capítulo:15

3599 Palavras
Arthu sentou se em seu sofá com os pés sobre a mesinha de centro, Rico dormindo na caixa onde guardava seus livros de referência, um bom episódio de lei e ordem: special victins unir na televisão e um belo e grande prato de macarrão para melhorar seu humor. A noite estava silenciosa. Não havia nada à sua espera quando chegou em casa. Nenhum grito, nem pancadas, nem portas batendo. E tudo por causa do Theodoro. Theodoro. Ele imaginou o quanto ele estaria correndo, agora que descobrirá onde ele iria. Deveria se sentir culpado. Deveria sentir alguma coisa. Mas além de um vago aborrecimento por ter de tomar outro banho, lavar o cabelo e também as roupas para se livrar do maldito fedor de patchouli, não havia nada. Era devido a isso o seu mau humor: porque não sentia nenhum remorso pelo que fizeram, e sabia que se deveria sentir . Ou não? Mas se preocuparia com esse detalhe no dia seguinte. Não naquela noite. Naquela noite, iria comer seu delicioso macarrão, assistir ir onde seus programas favoritos, e relaxar totalmente só... Arthur indireitou no sofá quando ouviu a porta da frente se abrir e fechar. que estranho! Ele é via trancado aquela porta. após alguns instantes, o lobo entrou em sua sala. Ele soube que era Theodoro pela argola dourada em sua orelha, mas tinha impressão de que o reconheceria sem ela também. Ele passeou pela sala, a cauda peluda balançando, e subiu no sofá. Aproximou se dele, empurrando a lateral do seu corpo. Então se transformou em humano. Arthur não imaginava o motivo dele estar ali. Enquanto estiveram na cozinha do hotel, empacotando sangue e o cabelo de Wanda para uso futuro. -- Apenas se fosse necessário, Claro. -- Seus convidados metamorfos haviam entrada e saída pela porta sem dizer a ele ou a Gail uma palavra. Arthur e o primo tinha trocado olhares rapidamente, ambos pensando a mesma coisa: quanto tempo até que nos peçam para irmos embora? Mas ninguém falou nada. Para quê? E agora, ali estava Theodoro, olhando para o seu macarrão de jeito bastante possessivo. -- Farrejei comida. -- Ele se inclinou sobre o prato. -- Diabos, mas isso está com cheiro ótimo! -- Desculpe-me. Só fiz o bastante para um prato. -- Sem problema. -- Ele pegou garfo da mão de Arthur e o prato do seu colo. -- Podemos dividir. -- E começou a comer. -- Você não devia estar lá fora com sua alcatéia... Matando alguma coisa? -- Eles podem caçar sozinhos. -- Theodoro respondeu com a boca cheia. -- Ou ir para o McDonald's. Não precisão de carne fresca toda noite. -- Entendo. Antes que se passasse muito tempo, o garfo já estava raspando o fundo do prato, e aqueles olhos de cor estranha encararam sob os cílios dispersos. -- Acabei com seu macarrão. -- É acabou. -- Tem certeza de que não tem mais? -- Está perguntando por mim ou por você? -- Pelos dois. Eu ainda estou faminto. -- Que pena, porque só tinha isso. -- Ele colocou o prato sobre a mesinha e se ajeitou junto a Arthur. -- Buck se foi. -- Por enquanto. Mas ele vai voltar. Arthur ouviu sorri pelo canto do olho. -- Nós sabemos. -- Vai voltar para pegar você. -- Arthur queria que Theodoro entendesse como isso era r**m. Precisava que ele compreendesse. O pensamento de algo acontecendo a ele... -- E você também. -- Ele murmurou, despreocupado. -- Creio que agora ele odeia a nós dois. Arthur respirou fundo, devagar. -- Eu devia ter agido de outro jeito? Theodoro fez um gesto negativo de cabeça. -- Não. Precisávamos descobrir até onde ele iria. Agora sabemos. -- E você sabe até onde eu vou. -- Isso devia me incomodar? -- Incomodar? -- Você protegeu minha mãe, esta cidade e seu círculo. É tudo o que eu quero. -- Estou cansado, meu lindo. Vamos dormir um pouco. Podemos discutir os prós e os contras de moleta as entranhas de alguém amanhã. Não esta noite . Arthur aceitou a mão oferecida e deixou que ele o guiasse até seu quarto. Theodoro se enfiou e debaixo das cobertas arrastando o consigo, envolvendo em seus braços, enfiando a perna dobrada entre as coxas dele, e apoiando a