capítulo:14

3759 Palavras
Arthur levantou o olhar para o ganache de chocolate meio amargo que estava fazendo quando Gabriel passou pela porta da cozinha. -- Eles estão prontos. -- Ele avisou, alegre, antes de sentar-se em um banco perto da mesa de trabalho mordiscar de uma travessa de biscoito e queijos que Gail havia preparado para ele. -- E?... -- Perguntou Craig, quando outro parou de comer. -- Fique atento a namorada de Buck sei como você fica, Arth, e não quero que comece a terceira guerra mundial quando senti um cheiro de patchouli perto dela! -- Hippies e essa d***a de óleo de patchouli! -- Rosnou, sem brincar. -- Ah. -- Gabriel analisou o teto e mordeu um biscoito, pensando com cuidado na resposta que daria. -- Bem Com base no que vi, ele é um cretino, de fato esse era capaz de m***r cada um de nós se isso eu lhe der o que procura. -- Ele ficou em silêncio por um momento, sorriu e sentiu dizendo: -- Sim! Foi exatamente o que vi quando olhei dentro dele. -- E Como pode ficar assim... Toda alegrinho? -- Perguntou Kaleb. -- É inútil ficar aborrecido. -- Gabriel se defendeu. -- Além do mais Arthur vai tomar conta de tudo. -- Sim. -- Devolveu, Arth descuidado. -- Já tenho um jovemzinho virgem amarrado e pronto para sacrifício, então estamos preparados. -- Ah, meu Deus! -- Gail explodiu. -- Será que podemos deixar esse assunto para trás? -- Não! Não vou me esquecer disso seu cretino! Utensílios de cozinha nas mãos, os primos foram em direção um do outro, mas Craig pulou entre eles. -- Parem! Os dois! -- Craig empurrou Gail de volta à mesa de trabalho, fazendo mesmo com Arthur. -- Não temos tempo para isso! -- Sinceramente. -- Disse Arthur recomeçando a bater o creme. -- Não acho que Buck vai fazer algo enquanto come os pratos exagerados de Gail. -- Exagerados??? Ignorando o eco do primo, ele prosseguiu: -- Acho que ele vai esperar até amanhã cedo, perto da Aurora, quando sabe que a maioria da cidade estará dormindo. -- E você sabe disso porque... -- Continue usando esse tom comigo, primo e vou lhe mostrar exatamente o que sei. Theodoro, j**k e Kyle levantaram quando Gregório entrou na sala de jantar com sua mãe. Desafortunadamente, Buck apenas o encarou, e deu um sorriso afetado e disse: -- Olá Gwenie. Ainda está ótima. Se Gwenie tinha uma resposta, não chegaram a descobrir pois ela rapidamente segurou o braço do filho, insistindo em dizer que precisava de apoio até a mesa que o recepcionista que não era Gabriel, estava tentando levar-los. Rosnando e segurando firme o braço da mãe, Gregório seguiu o recepcionista, mas parou quando Gail foi lançado para fora da cozinha. Ele pousou bem diante dos seus pés. Kyle se inclinou para Theodoro e murmurou: -- Há quanto tempo você acha que ele estava esperando por isso? -- A vida inteira. -- Sr. Gail Máximo, está tudo bem? -- Gregório perguntou gentilmente. -- Olá, xerife. -- Ele ignorou a mão que ele estendeu e se levantou. -- Bem... Se me dão licença... -- E voltou para cozinha bufando, apenas para voar de volta 3 segundos depois, dessa vez bem nos braços do xerife. Agora, todos já acomodados em seus lugares e completamente entretidos pela cena na cozinha e seus arredores. -- Aquele cretino! -- Gail rosnou, por entre os dentes. Afastou de Gregório, instalou o pescoço e os dedos, antes de machar de volta pela porta vai e vem da cozinha. Estava alguns centímetros de distância quando A porta Se abriu batendo diretamente em seu rosto, jogando o direto de volta ao xerife. Aquela altura, Gregório olhou Theodoro e