Theodoro admitia que estava começando a gostar daquele pássaro. E nem iria se preocupar se a criatura sabia ou não ler. Já que agarrou exatamente aquele livro na extensa biblioteca de Arthur. Segurou o livro e perguntou diretamente.
-- Isso pode funcionar ou não?
-- Sim. -- Arth suspirou. -- Sim, pode funcionar.
-- Então porque ainda não fez?
-- Por que preciso de um parceiro!
-- Bem, problema resolvido. Que mais?
-- Theodoro...
-- Que mais?
-- Os deuses são observadores naturais, mas não são fáceis de agradar. Nós precisaríamos ser... -- Arthur clareou a garganta. -- ... Divertidos de assistir, entendeu?
-- Nada com que se preocupar. Eu posso distrair qualquer um .
ARTh olhou para trás e, com uma sobrancelha arqueada.
-- Estava preocupado se conseguiria tornar você divertido de assistir.
-- Não precisa me desafiar para que seja.
Arth rio, mas fez um movimento negativo com a cabeça.
-- É uma oferta muito gentil Théo. E você é um cristão... Um lobisomem cristão.
-- Puxa, Obrigado.
-- Não posso envolver nisso. -- continuou. -- Não vou envolver você nisso.
-- Parece que não tem muita opção, Já que eu não vou deixá-lo aqui sozinho para encarar o que está do outro lado da porta. -- Ele odiava ter de perguntar, mais o fez. -- Se houver alguém na cidade com quem você esteja mais interessado de fazer isso, eu posso ligar para ele ou ela e ...AAAI!
Théo deu um pulo.
-- Eu não disse nada ainda!
-- Não foi você. Foi esse maldito pássaro. Quase arrancou meu cabelo todo! -- Olhou para cima e viu a voadora s****a encarando de cima das prateleiras de livros de Arthur. -- Qual o problema dela, afinal?
Arthur fechou os olhos por um instante, sabendo perfeitamente o que estava acontecendo. Quando ele falou, foi para o Rico:
-- Nem pensar.
O pássaro arrepiou as penas e Theodoro disse:
-- Talvez você não deveria se aborrece la. gostaria que meus olhos continuassem na cabeça, muito obrigado. Além disso. -- Acrescentou, chegando mais perto. -- Eu gosto de como a mente dela funciona. Ela sabe qual a coisa certa a fazer. E você também sabe.
-- Olhe, a maior parte dos rituais de magia s****l envolve casais que estão juntos há um certo tempo. -- d***a, aquele era o melhor argumento que podia arranjar? Que realmente ajudaria se ele tirasse os lábios da ponta de sua orelha... A sensação fazia querer se contorcer.
-- Isso é uma exigência?
-- Não. Mas casais que não você conhece muito bem, tem de passar por... Testes, sabe? Para segurar que...
-- Sim. Eu sei. Bem, você tem algo contra preservativos?
-- Não no dia a dia, mais borracha no meu círculo de poder? Porque não trazer um pouco de chuva ácida também?
Théo não respondeu, e por um breve... E surpreendentemente triste... Momento, Arth pensou que tivesse vencido a batalha. Até ele dizer:
-- Olha, você confia no seu pássaro?
Devagar, Arth voltou se para encará-lo.
-- Você me perguntou o que acabei de ouvir?
-- Sim; E gostei tanto de dizer isso que vou perguntar de novo: Você confia no seu pássaro?
ARTh ergueu as mãos e deixou as cair. Já não tinha ânimo para lutar. A coisa toda havia ficado estranha demais... E ele estava todo arrepiado?
-- Sim, Theodoro. Eu... Confiou no meu pássaro.
-- Acha que ela faria algo para machuca lo? Que ela o colocaria em risco?
Por um breve instante, Arth odiou aquele caipira grandalhão e tonto, porque ele encontrava o contraponto perfeito para cada argumento que Arthur lançava. A conexão dele com o pássaro ia além do vínculo entre dono e o bicho de estimação. O falcão o escolherá, guiará, ajudará e fizera o que podia para protegê-lo em todas as coisas mágicas. Arthur sabia, lá no fundo, que Rico jamais o machucaria, nem colocaria em um situação de risco.