cabeça de Arthur em seu peito. Ele caiu no sono alguns instantes depois sabendo que tudo havia mudado... Para ele. Theodoro deslizou para fora da cama antes que Arthur acordasse, foi para casa dos pais. Sua mãe tinha saído para fazer compras logo cedo, mas seu padrasto estava ali. -- O o que há de errado com você? -- j**k Perguntou. -- Eu o amo. Jack suspirou e rolou os olhos. -- Eu sabia! Assim que ele enfiou o braço naquela mulher que girou os órgãos dela como se tivesse apertando melões para saber se estava maduros, eu soube que você ia ficar com Arthur. Porque Deus não nos livre de você conseguir uma boa menina, como a sua mãe. -- Mamãe gosta dele. -- Porque sua mãe é um doce. Ela encontra motivos para gostar de todo mundo. -- Arthur diz que não quer ficar preso. Que não quer passar por isso de novo. -- Ele viu j**k sorrir. -- Sua mãe me fez esse mesmo discurso na noite em que a convidei para sair. -- E você ficou com ela, apesar de meus sinceros esforços em contrário. -- Você era um pestinha. -- j**k resmungou, balançando a cabeça, mas Theodoro sabia que ele dizia isso como um elogio. -- Então me diga o que fazer. Diga-me como posso ficar com Arthur e mantê-lo para mim? -- Bem... Deus sabe que você não tem charme. -- Ou o seu perturbador olhar felino. Jack deu um pequeno rodinado, mostrando as presas, antes de completar: -- Mas vou ajudá-lo. Porque qualquer homem ou mulher louco bastante, e forte o suficiente, para enfrentar Buck Máximo e viver para contar história, definitivamente é um achado. Arthur foi agarrado é arrastado até o salão de beleza local onde nunca foi, pois sabia que eles jamais conseguiria lidar com seu cabelo ou o do seu primo. E lá, a sua espera, estavam seus bruxos, Katie, Millie e a Sra. Gwen, que arrastar a para lá. -- Mas será possível que você seja tão e******o? -- Gwen parou, irritada. Uma mulher adorável. Exceto quando ficava assustada ou ouvia sons irritantes. -- É possível, já que não sei do que estão falando. Foi quando Katie partiu para cima dele, e Millie teve que contê-la. -- Docinho. -- Millie disse para Arthur. -- compreendemos que esteja um pouco... Confuso. -- Eu estou? -- Está tudo bem. Gwen e eu já passamos por isso. Craig também. Agora é a sua vez. Precisando de ajuda, Ele olhou para os seus bruxos, mas estes estavam tão ocupado dando risadinhas de escárnio; que não seriam úteis. -- Talvez pudessem me dizer claramente qual é o assunto. -- Se dissermos. -- Explicou Millie, exasperada. -- Será Como se lê disséssemos o que fazer. Não sabemos se é o que você quer. Tomando fôlego, Arthur disse: -- Mas se eu não entendo por que estão me perguntando... -- Qual é o seu problema? -- exigiu saber Katie, por trás de Millie. Arthur encarou a irmã de Theodoro por um momento e murmurou: -- Dentinho... -- Ah! -- Katie tentou passar pela mãe. -- Deixe-me bater nele um pouquinho, mamãe. Aí ele vai entender! Gwen foi rápida e segurou Katie pelo r**o de cavalo e a puxou de volta. -- Bater nele não vai ajudar, se ele é burro assim. Todos olharam para Arthur esperando. E ele continuava sem saber do que eles estavam falando. Seria o primeiro a admite-lo. Não compreendia conversas femininas. Filmes com uma porção de amigas juntas, falando sobre a vida e os homens, nunca haviam feito sentidos sobre ele, e acabava virando os olhos de desgosto ou dormindo até os créditos rolarem pela tela. De modo que sim, qualquer outra mulher podia saber do que as outras estavam falando, mas ele não, Arthur era homem e como tal. Não entendi a mulher nenhuma. estava prestes a sair, quando viu o xerife passando pela vitrine. Ele abriu a porta, agarrou seu antebraço enorme, e o arrastou para dentro. Tudo bem Não foi bem assim, ele tentou arrastá-lo Mas acabou em vez disso se inclinando tanto para trás, que parecia estar no meio de um furacão. Gregório apenas o encarou o. Aquela testa permanentemente franzida pareceu se enrugar ainda mais. -- O que está fazendo? -- Preciso de sua ajuda aqui! -- o que o fez entrar no salão, segurando para que