Kyle como se eles pudessem dizer o quê fazer. Gail ocupava em tentar estancar o sangue que escorria do seu nariz, quando Arthur saiu. ao contrário do primo, ele não estava paramentado como chefe de cozinha. Nenhum avental o chapéu. Seu cabelo castanho estava preso em uma touca rosa e uma bandana amarrada na ponta da touca mas Nada Além disso, sugeria que fazia parte da equipe. Usavam jeans solto e um suéter preto de gola "v" que fazia maravilhas. -- Ah, querido! -- Ele disse meigo, para o primo. -- Era você do outro lado da porta? Sinto muito! Aqui, deixe-me ajudá-lo. Ele agarrou Gail, tirando dos braços de Gregório e empurrou-o de encontro a a parede ao lado da porta. -- Ops! Desculpe. -- Arthur segurou pelo pescoço, empurrando para frente de novo. Dessa vez, mirou corretamente e lançou-o pela porta da cozinha, mas vez com tanta força, que Theodoro sabia que o pobre Gail ficaria todo dolorido por Dias. pobres humanos. Como suportavam a dor daqueles ferimentos pequenos que durante dias, às vezes semanas, doíam, ele jamais saberia. depois de os primos desaparecerem na cozinha, ouviu se os sons de gritos, pancadas e o que pareceu utensílios de metais sendo arremessados. Com tudo, apenas do xerife se preocupou com o fato. Ele ainda estava lá de pé, parecendo tão confuso como só um urso pardo pode aparecer ás vezes, quando Gabriel saiu. Ele ô brindou com aquele seu sorriso ofuscante, e disse: -- Xerife! O que está fazendo de pé? Gregório apontou para a porta, e Gabriel deu uma risadinha tomando lhe o braço e levando-o até a mesa onde sua mãe estava sentada. -- Não se preocupe com o sangue na parede e na porta. Nossa equipe vai limpar aquilo rapidinho. -- Mais... -- Aproveite sua refeição e eu passeio com a sua mãe, xerife. Olá sra.gwen. -- Olá querido. -- Eu recomendo o salmão. -- Gabriel disse, feliz antes de chamar o pessoal da limpeza. Kylie pegou um pedaço de pão na bandeja no centro da mesa. -- Eu ouvi bem, ele acaba de recomendar salmão ao xerife? O jantar estava indo melhor do que Theodoro esperava. Não diria que chegava ser amigável, mas todos foram, pelo menos polidos. Por outro lado, as conversas seguiam bastante inofensivas. Jack estava conversando com Milly,Kyle,katie,e Theodoro papiavão uns com os outros, Wanda estava tagarelando e Buck grunhia uma resposta de vez em quando, e os filhos de Buck encaravam Katie, o que significava que logo receberia alguns chutes nos traseiros se não parasse com aquilo. Bem, poderia ser pior. Theodoro quase tinha terminado seu filé, quando rindo de algo que Kyle havia murmurado, ouviu a discussão entre Buck e Wanda. Fez de tudo para ignorá-la.Deus sabia que não era de sua conta o que seu pai é atual esposa estavam aprontando, mas foi impossível passar desapercebido, pois o pai recostou na cadeira e disse: -- Estou me mudando para cá com minha alcatéia. Para sossegamos. Theodoro continuou a mastigar o pedaço de filé que tinha na boca, encarando o pai. Sabia que todos esperavam por sua resposta. Especialmente Buck. Wanda Deu sorriso mais forçado quê Theodoro já vira. -- Querido , pensei que tivéssemos combinado de esperar... -- Quieta. Buck não chegou a gritar com ela, mas a maneira como Millie se encolheu Theodoro sabia onde aquele tom chegaria, se Wanda não recuase. Ela o fez, mas foi um tremendo esforço, as mãos curvando em punhos sobre a mesa. Theodoro engoliu sua comida e falou, muito direto: -- Não! Buck sorriu, provavelmente já esperando aquela resposta. -- Acha que pode me pedir, rapaz? -- Sim, ele