E claramente, pelo modo como as pernas dela continuava arrepiadas, era isso que Rico queria que Arth fizesse. Sabia que era a melhor escolha que podia fazer no momento. Talvez a única escolha disponível que protegeria sua alma e... Bem... Todo o resto. A porta da frente se abriu e, com o rosnado Arth a fechou com um giro dos dedos.
Ele olhou para trás, para Théo, e ele percebeu que Arth já não parecia tão fraco. Se discutir com ele já estava ajudando, podia imaginar o que uma outra atividade não poderia fazer...
-- Tudo bem. -- Disse Arth, finalmente. -- Vamos acabar logo com isso é... A aaai! -- Ele cobriu a lateral do pescoço com os dedos.
-- Nossa, você está...aaaai!
A dor se alastrou por seu pescoço e Theodoro espiou a maldita ave. Outra vez! Mas que diabos ela pensará que estava fazendo? Ele limpou o lugar onde ela bicara e os seus dedos vieram com sangue.
-- Seu pássaro ficou louco!
Rico desceu diante deles, no exterior do pentagrama, mas ainda dentro do círculo. Cuspiu uma quantidade de sangue no chão, o sangue de ambos misturado, Theodoro imaginou usando as garras de desenhou uma linha de sangue ao redor do pentagrama, até fechar outro círculo. Quando acabou a, olhou para eles e meneou a cabeça.
-- Sabe. -- Arthur disse ao pássaro. -- Há modos muito menos dolorosos de...
Rico soltou um grito agudo antes de abrir as asas e voar na direção deles, com as garras amostra.
-- Tudo bem! Tudo bem! -- Falou Arthur, quando as garras passaram perto dos seus olhos, enterrando a cabeça no peito de Theodoro.
-- Não grite comigo!
-- Foi mais um guincho. -- Comentou Theodoro.
-- Ah, cala a boca!
-- Não precisa ser mau educado.
O pássaro voltou a seu poleiro na estante, e os observou.
-- Então é isso? -- Indagou Théo.
-- Tirando o evento principal... É. ela criou um círculo de p******o por sua própria conta, para que eu não tenho que me preocupar. Que Gentil. -- Arth sorriu
desdeosamente para Rico.
-- Não irrita a ave, homem! Ela é psicótica! Ela pode cuidar de DST? Sabe, com magia.
-- O que?
-- Eu gosto de você, mas...
-- Eu não tenho DST nenhuma, mocinho.
Ele bateu Palmas.
-- Então vamos começar logo!
-- Primeiro contenha todo seu entusiasmo. Você está me deixando nervoso.
-- Desculpe.
-- E segundo, não quero nenhum arrependimento vindo de você amanhã!
-- Arrependimento?
-- É, reclamação, lamentação. Não aja como se eu tivesse tirado vantagem de você, e não se apegue demais. Entendeu?
-- Eu vou ter chifres? -- Eu perguntei.
Arthur esfregou as têmporas com a ponta dos dedos.
-- O que?
-- Quando terminarmos... Eu vou ter chifres? -- Era uma pergunta bastante legítima, na visão dele.
-- Não.
-- Estarei vivo para reviver isso em minhas fantasias? Ou minha mente será apagada, e tudo o que vai restar será uma bela, porém vazia a casca do meu antigo eu? Vagando pela cidade o dia todo... E babando?
-- Isso é muito diferente do que você agora?
Grato ao ouvir a provocação c***l de Arthur Valentin, Theodoro o segurou pela cintura para fazer cócegas, mas ele implorou:
-- Não! Pare! Sem cócegas...
-- E eu eu ainda vou ter minhas partes e pedaços importantes? -- Prosseguiu ele. -- Especialmente este que está no momento pressionando contra suas costas? Pergunto, porque sou muito apegada a ele.
