Depois de ficar metade da noite acordado se preocupando com o pai, Théo finalmente decidiu dedicar sua atenção a única coisa que ele podia lhe dar naquele momento: Arthur.
Tudo bem. Talvez não pudesse lidar com ele na verdade, mas pelo menos ele tinha o dom de distrai-lo do que Buck Máximo pudesse estar aprontando, e do motivo pelo qual ele estaria voltando para a única cidade a qual foram proibido de retornar.
embora Theodoro não conhecesse o único homem que não tivesse problemas com o pai, o que havia entre eles seu pai era mais grave do que a maioria dos casos. Depois de tantos anos o pai ainda despertava sua fúria e seu medo, fúria Por que o bastardo sabia pisar em seus calos, e medo porque ele temia que um dia tivesse que m***r a própria família. Era a última coisa que gostaria de fazer, mas havia algo em Buck que simplesmente não se detinha por nada. Ele forçava e continuava forçando. E a menos que algo tivesse mudado em seu pai e, Theodoro duvidava que fosse diferente.
Mas já tinha feito que podia. Gregório e seus auxiliares estavam avisados.
Theodoro prevenir o padrasto para que ele encontrasse o melhor modo de alertar sua mãe, e a cidade inteira também estava preparada para o caso de algum ataque. Em vez de se sentar e se preocupar inutilmente, percebeu que havia outras coisas que havia outras coisas podia fazer.
Ciente disso, decidiu rastrear Arth. E o encontrou tomando café na lanchonete Damyang. considerando-se que seu resort tinha um cardápio completo de café da manhã, e que ele podia fazer a refeição lá de graça, concluiu que ele brigou novamente com primo.
Havia rumores de que o círculo havia parado para conversar depois da reunião com os anciões ninguém tinha certeza a respeito do que for a dito, mas Arth teria seguindo sozinho.
Se o próprio círculo dos bruxos não conseguia chegar até ele Theodoro não compreendia o que os outros imaginava que ele pudesse fazer. Definitivamente, ele era um homem que não deixava ninguém se aproximar demais.
Claro, o círculo todo era assim quando chegaram. Até mesmo Craig. No entanto, com o tempo eles começaram a se ajeitar, a fazer seus próprios amigos. Mas não era Arth. Era estranho, porque ele era tão simpático... Sorria, conversava, mas os limites eram Claros ali. Ele não queria que ninguém se aproximasse, e todos sabiam disso.
Então fazendo algo que nunca fizeram nos 10 meses em que ele estava ali, Theodoro se sentou à mesa com ARTh. Ele olhou para Théo, desviando do livro que estava lendo, piscou e voltou para leitura. Ele teve que se segurar para não rir. O que poderia dizer? Admirava o fato de Arth nem mesmo querer saber porque ele estava sentado ali.
-- Bom dia, Arth.
-- Bom dia.
-- Como vai?
Os olhos dele se desviaram outra vez da leitura e pousaram nele. Depois de um momento, ele afastou o livro e relaxou na cadeira.
-- Vou bem. Gostaria de tomar café comigo?
-- Ah, mas é muita gentileza! Acho que vou aceitar. -- Ele gesticulou, chamando a garçonete, que se aproximou. -- Vou querer o seu café da manhã especial, querida. Mas um pouquinho de mingau, por favor.
-- Café?
-- Por favor. E suco também.
Ela sorriu.
-- Já trago.
A garçonete se afastou, e Theodoro voltou a se concentrar em Arthur. Ele ainda observava, com um sorriso artificial. Apoiando os braços na mesa, ele perguntou:
-- Então o que está lendo? Ficção ou não - ficção?
-- Não - ficção . História.
-- Sobre o quê?
O sorriso dele abriu - se um pouco mais.
-- Sobre a caravana Donner.
-- Foram aquelas pessoas que...
-- Viraram canibais. Isso mesmo.
-- É o que lê enquanto toma café?
Ele deu de ombros.
-- Eu costumava olhar para fotos de cenas de crimes ao comer um sanduíche de salame onde morava. Não me incomada.
-- Então tudo bem.
A garçonete voltou, colocando uma caneca perto de Theodoro e encheu-a de café, antes se afastar outra vez.
-- O que mais você faz quando não está trabalhando? -- Ele perguntou educado.
-- Eu assisto televisão. -- Falou Arth com uma sombrancelha arqueada.
Théo tomou um gole do cafe, depois de assopra um pouquinho.
-- Eu não tenho televisão. Não vejo graça nenhuma. -- Baixou sua caneca e, pela primeira vez vez desde que o conhecerá, viu uma expressão de horror e confusão em seu rosto. -- O que foi?