pode. -- j**k interferiu do outro lado da mesa. -- Não vi nada que me diga isso. Minha alcatéia é mais forte e... -- E está bem ali na fronteira da cidade. -- Theodoro usou uma fatia de pão francês para retirar o restinho do molho fantástico que Gail fizeram para acompanhar o filé. -- Pelo menos estava. Os bons policiais de Jinhae foram muito gentis em manda los embora. Eles não gostam de um bando de forasteiros tão perto dos seus preciosos cavalos. -- Jogou o pedaço de pão na boca e piscou para o pai. -- O restante do seu bando já foi levado para fora da cidade também. Juro, os ursos adoram expulsar lobos. Dá a eles uma alegria perversa. -- Você é sempre tão certinho, não é garoto? -- Nunca joguei sujo.e se você se retirar depois desse delicioso jantar, tenho certeza que não vou precisar. Mas isso é por sua conta. No mínimo, faça isso pela sua mulher. -- Ela pode aguentar qualquer coisa. Pode ser totalmente humana, mas não é fraca. -- Os olhos de Buck foram para Millie. -- Nunca vi utilidade em uma fêmea fraca, nem em minha vida, nem minha cama. Katie bateu o ponho na mesa, interrompendo qualquer coisa que Theodoro,j**k ou Kyle fossem dizer. -- Veja como fala Buck. Gabriel apareceu de repente, parando ao lado deles e bateu Palmas com o sorriso grande e brilhante demais. -- Como estamos indo? Estão prontos para sobremesa? Arthur jamais admitiria em voz alta mas o primo tinha um belo cruzado de direita. E embora servir a sobremesa para Theodoro e sua família fosse mais fácil com os dois olhos abertos, teria que mostrar sua tenacidade e tentar ignorar o inchaço em seu olho esquerdo. Uma vez preparada sobremesa, Arthur pegou dois pratos, Gail mais dois, e os garçons cuidaram do restante. saíram pela porta vai e vem e seguiram para grande mesa no centro da sala. Aparentemente, tudo estava indo bem até que Ele olhou com mais atenção para os convidados. Todos pareciam... Tensos. Perigosamente tensos. Como se as coisas estivessem indo muito mais rápido do que ele imaginara. Está na hora de acabar com isso. Movendo ao redor da mesa para manter a distância do fedor de patchuli que Wanda exalava. -- CÉUS, como odiava aquele cheiro! Ele colocou cuidadosamente pela sobremesa especial diante de j**k e kyle enquanto os garçons e Gail cuidava dos outros. -- Belo olho. -- Theodoro murmurou, ele lhe deu um sorrisinho e o fez rir. Gabriel, sempre charmoso, juntou as mãos, dizendo: -- Este é o bolo "caminhos de chocolate para a destruição", do Arth. -- O que fez Theodoro rir, com Buck Máximo O encarando do outro lado da mesa. -- Mas Nós chamamos pelo apelido carinhoso de "overdose de chocolate" esperamos que gostem, que tenham apreciado jantar, e agradecemos por terem vindo aqui esta noite. -- Oh, foi adorável, querido. -- Comentou Millie, dando a todos um sorriso corajoso, embora um pouco desesperado. Arthur sorrio ele deu uma piscadela. -- A sobremesas da maravilhosa senhora Millie, acho que vai adorar. -- Então, ele colocou as mãos sobre o ombro de Buck. -- E saiu, atrás dos seus bruxos. Contudo, ele foi andando cada vez mais devagar, a cabeça girando. Deve ser aquela d***a de patchouli! A dor invadiu seu cérebro, e tudo ao seu redor girou.. Theodoro estava se deliciando com a sobremesa, quando viu Arthur subitamente parar. Ele esfregou a testa com uma mão, voltou-se para mesa. -- Arth??? Ele balançou a cabeça, antes de lentamente seguir adiante. Seu círculo, prestes a passar pela porta da cozinha, parou e observou com atenção. Até o pequeno Gabriel apareceu preocupado. -- Está