capítulo:11

2671 Palavras
Arth ouviu batida á porta e Ficou aliviado ao perceber que se tratava apenas de um ser humano, em vez de outra... Coisa. Sentindo-se um pouco confuso e perguntando se porque estava no em sua sala, Ele olhou em volta, contudo a luminosidade que entrava pela janela o impossíbilitava deixei concentrar em detalhes. No entanto, havia percebido uma coisa: não estava sozinho. Olhou para trás, e viu que que não estava ali dormindo perto dele, ele estava virado para o outro lado, com os braços ao redor de si mesmo como se estivesse com frio. Arthur também sentia frio. Estava congelando, na verdade. Talvez o aquecedor houvesse pifado durante a noite. Não sabia o que tinha acontecido e também não estava interessada em saber naquele momento específico, porque as batidas começaram. -- Já vou, já vou! Espera um pouco! -- Apressou-seem levantar e já estava prestes a abrir o círculo que criaram na noite anterior... Mas ele tinha desaparecido. Oh céus! O sangue, o sal, o poder... Tudo sumira! Aquilo era estranho. Na maioria das vezes, o poder dos seus círculos durava por 24 horas, a menos que fosse quebrado por outra pessoa. e os item que usava para criá-los duravam até que eles limpasse. Examinou a sala e não viu nada que surgisse que aqueles que queriam entrar tivessem conseguido. Apenas para se sentir mais tranquilo, ele tomou o cuidado de dar uma olhada pela casa, e Estava bastante confiante de que não havia mais ninguém ali. Foi até o sofá pegou o cobertor. Enrolou-o sobre seu corpo nu e caminhou até a porta da frente. Mas foi devagar, pois seu corpo estava dolorido como se houvesse percorrido uma maratona no dia anterior. Chegando a porta, ele suspirou fundo encheu-se de coragem e abriu a porta. Tudo o que conseguiu ver foi um Largo trecho de peito que ocupava toda a extensão da sua entrada. Ergueu o olhar e deu de cara com um homem de quase dois metros de altura. -- Olá, xerife! -- Sr. Valetin!-- Ele ou comprimentou com aquela voz grave e inacreditável, meneando a cabeça. Os dedos tocando a ponta do boné do departamento de polícia. Arthur era obrigado a admitir: a despeito de toda sua rabugice, O xerife sempre foram um homem muito pólido. O perfeito cavaleiros coreano. Arthursoprou para afastar uma mecha do cabelo que insiste em cair sobre sua testa. -- Em que posso ajudá-lo? -- Gostaria que me explicasse uma coisa. -- Bem, se estiver ao meu alcance... -- Porque acho que ficou tão frio e nevou? Arthur franziu a testa. -- Desculpe xerife, mas acho que não entendi direito. -- Neve, SR. No auge da primavera. Ele deu de ombros. -- Provavelmente foi uma tempestade fora de hora . -- Eu acreditaria nisso, se não fosse - E neste ponto ele moveu os ombros, de modo que ele pudesse ver o que havia por trás.- Por todas as flores que estavam brotando em todo lugar, durante uma tempestade de neve, acho que nunca vi isso em toda minha vida. Arthur saiu na varanda e olhou para fora. Estava completamente acordado agora, e acordado e estupefato. Ele nem tinha flores no Jardim! Não tivera ânimo para plantá-las. E agora havia maldito Jardim cobrindo toda a frente e as laterais da casa, e seguia pelo caminho que dava para dentro da floresta. -- Isso pode ser visto na cidade inteira. -- O reclamão continuou. -- Flores e neve cobrindo tudo. Estava esperando que pudesse me explicar isso. -- Eu...-- Ah, d***a! Ah, d***a! Ah, d***a! -- O que está havendo? -- A voz veio por trás de Arthur ele se encolheu, imaginando porque o maldito lobo não podia ficar quieto até ele ter se livrado do Gregório. O xerife olhou para Theodoro, depois para Arthur. Em seguida notou o quê Theodoro estava nu, é excerto pelo cobertor que estava enrolado ao redor do seu quadril. Então reparou o quê Arthur também não vestia Nada, é exceto pelo cobertor que o cobria. -- Espero que isso não seja algum problema com o qual eu devo me preocupar, senhor Valetin. -- Gregório murmurou meio sem jeito. -- Ah! Não, a neve vai derreter e... As flores sempre podem ser cortadas, não é mesmo? A menos que alguém queira mantê-las. Claro, por certo. Ela nos trarão anos de alegria. Gregório grunhiu. -- Um grunhido de verdade e voltou para ir embora. Arthur o observou descer os degraus da varanda, e quanto mais ele se afastava. Mas ele conseguia enxergar o que estava atrás dele o tempo todo... Seu círculo de bruxos. Os olhares deles passavam entre Arthur e Theodoro, enquanto seu rosto continuava com expressões impassiveis. estavam vestidos em roupas grossas de inverno, e cada um tinha nas mãos um copo de café Starbucks, exceto Kaleb que sempre levava a sua própria caneca de viagem, já que era viciado em cafés caros. Gregório,com meneio de cabeça, cumprimentou os bruxos e deu a volta em sua preciosa van SUV, entrou nela e foi embora. Theodoro dê um passo para fora, ficando ao lado de Arthur. -- Acho que funcionou. -- É. Parece que sim. -- Acha que eles voltaram? -- Duvido muito. -- Tudo bem. Ambos se viraram ao mesmo tempo se encararam. -- Arthur...