-- Sim, você vai ter todos os seus pedaços e partes. Theodoro sabia que ele queria completar: "seu idiota."
-- Então eu acho que estamos prontos para começar.
-- Isso não é a viagem de carro, Theodoro. -- Ele parecia uma mãe dando sermão. -- Isso é magia s****l. O que quer dizer que tudo que eu preciso de você potência, uma quantidade razoável de energia e habilidade suficiente para me fazer chegar ao clímax pelo menos uma vez.
Bem... Aquela última parte não sou como maternal.
-- Hum... -- Ele murmurou, pensativo tentando não rir. -- Acho que consigo.
Arthur se concentrou e soltou o fôlego.
-- Ótimo.
Arthur não sabia o que estava acontecendo. Não entendia como tudo havia fugido ao controle em tão pouco tempo. E agora, aparecia que só havia um jeito de sair daquela situação. Ele olhou para o homem atrás dele.
Bem as coisas podiam ser bem piores, pensou. Pelo menos ele era lindo, e a ereção que pressionava suas costas sugeriria que ele podia lhe dar com o aspecto básico do ato. Ele teria que comandar o show, claro pois entreter os deuses não era uma tarefa para qualquer mortal depois de atravessar a terra por milênios, eles já tinham visto de tudo e mais um pouco. Não que sempre precisassem de entretenimento de nível s****l, casais de longo relacionamento geralmente recebiam as bençãos dos deuses por causa da emoção por trás do ato, pelo amor que os parceiros sentiam um pelo outro.
Já que não tinha nenhum dos dois teriam de optar pela habilidade. Fazia menos de uma década, talvez mais desde que Arthur fizeram aquele tipo de coisa, mas não tinha muita escolha.
especialmente agora que o pássaro estava envolvido no esquema.
Já sentindo a volta de um pouco de sua energia, Arthur decidiu começar tentou se sentar de modo a encarar, mas o braço que ele tinha ao redor de sua cintura o manteve no lugar. O braço Theodoro foi até o rosto dele, as pontas dos dedos roçando a face, depois do queixo, forçando a encarar. Fitou por um longo momento antes de abaixar a cabeça e tocar os lábios dele com os seus.
Foi um beijo doce, que surpreendeu Arthur, mas que ao mesmo tempo ou deixou desconfortável; não queria confundir as coisas. Eles tinham um objetivo, e ele estava determinado a atingi lo de modo rápido e eficiente quanto possível. Deslizou a língua pelos lábios de Theodoro, e quando a boca dele se abriu ele mergulhou audacioso.
Ele gemeu, e Arthur novamente tentou se levantar para empurrar o de costas e assumir o controle, mais o braço ao seu redor ou segurou ainda mais forte. Théo estava lutando com Arthur, e ele não entendia porquê. Teria perguntado se o beijo não tivesse se transformado de meigo em urgente, com a língua de Arthur passando pela sua invadindo a boca.
Theodoro começou a se mover a, ficando de joelhos e levando o consigo. Deslizou a mão livre pelo peito de Arth, parando um instante para acariciar os pontinhos duros antes de continuar, a descer pelo abdômen e escorregando para parte interior de suas coxas. Arthur suspirou quando ele afagou com os dedos. Segurou o braço, mas não tentou impedi. Não queria que ele parasse; a sensação era ótimo. Se ele estava tentando exita lo estava de acordo, mas por outro lado, ele não poderia ter nenhuma pressa.
Theodoro segurou seu m****o com dedos trêmulos. ARTh gemeu, o quadril movendo de encontro a mão dele. Théo interrompeu o beijo, e a mão que o segurava pela cintura subiu para sua nuca, afagando os cabelos dele o segurou com firmeza fazendo inclinar a cabeça para trás. Beijou novamente, e disse:
-- Estou morrendo de vontade de ver você tendo prazer!
O aperto na nuca se intensificou, e o olha de Theodoro passou por todo seu corpo.