tudo bem, querido? -- A mãe de Theodoro Perguntou. -- Você quer um copo de água? Arthur balançou a cabeça de novo. -- Não, senhora. Eu só... -- Ele piscou se fala tentando focalizar a visão. -- Eu só... Agora ele estava de pé ao lado da mesa, e após um momento, olhou para Theodoro. -- Meu lindo? -- Ele perguntou. -- O que há de errado? --Sinto muito. -- Arthur respondeu. -- Sinto muito mesmo. E antes que ele pudesse indagar pelo quê estava se desculpando, Arthur agarrou Wanda pela nuca, com um punhado de cabelo preso em sua mão, e jogou a mulher para longe da cadeira. Gregório puxou sua mãe para fora do caminho, e levo a até a mesa de Theodoro onde agora estavam todos de pé, observando Arthur pegar a faca de carne e uma das mesas e partir para cima de Wanda. Mas seu círculo o impediu, Gail segurando pela cintura. -- Arthur, não faça isso! -- Ela não pode feder tanto assim! Argumentou Gabriel. No entanto, foi Craig quem chamou atenção de Theodoro.ele estava observando Wanda com muito cuidado enquanto a outra se levantava. Ele não sabe o quê Craig viu, Mas de repente o bruxo gritou: -- Arthur!!!! Arthur empurrou o primo de lado, levantando a mão e bloqueando o poder que subitamente fluiu de Wanda em uma onda gigante. -- Saiam! -- Ele gritou a todos, apesar do barulho. Eles não foram rápidos o bastante, e Theodoro observou Arthur recuar vários metros. Soltando uma emprecassão, Arthur empurrou, e o poder ricoxeteou de volta Para Wanda. A mulher tropeçou, grunhiu, eu voou para cima de Arthur. E Theodoro notou, Wanda tinha literalmente voado. Wanda atracou com Arthur, as mãos apertando o pescoço, e aquele cheiro medonho trancando seus sentidos delicado. Ah, ele não ia aguentar isso! No entanto, não teve chance de fazer nada quando a força e o poder de Wanda o empurraram na direção da cozinha, passando por esta, e levando para o lado de fora, pela porta dos fundos. Wanda ainda agarrado ao seu pescoço. Uma vez no exterior, Wanda voou com ele até as costas de Arthur baterem em uma árvore. O ar ao redor deles os manteve flutuando, e Arthur soube que a deusa de Wanda a imbuía com muito poder, embora imaginasse do que a outra abriria mão para conseguir . A bruxa cantava para ela, e tudo o que Arthur conseguiu foi rir. -- Vai ter que fazer melhor do que isso riponga. -- Provocou, soltando as mãos que prendiam sua garganta e enfiando os polegares nos olhos de Wanda forçando a recuar. Quando wanda estava completamente arqueada, gritando de dor nos olhos, Arthur arrancou o poder da outra, tornando o seu. Então jogou a bruxa no chão. Todos correram pela porta dos fundos tempo de ver Arthur e Wanda voar até o topo de uma das árvores mais antigas. Ouviu murmúrios e gritos, mais para ser honesto, Theodoro estava confuso demais para saber quem estava gritando, ou porque. Só podia ter sido Buck. ele veio até ali para testar o novo círculo de bruxos. Para ver se eram tão forte quanto suas antecessoras. Se não fossem, planejava expulsar Theodoro dali. Como se for fosse permitir que isso acontecesse. Podia ser diferente de seus parentes Máximos, definitivamente era mais Gentil que a maioria deles, mas isso não o tornava um fraco. A despeito do que Buck pensasse. Theodoro ouviu o mugido vendo das árvores que Arthur e Wanda estavam, e vi uma luz escura explodindo ao redor das folhas. Um corpo voou da árvore caiu no chão logo abaixo, poeira e sujeira esvoaçando ao redor. Ele deu um passo à frente, querendo saber se era Arthur, mas j**k segurou o braço contendo-o. -- Não entre