-- Theodoro começou. -- Obrigado. -- Ele falou, suavemente. Em seguida ou empurrou para fora, fechando a porta, passou o trinca foi tomar banho. Theodoro parou na varanda, algumas lâminas de gelo incomodavam a sola do seu pé esquerdo. A porta bateu, e ele virou a tempo de ouvir o trinco se fechando. Olhou para a porta com a boca aberta, completamente surpreso. Arth acabará e expulsar de sua casa. Sem café da manhã, tem uma transa para começar bem o dia, sem nada! foram tratado muito melhor pelas leoas, no dia seguinte de um acesso de tequila no piquenique anual de 4 de julho. E não era só isso! O chão estava coberto de neve. Ele o colocar a para fora, na neve! Tornou a encarar a porta, pensando se devia abrir as trancas com cuidado ou simplesmente arrombar a porta aos chutes mas antes que pudesse fazer qualquer coisa, Gail estava ao seu lado, puxando suas próprias Chaves e abrindo a porta. ele ficou de lado segurando a porta aberta para que os bruxos pudessem passar. Todos o olhavam ao passar, mas nenhum, nem mesmo pequeno Craig, falou com ele. E quando Kaleb, o último deles, afinal entrou o observou por um longo instante antes de balançar a cabeça e fechar a porta em sua cara. Ele tinha sido literalmente dispensado. Por bruxos! jogado para fora como um saco de lixo, e não havia gostado nem um pouco da sensação. Mas não era tão simples assim. Era por Arthur que ele frazia a testa em sinal de preocupação, algo aliás, que ele se orgulhava de não fazer. Já que a maioria dos homens de sua família de sangue e a por casamento, parecia ter nascido com a testa franzida. Era o alto sacerdote que o fazia querer chutar a porta, lançar outros bruxos para fora, antes de joga lo contra a parede e f********r com ele até perder os sentidos. Fazê-lo gritar seu nome para que todos na cidade ouvissem e soubesse que... Que... Deus do céu! E soubesse a quem ele pertencia. A única coisa que Arthur dissera que não queria que acontecesse. A única que ele não tinha interesse nenhum. Não queria ficar "preso", fora que ele havia dito. E disseram que aquilo do mesmo jeito que alguns dizem "imposto de renda". Théo levantou a cabeça. Mas o que estava fazendo? Tinha sido apenas Uma noite. Uma única vez. resolvendo que a última coisa de que precisava era voltar para aquela casa, ele levantou o pé, tirou a neve dos pés transformou em lobo e saiu do território do bruxo. Arth saiu do chuveiro. Tinha esfregado cada centímetro de seu corpo, tentando tirar o toque de Theodoro Máximo de sua pele, mas ainda podia sentir em toda a parte por dentro e por fora. E não gostava disso. Não gostava, porque uma vez que terminavam relacionamento, estava terminado. mesmo com seu ex-marido, ele não tiveram o hábito de ficar sentindo depois que haviam feito amor. Ao contrário, esquecia dele assim que ele virava as costas, e gostava das coisas daquele jeito. Considerava isso um habilidade, de fato e apreciava bastante. Então, onde é que estava maldita habilidade agora? Enrolando uma toalha na cintura, saiu para seu quarto e encontrou os bruxos espalhados sobre a cama, o piso e a penteadeira. Gab estendeu um copo de café, quê Arth aceitou com gratidão. Todos observavam enquanto ele bebericava o café, e eles encaravam de volta. ele tinha certeza de quanto tempo se passou assim, até que finalmente disse: -- E então? Gay ,sentado na penteadeira que continha todos os itens de bruxaria mais usados por Arthur, levantou a perna até apoiar o salto da bota na borda do móvel o braço envolta do joelho: -- Então... tenho de dizer que estamos muito orgulhosos de você neste momento. Arth pensou que nada surpreenderia mais do que esta frase, especialmente vinda do seu primo. Mas não tinha imaginado a sentença que viria a seguir. -- Porque eu apostei um dinheiro alto, achando que você sacrificaram um humano para sair dessa encrenca com Angus. Nunca me ocorreu que iria apelar para magia s****l. -- Estamos tão aliviados que não tivemos de mata-lo! -- Gab completou , batendo palmas de felicidade. E tudo o quê Arthur conseguiu fazer foi olhar para aquelas faces estão alegres. Theodoro estava esticado sobre uma grande rocha quando viu seus pais. Ambos estavam embrulhados em roupas de inverno, e sua mãe segurava um ramo de flores em uma das mãos e a mão de j**k com a outra. Estavam rindo e conversando, felizes em aproveitar o