-- Você não tem televisão?! Como consegue viver sem televisão???
-- Sem problema nenhum. Para mim, é natural. Nunca liguei para tv. Não é uma necessidade para mim.
Arth balançou a cabeça, o semblante demostrando seu desagrado.
Théo rio.
-- De todas as coisas estranhas nesta cidade, é isso o incomoda?
-- É... Incomoda sim. Isso sim, é uma loucura. A garçonete colocou um prato de ovos fritos e batata gratinada e uma tigela de lamem diante de Arth, que imediatamente encheu de molho de pimenta que estava sobre a mesa.
-- Sabe, não pude deixar de notar que você poderia estar comendo a mesma coisa em seu hotel.
-- Sim, mas aí acabaria brigando com Gay em vez de comer, e eu quero muito comer em paz.
-- Ele está se enturmando bem. -- Theodoro comentou, enquanto a garçonete colocava seus pratos a mesa.
O café da manhã especial vinha em uma travessa e poderia alimentar dois ou três humanos, com facilidade. Mas ele não era totalmente humano, e o cervo que comerá na noite anterior já tinha sido digerido.
-- Fiquei sabendo que ele está treinando os meninos da liga de softball nesta temporada.
-- É.
-- E Gabriel virou o técnico assistente para as equipes de líderes de torcida do colégio e da faculdade, enquanto Craig está dando aquelas aulas sobre impostos e contabilidade no centro da terceira idade.
Arth levantou a cabeça, segurando na mão um pedaço de torrada.
-- Hum, Hum.
-- Até kal se ofereceu para trabalhar na biblioteca, ajudando a atualizar os sistemas de computadores e a ensinar as crianças princípios básicos de computação.
-- E tudo isso quer dizer que...
-- Acho que estava só reparando que você foi o único que não se envolveu com a dinâmica da cidade.
-- É mesmo?
-- Não que seja obrigado, é claro. Estou só Dizendo que às vezes é muito bom saber que estamos ajudando os outros. E quanto mas ajudar, mais confortável você vai se sentir por aqui.
Ele ergueu o dedo.
-- Tem certeza? Olha isso.
Arthur reclinou na cadeira, estendendo o braço na direção da mesa cheia de homens atrás dele. Assim que se moveu na direção deles, houve um afastamento apressado.
Eram guepardos, acostumados a fugir de leões entediados e ursos bravos, então se mexiam rápido mesmo. Especialmente naquele momento.
Arth apontou.
-- Pode me passar o ketchup?
O macho mais velho, observando de perto o tempo todo, pegou o ketchup da mesa o entregou, com todo cuidado,a ele. Assim que ele pôs a mão na garrafa, ele tratou de retirar a dele, bem depressa. Todos esperaram até Arth se virasse antes de se ajeitarem novamente nas cadeiras para voltarem a conversa, como se nada tivesse acontecido.
-- Então, o que estava dizendo sobre me sentir confortável por aqui? -- Perguntou ele, despejando o molho por cima das batata gratinadas.
Theodoro balançou a cabeça e voltou a sua refeição.
-- Não era nada.
Arthur desceu a rua principal, com o livro enfiado embaixo do braço. Na verdade, era o último suspense de Stephen King, mas ele mentira na vã esperança de que sua enganação fizesse Theodoro ir embora, o que não acontecerá.
O que, exatamente aquele vira-lata estava aprontando?
Por uns bons quarenta minutos, observará-o devorar dois pratos do café da manhã especial do restaurante, e falar e falar sobre... Ele nem sabia sobre o quê. O povo da cidade. A história da cidade.
Arth não fazia ideia da razão de ele estar contando tudo aquilo, com quem não se importava . Preferia não saber a respeito dos outros e achava uma vergonha que eles não pudesse ser assim também. Mas esperava liderar pelo exemplo.
Estaria Théo tentando fazer com que ele sentisse algo especial? O que pensava que mudaria com isso? Que os deixaria menos nervosos se ele fosse como Gay, ajudando a molecada com suas bolas curvas e papeando com as mamães depois do treino?
O pensamento o fez estremecer de contrariedade. Detestava criança. Detestava-as mesmo quando era uma delas, e o sentimento não mudara, mais de vinte oito anos depois.
Estava chegando perto de seu utilitário quando deu um encontrão em alguém. Imediatamente segurou a pessoa antes que ambos caísse no chão, mas perderam o controle do saco de compras, e maçãs saíram rolando pela calçada.
-- Desculpe-me! -- Arth apresou-se a dizer.
-- Eu não estava prestando atenção.