não caísse para trás. Quando Arthur se endireitou, tirou os cabelos dos olhos e disse: -- Elas estão gritando comigo e eu não sei por Qual razão. Elas não me contam. Eu não sei porque. Estou começando a entrar em pânico... Mas isso, pelo menos eu sei que é por causa delas. Gregório olhou para as mulheres e homens no salão, os olhos demoraram se um pouco mais em Gail, depois voltou para Arthur deduziu: -- Provavelmente, seja sobre Theodoro. -- O que tem ele? -- Arthur perguntou com sinceridade, fazendo Katie se lançar para cima dele outra vez. Desta vez foi Gregório quem teve de conter a híbrida psicótica, com a mão segurando a pela testa enquanto ela tocava o ar tentando acertar Arth . se não fosse o alvo do ataque sono, ele estaria achando tudo muito hilário. -- Mas o que eu disse, agora? -- Arth indagou na defensiva. Gregório suspirou. -- Vocês complicam tudo. -- Ele resmungou para todos, antes de perguntar a Arthur. -- O que sente pelo Theodoro? -- Theodoro??? -- É Theodoro.o cachorro que anda dormindo na sua casa todas as noites na última semana. -- Isso é apenas da minha conta. -- Arthur esnobou. -- A menos que queira que eu solte a coleira dessa mocinha aqui. -- Ele indicou Katie com a cabeça. -- Acho melhor responder à minha pergunta. -- Tudo bem. Eu amo, está bem? -- Mas sentiu-se m*l por ver Millie e Gwen pareciam estar tão felizes. Então acrescentou: -- Mas não creio que ele sinta o mesmo por mim. Neste momento, O xerife teve que segurar katie pela cintura e levar lá para o outro lado da sala. -- Meu Deus! Como você é burro! -- Rosnou Katie. -- O yank mais burro por estas bandas. -- Katie, por favor! -- Millie chorou, antes de voltar a se concentrar em Arthur. -- Agora meu bem, o que o faz pensar que Theodoro p não está interessado em você? Ele devia mesmo contar a mãe dele que eles não faziam amor havia mais de uma semana? Que ele o tratava como um amigo desde que enfrentará Buck? Tinha a impressão de que talvez velo torturando uma mulher houvesse apagado qualquer sentimento de ordem s****l que Theodoro tivesse por ele, mas que havia um senso de lealdade por ter salvado sua mãe. Suponha que ele estivesse facilitando sua saída da vida dele, e como fora Arthur quem insistir em não se prender, não achava certo discutir. entretanto, tinha bastante certeza de que falar algo a respeito disso tudo para a mãe de Theodoro seria bastante inapropriado. E para aumentar essa certeza, Kaleb adiantou se e declarou: -- Momento embaraçoso, cena um. Ação! Arthur encarou o nerd e o observou-o pular para se esconder atrás de Gail depois de pigarrear, sem efeito, ele prosseguiu. -- Olhe, senhora Millie, eu agradeço... Gwen deu um tapinha no braço da amiga e comentou: -- Aposto que ele parou de f********r com ele. Gregório tomou um susto, espichando-se e quase batendo a cabeça no teto do beleza. -- OMMA!!! -- Quieto Gregório! -- Gwen ralhou. -- Foi isso, meu bem? Ele está dando "espaço" a você? -- E ela usou os dedos para fazer aspas no ar. Horrorizado com o rumo da conversa, Arthur respondeu: -- Na verdade, eu não pedi... -- Aposto que ele aprendeu com j**k. -- Gwen cantarolou para Millie. Millie os olhos. -- Deus , diga-me que o garoto não está aceitando conselhos amorosos daquele homem! Não me entenda m*l! -- Ela falou para Arthur. -- Eu amo j**k mais do que pensei ser possível, mas não estava dpreparada para outro homem minha vida depois de finalmente tirar Buck dela. -- O que, graças a Deus, j**k conseguiu perceber sozinho. -- Esses felinos espertinhos. -- Gracejou Millie, e as duas mulheres riram como colegiais. -- Agora, meu querido, isso é o que você vai fazer. Você irá até a casa de Theodoro e vai preparar um jantar. Algo reforçado que o deixará forte. Finja que precisa conversa com ele sobre alguma coisa, e ele vai pensar que é o momento certo para esclarecer tudo. Confie em mim, e não caia nessa. Conversa demais só atrapalha a relação. -- Ora, se isso não é uma verdade. -- Resmungou Gwen, soando muito parecida com o filho. -- E relaxado e