corpo começou a estremecer, e tudo ficou vermelho. Viu quando sua irmã Caçula saiu correndo das árvores, o corpo coberto de marcas de garras e presas. Ela apontou para Buck e gritou: -- Foi ele , Theodoro! Buck fez isso com Arthur , foi Buck! Buck de pé, em forma de lobo e encarou seu primogênito. Desafio, mas nem precisava se incomodar. Estava tudo terminado. Theodoro disparou pela clareira na direção de Buck, com sua família e vizinhos atrás de si, consciente de que nada o impediria de m***r o velho bastardo. Arthur e o seu círculo de bruxos passaram pela batalha que se desenrolava. Ninguém se aproximou deles, e ninguém tentou impedi-los. Ele se apoiava no primo, o braço forte de Gail ao redor de sua cintura. Chegar ao círculo que ele criara vários dias antes, quando tudo era tão simples, e Gail o ajudou a se ajoelhar no meio deles. Gabriel se ajoelhou na frente de Arthur, os olhos lacrimejando. -- Ah! MEU DEUS, Arthur! O QUE ELE FEZ COM VOCÊ? Arthur pegou as mãos trêmulas de Gabriel e as colocou no rosto inchado, combatendo a vontade de se encolher antes aquele simples toque. -- Vai doer.-- Gabriel avisou, entre soluços. -- Vai doer muito, mesmo. Mais do que já dói agora. Arthur manteve as mãos do bruxo no lugar, e com os olhos, implorou. Não ligava para quantidade de dor. Havia coisas piores. Mas a dor o estava distraído, impedindo de fazer o que tinha que ser feito. Balançando a cabeça, Gabriel disse: -- Aguente firme, Arthur. -- Ele olhou para os outros bruxos. -- Vou precisar de vocês também.Deem-me tudo o que puderem, não tudo o que possui. Entenderam? Eles anuíram esse mover a redor dos dois, fazendo um círculo de mão dadas. Fora dele, o combate continuava. Era como se eles estivessem dentro de uma redoma, protegidos. E estavam de certo modo. Suas Deusas os protegiam, permitindo-lhes continuar com o trabalho. Gabriel fechou os olhos e concentrou toda sua energia em Arthur, os outros fazendo o mesmo. Enquanto eles trabalhavam, Arthur olhou para batalha ao redor deles. Observou Theodoro lutando com o pai. Dois machos avançaram na direção de Theodoro, derrubando-o . Tentaram ataca-lo com suas presas e garras. Percebeu quando Buck se concentrou nele. Arthur ficou tenso, não por causa da dor que o dominava,mas por não poder interroper a magia de Gabriel para lutar contra Buck. Se parasse a cura agora, arruinaria seu rosto para sempre. Tempo demais para andar por ai com o maxilar travado, sem abrir nem fechar. Buck tambem sabia disso . Arthur podia ver nos olhos dele e entender, pois ele não se afastou de onde estava. Lentamente ele inclinou o corpo e lançou se para dentro do círculo onde Arthur estava. Ele já estava em cima de Arthur e Gabriel, faltavam apenas alguns metros para alcança los, quando um alvoroço de penas caiu sobre ele. As garras de Rico rasgaram o rosto dele, procurando seus olhos. Theodoro se afastou dos dois lobos que o seguravam, jogando os no chão antes de disparar para Buck e brutalmente derruba lo. Kyle juntou se a ele, concentrando no quadril do velho lobo. Arthur ficou grato por aquilo, por não ter de interromper o que seu círculo de bruços estava fazendo. Ficou grato mesmo quando a dor cresceu ainda mais tornando-se insuportável. Nada iria impedir Theodoro agora nada o impediria de m***r o lobo que merecia morrer. Se Buck tivesse simplesmente tentado mata lo para tornar macho alfa da alcatéia de Damyang , ele seria capaz de perdoar. Seria capaz de ir embora e deixar seu pai fugir para lamber as feridas e tentar novamente em outra ocasião. Como fizeram a vida inteira. Mas Buck Máximo ultrapassar a único limite que qualquer metamorfo que se prezase jamais ultrapassaria.havia algumas décadas que a casamentos forçados vinham acontecendo com certa frequência. Porém não era o que seu pai tentar a fazer. Theodoro sabia disso,pois conhecia Buck. Sabia até onde o pai iria para tomar posse de Arthur. Ele permitiria que a sua alcatéia lutasse até a morte em seu nome, enquanto usava a batalha para manter o primogênito ocupado para poder estuprar o homem do filho e marcar logo com seu. Saber a dor que Arthur suportaria, o medo que ele deveria estar sentindo. Apenas por isso O pai já merecia morrer, e Theodoro seria seu executor. Entretanto, posicionar As presas ao redor do pescoço dele, quando ouviu: -- Theodoro não faça isso! Mantendo Buck cativo Ele olhou para cima e viu Arthur de pé diante dele. Seu rosto já não estava inchado, seus hematomas e corte quase haviam desaparecido. -- NÃO! -- Ele disse novamente. Rosnando, ele enfiou as presas mais fundo, mordeu com mais força sentindo gosto de sangue. Como Arthur podia estar querendo que ele parasse? Como podia querer livrar Buck Máximo , depois do que ele tentara fazer? -- Lembre-se Theodoro: há alguns limites que você não pode ultrapassar. se o fizer não havera volta. De esse passo e se tornara como seu pai. Eu te amo demais para permitir isso aconteça. Theodoro o encarou com seriedade. Viu a verdade nas palavras dele, no modo como olhava. Na maneira como sorria para ele. -- Por favor Theodoro. Foi estranho, ou jeito como toda luta apareceu congelar. Todos recuaram e ficaram observando... À espera Com um maneio de cabeça para kyle, Theodoro E seu irmão também se afastaram de Buck. E como os demais também esperaram. Arthur se ajoelhou lado do corpo ferido de Buck. Passou as mãos nos pelo dele e Kyle olhou para Theodoro, provavelmente pensando o mesmo que ele: O que diabos Arthur está fazendo? Arthur colocou uma das mãos sobre Buck e a outra no chão, os dedos se afundando na terra. Fechou os olhos, a testa franzida em concentração os bruxos estavam logo atrás dele. Gabriel agora sendo apoiado por Gail .o pobrezinho parecia estar prestes a cair desmaiado surgiu uma luz no chão, girando ao redor de Arthur, cobrindo dos pés à cabeça. Ele arfou e jogou a cabeça para trás. O ar estava ao redor deles, e raios caíram do céu. Arthur se separou bruscamente de Buck, o corpo tremendo. Kaleb e Craig o seguraram, apoiando enquanto Theodoro olhava para o pai. Ele ainda estava caído, inconsciente, mas tinha se transformado em humano. Com o corpo tremendo como se tivesse congelado, Arthur disse por entre dentes. -- É melhor assim, meu bem. Pior que a morte. Juro a você. Sem nada mais a dizer os bruxos saíram, um apoiando nos outros.
Leitura gratuita para novos usuários
Digitalize para baixar o aplicativo
Facebookexpand_more
  • author-avatar
    Escritor
  • chap_listÍndice
  • likeADICIONAR