-- Não foi nada, meu bem. Não se preocupe.
Arth certificou-se de que a mulher não iria cair Se á soltasse.
-- Tem certeza que está bem?
Millôr MC Clancy sorriu para ele.
-- Estou ótima! Você é tão pequenino que m*l senti.
Tudo bem: Aquilo era algo que ele adorava naquela cidadezinha esquezita. Por ali, Gab e Craig eram praticamente" HOBBITS ", Kaleb era chamado de " BAIXINHO ", Arth era considerado" MiGNON " e Gay era apenas normal. Era uma sensação deliciosa, em especial para os primos, que haviam sido chamados de " GRANDÕES ". Pelos primos do interior tantas vezes passaram a ser convidados a frequentar as festas de família se seguissem certas regras, a principal delas sendo: " Não bater em ninguém".
Millôr curvou-se para recolher os sacos, e Arth segurou-a pelo braço outra vez.
-- Não se atreva! Seu filho não iria se cansar de reclamar comigo depois!
A simples menção a Theodoro fez a mulher sorri.
-- Aquele menino... O que ele anda pronta do agora?
-- Bem que eu gostaria de saber. -- Arthur deu uma risadinha antes de abaixar e recolher todas as frutas e legumes que haviam caído dos sacos.
-- Então como estão as coisas, querido? -- Perguntou Milliet.
-- Tudo bem. -- Arth colocou as últimas maçãs e batatas no sacode pqpel pardo.
-- O hotel está indo bem?
-- Sim estamos bem ocupados. -- Ele se levantou recusando a ajuda.
-- Tivemos até que contratar mais ajudantes.
-- Bom fico feliz em ouvir isso.
Millie estendeu a mão para as compras, mas Arth recursos a ajuda.
-- Não eu levo tudo para o seu carro. Sr.(a) Millie? Está se sentindo bem? -- Ela estava com uma expressão tensa no rosto que Arthur nunca havia visto antes.
-- Quer uma carona?
-- Não...Não ... Só estou com algumas coisas na cabeça, nada para se preocupar. Fazer compras me ajudou.-- Ele gesticulou para uma área mais adiante na rua.-- Meu carro está logo ali.
-- Tem certeza de que não há nada que eu possa fazer para ajudar?
-- Tenho sim, querido. Muito obrigado por perguntar.
Juntos descemos a rua.
-- Não entendo sr.(a) Millie. A senhora tem um belo carro, e mesmo assim seu filho...
Millie riu.
-- O que posso dizer? Ele gosta de andar. Achar que percebe melhor o que está havendo na cidade quando está a pé, ou em patas, do que quando está dirigindo.
Arth não sabia que Theodoro poderia aprender perambulando pela cidade, mas não iria discultir com Millie. Havia algo naquela senhorinha que era especial. Algo muito doce e inocente. Mesmo chegando ao sessenta anos, Arth poderia entender porque aquela mulher chamava a atenção do eternamente rabugento j**k Dragon, mas não podia crê que Theodoro fosse filho dela. Théo, aquele que se movia lentamente, que nem sempre era o mais esperto, e que olhava para todas as fêmeas como se já tivesse feito, ou planejasse f********r com elas.
Depois ainda diziam que " que tal pai, tal filho"! Mas, pensando bem, mais de uma vez ouvirá amigos da família Dizendo a sua mãe. " Ele pode parecer fisicamente com você, mas é só."
Arthur esperou Millie destrancar a porta - malas e colocou as compras lá dentro. Fechou-o e, como sempre fazia, balançou a cabeça a olhar para o carro que a mãe de Theodoro dirigia.
-- Algo errado?
-- Nada mesmo. -- Ele suspirou, espiando o veículo. -- conheço gente que mataria por um carro desses...
-- É mesmo? -- Ela se aproximou, inclinando-se para sussurrar: -- Acho que, como policial, deve ter conhecido gente assim.
-- Ex- policial, mas sim, conheci. Não se vêem muitos Camaros 1966. Nestas condições por aí.
-- Sério? Eu tenho que cuidar bem dele. Como meu pai costuma dizer: " Você tem que estar preparada, porque nunca se sabe quando pode precisar de dinheiro. "
Arth assentiu lentamente com a cabeça.
-- Entendo...E ainda precisa se preocupar com a falta do dinheiro, Sr.( a) Millie?
-- Agora não mais.
Millie piscou e deu a volta até o banco do motorista. m*l tinha destrancado a porta quando Katie foi ter com eles, o olhar indo de Millie para Arth sob o boné irritantemente grande do departamento de polícia. Arthur achava que eles podiam comprar um boné que servisse na cabeça da pobre - coitada. Deus sabia que não era das menores.