confortável Depois do jantar, você o ataca! E faz amor com ele até deixá-lo desmaiado. -- Mamãe! -- Disparou Katie, as mãos sobre a boca totalmente sem ânimo para lutar. Gregório tirou o seu boné, passou as mãos pelo cabelo, e procurou uma saída de emergência. O círculo dos bruxos riu; obviamente, estavam se divertindo muito. -- Quieta Katie! -- Millie pegou o braço direito de Arthur, e Gwen o esquerdo, arrastando-o até a porta, que bateu na sineta quando a abriram. -- Vá pegue o que for precisar e esteja na casa dele as seis. Normalmente é por volta desse horário que ele volta do serviço. E faça o que eu falei. De trabalho. -- De trabalho como você nunca deu a um homem antes. -- Completou Gwen. -- Bastante. E com com força. -- Uh! -- Vá, pode ir agora. Não deixe meu garoto esperando. A vida é curta demais. Então fechar a porta na cara de Arthur. Theodoro tinha dado a Arthur muito espaço nos últimos dias. Bom, tanto espaço quanto podia. Toda manhã, ele caminhava até o hotel para tomar café com Arthur e os bruxos. Gail geralmente preparava os pratos quentes e Arthur os doces; Kyle e Katie sempre estavam por ali também, e aquilo ajudava Theodoro a se conter e não agarrar Arthur, fugindo dele. Depois do café, ele saía e trabalhava um pouco, ou passeava pela cidade para se certificar se havia algo o que precisa ser feito. Quando o sol se punha, caçar um pouco com sua alcateia e às vezes, com kyle, antes de ir para a casa de Arthur cear. Dormia lá todas as noites, mas não faziam s**o. Não ainda. Não até que ele encarasse a verdade a respeito deles, e percebesse que estava tão apaixonado por ele quanto ele estava por Arthur. Sabia que isso eu estava deixando maluco e uma certa área de seu corpo o perturbava no momento. Não que pudesse culpa-lo. A vontade de estar dentro de Arthur, o partia em pedaços. Mas ele resistia, pois sabia o que tinha que fazer, e também Por que seu padrasto lhe disse: -- Se quiser ficar com Arthur, vai ter de abrir mão dele por um tempo. E Theodoro compreendeu a lógica disso. Sabia que se possuísse na noite em que Buck tinha ido embora, ele desprezaria o ato pelo "calor do momento." E ele não queria que fosse assim. O que acontecerá entre Arthur e seu pai servirá para abrir os olhos. Arthur, porém era tão teimoso quanto ele. Em suma, ele se recusava a aceitar o fato estava loucamente apaixonado por Theodoro, e ele se recusava a ceder ao desejo ambos, por causa da recusa dele. Pelo menos Arthur poderia compreender como as coisas estavam diferentes agora? Não apenas entre eles, mas entre ele e a cidade? E por um simples motivo: Porque Arthur encararà Buck Máximo para proteger Millie. Isso era algo que seus vizinhos jamais esqueceriam. Era engraçado: Quando o conhecerá, sabia que a única preocupação de Arthur era proteger a si mesmo e a seu círculo de bruxos. Dez meses depois , porém toda cidade de Damyang tinha feito o que apenas os sulistas de verdade conseguiam fazer quando queriam: abriram seu caminho até o coração frio de Arthur, e fizeram dali o seu lar. Agora, ele protegeria todos hein Damyang, do modo como protegia seus bruxos. Será que percebia como estava "preso", e não somente a ele? Provavelmente não. Para um garoto esperto, ele podia ser bastante lerdo às vezes, em coisas bem óbvias. Mas seus bruxos haviam notado. O jeito como os homens batiam nos chapéus para eles, ou sorriam ao abrir a porta. A maneira como as mulheres começaram a fofocar com eles nos cafés, ou a passar suas receitas secretas de ensopados. Eles sabiam que algo havia mudado, mas Arthur ainda não. Tão lindo e burro como uma porta no que se dizia a respeito dos próprios sentimentos. Mas ele estava determinado a fazê-lo entender. Para ele era fácil, pois já tinha se resolvido sobre ele: Já sabia que o amava. Mas Deus ... Mas alguns dias assim ele estaria pronto para explodir. Simplesmente não tinha mais forças para resistir aos encantos de Arthur. Conversaria com ele naquela noite. Tinha que ser antes que aquela parte do seu corpo desce um jeito de