no meio dessa contenda, filho. E antes que ele pudesse argumentar, dizer ao padrasto que não podia deixá-lo sozinho, Arthur pousou ao lado do corpo que começará a se mexer. Ele pousou com a destreza de um gato, estalando o pescoço e os ombros como um lutador de boxe. Theodoro imaginou o motivo, até vê-lo agarrar Wanda pela frente do suéter com uma das mãos, levanta la e golpear no rosto com a outra. Três vezes. socos curtos e poderosos. -- Vai me dizer onde está seu círculo riponga. -- E a voz dele era tão calma, que Theodoro já conseguiu pensar em morte. -- Por que nós dois sabemos que não veio para cá sozinha. Você não teria imaginação.para ser Quem você é. Alguém a ajudou. Enquanto Arthur falava, os seus bruxos se aproximaram, cercando. Gail era o que estava mais próximo. A expressão em suas faces era impiedoso, os olhos frios. até o meigo Gabriel e o pequeno craig. Todos eles eram tão territoriais quanto qualquer predador que Theodoro conhecerá. Arthur preparou o punho novamente. -- Você vai me contar tudo. Quando eu estiver terminado, você vai me contar tudo. Antes porém, que ele pudesse cumprir a promessa, a voz grave de Buck interrompeu, dizendo: -- Solte a! Todos olharam para ele e, se Gregórionão tivesse segurado Theodoro e Kyle agarrado seu pai, estaria perdido naquele momento. Buck prendia Millie pelo pescoço. Apmbos ainda estavam em suas formas humanas, mas ele estava com as garras pressionando a jugular dela. E nada naqueles olhos dizia que ele e hesitaria em mata la com todos assistindo. Atrás dele estava seus filhos, prontos a ajudá-lo, como sempre faziam. Prontos para se divertir com o que quer que Buck fizesse a mãe de Theodoro. Arthur, ainda em posição de luta, girou Wanda até que ela ficasse de costas, colocando o braço ao redor do pescoço da mulher. Fixou os olhos em Buck, e Theodoro imaginou o que o velho bastardo viu, para ele o encarar de modo tão estranho. -- Você vai largar a senhora Millie. -- Arthur disse, suave. -- Vai solta la agora. Buck nada disse, E continuo com os olhos fixos nele. Esperando. -- Acha que não vou matá-la? -- Arthur perguntou. -- Pois saiba, que só não o farei se não for necessário. Tudo depende de você. Ele ergueu o braço e o primo roçou a mão na sua uma essência, Como puro cristal, passou por entre os dois, e Arthur flexionou os dedos antes de encostar a mão na barriga de Wanda. -- Então a pergunta que você precisa fazer, Buck é... O que eu vou fazer? -- Arthur enfiou a mão dentro da mulher, os dedos ultrapassando algodão do vestido a pele e a carne, entrando até os pulsos. Wanda gritou. Como Buck nunca ouvira outro ser vivo gritar antes. -- Porque veja bem. -- Ele prosseguiu. -- Posso passar o dia todo machucando está mulher. -- Moveu a mão mais uma vez. -- Posso machucar sem parar, e não vou me importar. -- A mão nas entranhas de Wanda subiu. -- E quando eu alcançar o coração dela, vou apertar. -- Levou a mão mais para cima. -- E apertar, até estourar como um tomate maduro. Wanda sabe que vou fazer isso pos ela conhece a minha reputação. Sabe que vou esmagar seu coração e tomar sua alma para mim. Vou mantê-la em uma coleira... Como um filhote. Agora, você deve estar pensando "e daí?". E isso é muito válido. -- Moveu o braço para frente e para trás e o grito de Wanda ecoou pelas árvores e pelo céu noturno. -- Mais aí todos vão saber, não é? Bom saber que você é fraco demais para proteger sua mulher. Que deixou outro humano torturá-la e matá-la, e não ouve nada que pudesse fazer. Então solte Millie. Solte-a