-- Está tudo bem, mamãe? -- Katie perguntou, os olhos se estreitando, acusadores, na direção de Arth.
Nossa, foi só colocar um apelidinho na menina, ela ficou uma fera pelo resto da vida.
-- Mas claro! -- Respondeu Millie. -- Porquê?
-- Só conferindo. -- Ela forçou um sorriso.
-- Arthur.
-- Dentinho. -- Jin viu uma presa de relance antes de se voltar para Millie com um sorriso e um aceno.
-- Até logo sr.(a ) Millie.
-- Até logo, querido.
Arth subiu a rua de volta, mas rio a ouvir Milloe dizer para filha:
-- Pare de rosna, filhota. Tenho certeza que ele chamou você de Dentinho de modo carinhoso.
Théo estava sentado na cozinha da casa de seus pais, comendo o restinho da torta de limão que alguém tinha escondido na dispensa debaixo de uma pilha de sacos de papel, e atrás de várias latas de cerveja, quando seu pai entrou.
-- Isso era meu. -- O felino rosnou, antes mesmo de passar da porta.
-- É mesmo? -- Theodoro continuou a comer. -- Acho que não vi seu nome nela.
Jack estapeou a parte de trás da cabeça de Théo, que se encolheu.
-- Sabe, as garras eram desnecessárias, papai.
Antes que j**k atacasse outra vez, Millie entrou com Katie.
-- O que está havendo? -- A mãe perguntou.
-- Foi o papai que começou.
Jack sibilou antes de tomar um dos sacos que Millie segurava.
-- Levante-se e ajude garoto. -- Grunhiu ele.
-- Estou comendo.
Katie rapidamente agarrou o saco.
-- Já peguei.
-- Ele comeu a minha torta! -- j**k acusou, antes de levar o saco até a dispensa.
-- Por que você o atormenta tanto?-- Millie murmurou para Théo.
-- "Porque sim". só vai me fazer ganhar outro t**a na cabeça não é?
-- SIM. -- Ela abraçou-lhe os ombros e beijou o topo da sua cabeça. -- Como foi a sua manhã até agora?
-- Bem. Ele esfriou o braço de Millie.
-- E, mamãe...
-- Não quero que se preocupe com seu pai filho.
-- Não vou deixar que ele vem aqui começar alguma encrenca. Não Vou permitir que ele machuque.
-- Calma, Filho. -- Mili acariciou os ombros de Theodoro. -- É coisa pouca.
-- Na verdade, não.
-- Não deixe que Buck Máximo faça isso com você.tudo o que precisa se lembrar é que você é meu filho. Entendeu?
-- Sim, senhora.
-- Muito bom. -- Ela beijou outra vez antes de se afastar, enquanto se servia de um copo de leite.
-- Então, encontrei aquele doce de Arthur Valentin na cidade, ainda agora.
-- Doce? ! -- Grunhiu j**k, de dentro da dispensa. -- Acha que é um doce?
-- Não sei o que você tem contra ele, j**k.
-- Ele é o filho do próprio Satã. E quando teremos um relatório sobre ele em inútil?
Théo não respondeu, até que um rolo de papel de alumínio atingiu sua nuca.
-- Aí!
-- Eu fiz uma pergunta moleque!
Millie se apoiou na pia.
-- Que Relatório?
-- Papai quer que eu espione Arth.
-- Pra quê?
-- Ele acha que ele está aprontando alguma coisa.
-- Tenho certeza que está.-- Mili concordou, calmamente. -- Mais isso não significa que não seja para defender os interesses da cidade.
-- Duvido muito. -- Resmungou j**k.
-- Eu tomei café da manhã com ele esta manhã admitiu Theodoro. -- Arthur passou o tempo todo lendo e ignorou meu charme.
-- Ele deve ter Bom gosto, então.-- disse a mãe, arrancando um sorriso do filho.
-- Se devo tirar alguma informação dele, acho que terei que segui-lo.
-- É uma opção. -- Comentou Millie. -- Mas você também podia tentar ser amigável.
-- E por que ele faria isso? -- Jake saiu da dispensa e encarou a mulher.-- você não vai me fazer algo para comer?
-- Mas acabei de lhe dar comida.
-- Isso foi a horas!
balançando a cabeça, ela ignorou o marido e aproximou-se do filho.
-- E aí? -- Falou forçando uma resposta.
-- Não entendi aquela palavra que você usou... Ami... Amig...
-- Amigável.-- Repetiu ela, puxando o cabelo de Théo e rindo. -- Ao contrário da maioria das pessoas, você de fato conversou com ele.