enforcá-lo. Chegando em casa, seu celular tocou fazendo o parar. -- Alô, e o Theodoro. -- Garoto. Theodoro sorriu. -- Olá, tio Bob. Do que precisa? -- Eu não preciso de nada, você é quem precisa manter seus olhos abertos. Dizem que Buck está voltando para Damyang de com seu bando. -- Isso é estupidez. Cidade está preparada para enfrenta-lo. -- Bom. -- Bob tomou fôlego, depois continuou: -- E vou deixar isso bem claro para você, garoto: para que não haja m*l-entendidos mais tarde. Se ele voltar aí, se pisar em território Máximo... Sinta-se livre para acabar com ele, se chegar a esse ponto. Está me entendendo? Theodoro fechou os olhos e respondeu: -- Sim senhor. -- Sem joguinhos, sem culpa. O resto da família já concordou, e compreendi a situação. Ele não te deu opções, e algumas vezes precisa ser assim. Entendeu? -- Sim Senhor. A ligação terminou tão derrepente quanto havia começado, e Theodoro andou até sua casa assim que entrou, soube que Arthur já estava lá. Fui direto até a cozinha, já que podia sentir o cheiro de comida cozinhando, e o encontrou sentado na mesa lendo a revista e comendo a maçã cortada em pedacinhos. parou na porta por um momento imaginando quanto tempo ainda teria que esperar até ter essa visão todo dia ao voltar para casa. -- O cheiro está ótimo. -- Ensopadinho de carne. Muito melhor que o de Gail embora ele negue. -- Vocês dois... Parece cão e gato. -- É o que dizem. -- Ele largou a revista eu fitou nos olhos. -- Vai caçar esta noite? -- Não tenho nenhum plano para hoje. Porquê? -- Achei que talvez devêssemos... Conversar. Nesse instante, o telefone de Theodoro tocou outra vez. -- Diabos!!! -- Mas atendeu. -- Sim? -- É Kyle, Buck voltou. Ao ver a expressão de Theodoro, Arthur soube que se tratava de Buck. Tinha certeza de que ele voltaria para confrontar o filho. Fato que ele não compreendia, nem tentar ia pais e filhos tinham sua própria linguagem, e ele não era um desses homens que sentiu a necessidade de analisá-lo. Já não tinha bastante para fazer? -- É... -- Theodoro desligou e olhou para ele. -- Tudo bem. -- Ele disse . Se havia algo que sempre compreenderá, era necessidade de resolver algumas emergências. Não se passa pela polícia, há outro emprego de administração de crises, sem compreender isso. -- A comida ainda não está pronta, mesmo. Ensopado leva um tempo, então deve estar no ponto quando você voltar. -- Eu quero conversar. -- E vamos conversar. -- Arthur lhe devia isso. -- Quando estiver de volta. Theodoro assentiu. -- Sim. Vá logo! Ele se virou para sair mais, de súbito voltou se para Arthur, deslizou a mão pela nuca, segurando forte. O beijo não foi amigável. Ao contrário. Mas fez com que, o que a mãe dele lhe dissera parecesse muito mais real. Arthur retribuiu o beijo, certificando-se deixar bem claro com sua boca e língua que, quando ele voltasse, toda aquela bobagem chegaria ao fim. Arthur não soube quanto tempo se beijaram, mas quando ele finalmente se afastou vamos estar ofegante, e ele começou a contar os segundos até o retorno do Theodoro. Ele lambeu os lábios. -- Maçã! Arthur sorriu, observando ele passava de humano a lobo guarde mais rápido do que seus olhos podiam acompanhar. Ele lambeu o pé dele eu fui para a porta da frente. -- Theodoro!!! Ele parou a porta, olhando para trás quando Arthur se aproximou. Ele se ajoelhou diante dele esfregou as mãos uma na outra por quase um minuto . Quando parou deslizou-as pelo focinho a cabeça e as costas. Passou as mãos por todo o pelo dele, até Theodoro pressionar seu enorme corpo de lobo contra Arthur. Ele sentiu energia que Arthur colocar a sobre seu pelo; era uma sensação boa, mas ainda melhor por vir dele. De seu Arthur. -- Para dar sorte... E p******o! -- Ele disse, quando parou. -- Meus deuses vão cuidar de você esta noite. -- Beijou-lhe a testa e se levantou, enquanto Theodoro encostou-se no quadril dele, levantou a cabeça e mordiscou-lhe o seio, antes de sair para encarar o pai pela última vez.
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