-- Levante a camiseta um pouco, meu lindo. Quero ver tudo!
Seguindo a ordem dele Arth segurou a barra da camiseta e a puxou para cima,parando pouco abaixo do peito largo.
-- Você é uma delícia Arthur Valentin...
Arthur poderia responder, se não tivesse ocupado ofegando, o corpo ondulando com cada estocada dos dedos de Theodoro em seu m****o duro. Ele puxou gentilmente os cabelos dele outra vez, e ele se inclinou um pouco mais para trás.
-- Levante um pouco mais a camiseta...
Outra vez Arth obedeceu, Sem questionar.
-- Obrigado. -- Ele murmurou, antes de envolver o mamilo com a boca e começar a sugar. Com as mãos segurando a camiseta, e o corpo arqueado em uma posição tão estranha, Arth percebeu que não podia fazer nada naquele momento, é certo sentir o quê Theodoro estava ali fazendo. E o que ele estava fazendo era muito, muito gostoso. Mesmo com a boca no peito de Arthur, Theodoro não tirava os olhos de sua mão que se movimentava sobre o m****o duro dele. Nunca sentirá nada assim. O modo como ele mexia os dedos ao seu redor estava levando a loucura. Queria fazê-lo chegar ao o*****o daquele jeito. Queria ficar ali observando se contorcendo e sua mão. Mas ainda não estava na hora, ele precisava de mais.
Antes de tirar a mão, Theodoro usou o polegar para acariciar a f***a inchada acima do m****o de Arth devagar, até notar que as pernas dele começaram a
tremer. Foi nesse momento que ele parou Arth deixou escapar um gemido estrangulado, ele sentiu seu corpo tensionar em seus braços. Antes que ele pudesse se afastar, algo que estava tentando desde que havia começado, ele levantou a camiseta de vez passando pela cabeça dele e jogando para fora do círculo. Então deitou no chão levando ele em seguida. As pernas colocando as sobre seus ombros. Roçou o nariz contra parte mais sensível, a visão do seu m****o inchado e avermelhado o líquido pré seminal já sendo expelido por conta do prazer igualmente sua lubrificação natural. Ouviu ofegar e notou que estava perto demais do clímax ponto baixou a boca e deslizou a língua na entrada de Arthur. Ele gemeu e arqueou as costas, e mexendo o quadril maS Theodoro segurou suas pernas com força, querendo impedindo de se mover até que fosse permitido. Gostava de tê-lo daquele jeito: preso, e******o e a sua mercê.
Theodoro lambeu e mordiscou, chupou até que ele estivesse as pondo as unhas no chão, então começou a sugar a cabeça seu ponto mais delicado, mordendo levemente até o corpo de Arthur ficar tenso. Continuou chupando sem dar a mínima ideia para suas reações exageradas. Deslizou a língua da base ao topo, onde envolveu seus lábios e fazendo delirar tentando se soltar de uma forma inútil, Arthur gemia de forma manhosa, proferindo palavras desconexas e em a maioria xingamentos levei os dedos da sua boca e ordenei:
-- Chupe.
Arthur chupou como se fosse o mais doce dos pirulitos, e gemeu vendo a sua entrega. Tirando os dedos de sua boca carnuda gostosa os levei ao seu ânus, que estava contraindo, introduziu o primeiro Arthur quase saiu do chão, coloquei o segundo fazendo vai e vem bem devagar, depois do terceiro Arthur estava pronto para explodir de prazer. Foi só então que Theodoro parou: Arthur bater os punhos fechados no chão. O som pareceu ampliar através da sala fora da casa. Theodoro pensou ter ouvido gritos do lado de fora da casa, mas não tinha certeza estava desesperado demais para se importar.
sabia quando começaram que estavam fazendo aquilo por algum motivo, mas já não tinha menor lembrança dele. De fato m*l podia pensar em outra coisa além do homem em seus braços.
Théo colocou as pernas de Arthur no chão e se inclinou sobre ele, a mão encaixada em seu rosto o olhou para ele que tentava resistir.