antes que eu fique bravo de verdade. Theodoro observou Buck com atenção, para ver o que ele faria. Se o velho s****o tentasse qualquer coisa com a sua mãe, seria a última coisa que ele faria. Arthur ainda encarava Buck, o olhar fixo nele. Quando ele não soltou Millie, ele subiu o braço mais uma vez, arrancando de Wanda um grito tao doloroso quanto o primeiro, e com isso Buck empurrou o Millie para longe. A mãe de Theodoro tropeçou para longe dele, a mão esfregando a garganta. De repente, levantou se girou nos calcanhares e bateu no queixo de Buck, fazendo o virar o rosto.quando ele se endireitou, as marcas das garras dela estavam visíveis em seu rosto, e sangues corria por sua face. Gabriel deu um passo à frente estendeu a mão. Millie aceitou, deixando que o bruxo a levasse de volta a j**k, agarrando apertado quando os braços dele a envolveram. Buck dê um passo à frente, e Arthuro advertiu: -- Um momentinho por favor Ainda não terminamos. Ela ainda tem de responder à minha pergunta. Não é Wanda? A mulher assentiu desesperada, enquanto com os olhos implorava a Buck que fizesse algo, qualquer coisa, para ajuda-la. -- Onde está seu círculo? Diga ou sua dor estar apenas começando. -- Fora... Fora da cidade, cerca de 15 km. -- Ela ofegou. -- No Daugu arboretum. -- Craig e Kaleb sigam para lá. Kyle, Katie vocês podem ir com eles? Sorrindo para Buck, ele retirou lentamente o braço das entranhas de Wanda enquanto a mulher ofegava e se contorcia de dor excruciante, Arthur se endireitou, levantando a outra consigo. -- Terminamos, primo? -- Ele Perguntou a Gail. -- Não ainda não. Arthur estendeu o braço, e Gail pós a mão sobre seu casaco, tirando de lá uma faca de cozinha de 20 cm que estava enfiada no largo cinto de couro que usava com seu jeans. Colocando a na mão de Arthur, cujo os olhos não deixaram Buck um segundo sequer. Os primos podiam brigar como dois pitbulls presos no mesmo quintal, mas quando havia um inimigo em comum... A mão de Arthur se fechou no punho da faca, e girou até ficar com fio para baixo. Foi quando deslizou pelo pescoço de Wanda. E ela gritou de novo, os braços estendidos para Buck. -- Agora eu tenho seu sangue. -- arthur lhe disse, ainda encarando Buck. Segurando o cabelo da Wanda levantou a perna e empurrou a mulher na direção dele. Wanda pousou nos braços dele, e Arthur ergueu o punho com uma porção de mechas de cabelo enrolada nos dedos. -- E o seu cabelo também. -- Ele inclinou a cabeça de leve. -- Ambos sabemos o que eu posso fazer com isso, riponga. Se você mentiu para mim ou se tentar qualquer coisa... Ele deixou a ameaça no ar, enquanto sorria e se afastava de Buck e dos demais. Gail andou de costa por um tempo antes de seguir Arthur, Gabriel vindo logo atrás. -- Muito obrigado por frequentarem o Damyang arms. -- arthur subindo os degraus, mais como um comercial de linhas aéreas do que como um bruxo letal que era. -- Espero que tenho apreciado e que se lembrem de Nós da próxima vez que viajarem a negócios, nas férias familiares ou em um fim de semana com os amigos. E então ele voltou para cozinha deixando a porta escancarada atrás de si. Theodoro olhou na direção de onde o pai estava, mas o velho, seus filhos e sua parceira mentirosa já tinham sumido dali. -- Ele vai voltar. -- Sua mãe disse, a salvo nos braços de j**k. -- Sabe que ele vai voltar não é meu filho? -- Eu sei mãe. -- Ele sorriu e beijou a testa dela e encarou seu padrasto. -- Mais não vai ser nada demais.
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