-- Ele é sempre tão gentil!
-- Ele me chama de Dentinho! -- Discordou Katie.
Theodoro desvio os olhos da irmã, e o padrasto rapidamente foi o refrigerador pegar os ingredientes para um sanduíche, ao mesmo tempo que ele esconde o riso.
-- Ele só está provocando você Kate.
-- Não Me parece simples provocação.
-- Tente, filhote. -- Millie deu outro abraço no filho. -- Se quer chegar até ele... Seja gentil.
Theodoro encolheu os ombros, terminando de tomar o leite.
-- Acho que vale a pena tentar.
Os olhos de arth se encheram de lágrimas, e ele levantou a mão.
-- Sinto muito. Se você aguardar... Eu...-- Balançando a cabeça, ele saiu da recepção, atravessou a sala de jantar e entrou na cozinha. Onde encontrou seus bruxos.
-- Alguém precisa ficar na recepção. Anunciou para sala inteira.
Gay nem levantou os olhos das anotações do cardápio para o jantar. Ele assumirá o restante Damyang arms sem ser quer discutir o assunto com os outros. Não que isso incomodasse Arth, mas ele nunca apreciava quando alguém era arrogante.
-- Achei que estivesse na recepção.
-- Alerta contra hippies.
O primo rio.
-- O que estão usando? Água de rosas de alguns incensos?
-- Óleo de patchouli
--Ah! -- Os irmãos do Círculo exclamaram em uníssono.
-- Não é fatal. -- Gracejou kal, enquanto trabalhava em seu notebook fino e pequeno.
-- Vocês sabem que eu não aguento esse cheiro está na cara que esta gosta de coisas de mãe da terra, com sapato de cânhamo e cabelo comprido demais para idade...
-- Você está em ótima forma hoje!
Só estou dizendo. ECA! -- Arth de um sorriso implorando a Suga.-- Por favor??
-- Tudo bem, tudo bem. -- Gabriel foi até a porta de vai-e-vem, respirando fundo várias vezes, depois pareceu prender o fôlego. -- Estou indo.-- Disse antes de sair.
-- Ele vai mesmo prender a respiração? -- Gay perguntou.
-- Talvez eu devesse ter contado que a hipper estava se registrando junto com o grupo.
-- Não se incomode com esse detalhezinho. -- Sugeriu kal, provavelmente torcendo para encontrar o pobre Gab desmaiado pela falta de ar.
-- Alguém que a gente conheça?-- Gail entregou o cardápio para seu subchefe.
-- Acho que não.-- Arth foi para a porta dos fundos, que costumava ficar sempre aberta durante o dia, mesmo no inverno, porque a cozinha ficava quente demais por causa dos fornos. -- O nome que ela deu foi Wanda Pykes. depois disso, não consegui ficar perto para ouvir mais nada. Muito fingida. Além disso, que outro círculo arriscar ia vir para cá?
Arthur saiu na varanda dos fundos e olhou para fora. A beleza do local ainda deixava admirado.
-- Vamos sair hoje à noite com Kyle e de Craig quer também?
ele fez o movimento negativo com a cabeça ao convite de Gail.
-- Não posso tenho reunião.
-- Outra coisa que assusta população? Gay sentou-se com a perna em cada lado da grade da varanda. -- O que mais está acontecendo com você?
-- Nada, Por quê?
-- Para ser honesto, Você parece... Cansado.
-- Obrigado.
-- Tem certeza de que quer ser nomeado campeão? vale tudo isso?
-- Não,vale. Mas o poder que vai me trazer sim.
Gay e respirou fundo, soltando o ar devagar só fazia isso quando estava perto de vim, tentando não se aborrecer.
-- Não vejo porque você precisa de mais do que já tem.
-- Eu sei. É por isso que essa conversa mais uma vez não faz sentido.
-- Você não pode simplesmente apreciar está aqui? Não sei o que mais você quer.
-- É a sensação que se tem quando o poder ilimitado flui por você pela primeira vez. quando sabe, naquele instante, que pode fazer qualquer coisa.
-- Mas por quanto tempo, até ser demais?
-- Nunca é demais.
-- Bobagem. Nós dois sabemos o que acontece com aqueles que ultrapassam os limites, Arth.
-- Eu Não vou fazer isso.
-- E se não tiver escolha?
-- Nada, nem ninguém, Pode ou vai me fazer cruzar esse limite. Nem agora, nem nunca. E você deveria saber disso.
Gail desceu do Mourinho e voltou para cozinha.
-- Sim, é claro. -- Comentou olhando para trás. -- Eu já deveria saber.