-- Não Theodoro...
Mas ele não pode se conte. E nem queria. abaixou si indireitando o corpo, não se deitou sobre ele em vez disso estender o seu seu lado, a perna direita pressionada entre as coxas de Arth, a mão pagando o rosto.
-- Como você é lindo!
-- Isso...-- Ele engoliu em seco, respirando fundo. -- ... Não vai ajudar em nada.
-- Ajudar o quê?
e então ele estava beijando, devagar com calma como se tivesse todo tempo do mundo. Arthur tentou se afastar, mas a mão que ele mantinha em seu rosto o prendia no lugar o joelho entre suas pernas pressionava seu m****o, mantendo o no limite. Ele beijou até que ARTh devolvesse a carícia, quando então Theodoro se sentiu confiante o suficiente para tirar a mão do rosto dele e desliza lá por baixo do seu corpo. Ele provocou lhe os p****s, acariciando depois do abdômen trincado de gomas, enquanto continuava a beija lo, abandonando se a beleza daquele homem, banqueteando em cada detalhe seu.
Quando achou que não iria aguentar mais nem um segundo, Arthur enterrou as mãos em seus cabelos e começou a esfregar o m****o em seu joelho, incansavelmente. ele não sabia o quanto tempo fazia que estava assim simplesmente apreciando um ao outro. Mas tinha certeza de quero momento de dar o passo seguinte: colocando o de bruços e deslizando os braços sobre ele, levantando até que estivesse de joelhos.
Arthur levou a mão ao m****o para se tocar, mas Theodoro queria controlar o prazer dele então segurou o braço para trás das Costas, segurando os pulsos dele com uma das mãos, enquanto com a outra guiava seu m****o para penetra.
Theodoro nunca estivera dentro de um homem sem p**********o, nem mesmo em sua primeira vez e o pensamento estava prestes a fazer isso e justamente com Arthur deixando tão e******o que era quase dolorido.
Encaixando dentro do corpo dele, retirou a mão e si endireitou acariciando as costas. Arthur se apertou ao seu redor fazendo fechar os olhos pela intensidade da sensação. Respirou fundo e em seguida investiu, penetrando fundo.
Ambos ofegaram, Arthur choramingando quando Theodoro ficou imóvel dentro dele por um longo instante. A cabeça dele estava inclinada para trás a respiração entrecortada. Tinha que admitir que não sabia se já havia experimentado algo tão impressionante quanto está dentro daquele homem. Talvez fosse apenas impressão, mas era realmente fantástico.
Os dedos de Arth se remexer em sua mão e ele sentiu que Arth estava mais do que pronto. Apertou mais os pulsos dele segurando o ombro direito com a mão livre, mantendo no lugar. Ele afastou quadril voltou a estocar.
Arthur gritou e tornou a gritar cada vez que ele entrava nele, cada vez que Theodoro penetrava. Quando parecia prestes a explodir, Theodoro parava movendo lentamente. Depois da terceira vez que ele fez isso Arthur ofegou:
-- Theodoro... Por... Favor...
Incapaz de esperar mais, ele soltou o ombro e levou a mão ao m****o de Arthur. Ao roçar os dedos contra a f***a de seu prazer, o corpo dele imediatamente começou a tremer. Theodoro ô penetrava com força enquanto com a a mão atraia seu organismo.
Quando o clímax chegou Foi tão poderoso quanto um furacão, todo o corpo dele se apertando antes de explodir ao seu redor. Theodoro se abandonou com um grito e com os dedos ainda se movendo em Arthur teve um o*****o intenso o corpo estremecendo sobre dele.
Quando tudo terminou, ele desabou sobre Arthur presumindo que a sua mente estivesse ele pregando alguma peça, viu uma luz relampejar ao redor deles assim que seus corpos nus se tocaram, atravessando a sala e saindo para o exterior da casa. Foi a última coisa que ele viu também antes de tudo se apagar.