dia, da mesma forma que o restante da cidade. Ao se dirigir aquele local, Theodoro vira seus vizinhos construindo bonecos de neve, jogando bola de Neve isso nos outros, descendo as colinas de trenó e caçando cervos Até que a neve em alguns locais estivesse manchada de sangue. se alguém estava preocupado com o fato de haver uma súbita nevasca junto com uma floração excepcional, não estava demonstrando. Foi sua mãe que o viu primeiro. Sorriu e acenou, enquanto j**k se aproximava. -- Bom dia, meu filho. -- Ela beijou sua testa eu afagou o pescoço. -- Lindo Bom dia, não acha? Théo uivou em resposta, e ela o beijou de novo. -- Vou até ali pegar um pouco daquelas flores azuis. São tão lindas! -- Tenha cuidado. -- j**k a previniu, antes de se apoiar na pedra, os braços cruzados. -- Isso é muito estranho, sua mãe adorou, mas a Neve e as flores... Eu acho muito esquisito. Théo riu, o som saindo como um murmurio e suave: -- Nunca gostei dessas coisas de bruxos e bruxas. Não parece natural, você quer saber o que eu acho. "Mas se transformar de humano em puma... Ah, sim completamente natural". -- Mas eles têm um propósito aqui, então eu não reclamo. Você reclama sempre que respira. -- Enfim, quando vi tudo isso assim que acordei, liguei para os outros anciões e a senhora Gwen pediu para Gregório desce uma olhada. fiquei meio surpreso ao ouvir que você estava na casa do moço nu. "Nunca fui muito fã de f********r vestido". Jack encarou. -- Vai me responder ou vai ficar aí sentado me olhando, como um cachorro grande e burro? -- Não sei o que quer que diga. -- Você teve algo a ver com isso? -- Eu estava lá para oferecer uma mãozinha... -- Só uma mão? -- Talvez... -- Sei. -- Jake balançou a cabeça. -- Não sei em que estava pensando, rapaz envolvendo com esse homem... -- Não estava me envolvendo com nada, papai. Ele me jogou para fora depois que Gregório saiu. -- Isso surpreendeu você? -- Um pouco. -- Ele é um garoto frio, não importa o quanto sorria. Tem sorte dele não ter dado um tiro na sua nuca quando terminou com você. -- Ele não é tão r**m. Jack deu de ombros. -- Nunca me dei ao trabalho de gostar de quem quer que seja. -- Encarou Namjoon. -- E você é um tonto se acha que vai conseguir domá-lo. -- Quem disse que estou tentando domá-lo? -- É o único jeito de segurar alguém como Arthur Valenti. Ele é como um cavalo selvagem, que só o deixa levantar para poder lhe acertar um coice na cabeça. -- Obrigado. Acaba de me fazer sentir muito melhor. -- Isso também não é meu trabalho. -- Vamos Jackie! -- Millie chamou o rosto vermelho pelo frio. -- Vamos até a cidade tomar um chocolate quente. Antes que o tempo esquente de novo. -- Ela olhou para o filho preocupada. -- Minha nossa Theodoro! Vista alguma coisa, antes que fique doente querido! -- Sim, senhora. Jack se levantou, olhando para mãe de Theodoro de um jeito que ainda ou deixava desconfortável. O padrasto podia disfarçar aquele tipo de coisa! -- Você tem certeza, sobre o jantar com Buck? -- j**k perguntou. -- Não. Mas estaremos todos lá. Vou me assegurar de que mamãe esteja a salvo. -- Não há dúvidas de que aquele sujeito está aqui por algum motivo. Mas, não acho que seja por ela. Não desta vez. -- Ele disse que quer estender ponte, ou alguma bobagem assim. -- Você acredita nele? -- Digamos que estou tomando todo cuidado. j**k a sentiu e foi atrás da mãe de Theodoro. -- Fico contente que esteja fazendo alguma coisa. -- Obrigado pelo apoio papai. -- Que seja. Arthur vestiu um jeans, moletom, botas e casaco com barra de pele, andava pisando duro pela floresta coberta de Neve, enquanto seu círculo o seguia. -- Não Achei que ele ia levar para o lado pessoal. -- Gail falou, logo atrás dele. -- Tem razão. -- Arthur disparou. -- Por que eu deveria levar para o lado pessoal Se as pessoas mais próximas a mim acham que eu sou um sociopata assassino? -- Nós não achamos isso. -- Contrapôs Craig. -- Não é nada demais. -- Mentiu Arth. -- Na verdade, isso me permitiu liberar minhas tendências homicidas, acho que vou dizimar a cidade, depois o mundo! -- Arthur Valentin! -- Gail agarrou a jaqueta e forçou a se virar. -- Dá para parar? -- Não quero parar, quero andar. -- Não podemos simplesmente conversar? -- Implorou Gabriel. -- Um minutinho por favor! -- O que é para conversar? Gail levantou as mãos. -- Ei, eu não quis dizer... -- Que meu próprio primo acha que eu deramaria sangue inocente? Porque foi mais ou menos o que você disse. -- Mas Não foi bem o que eu queria... -- E você sabia! -- Arth acusou-o. -- Você sabia o quê Angus estava fazendo. Mas estava tão ocupado me testando... -- Eu precisava saber o que você faria. Até onde iria. -- Gay defendeu-se. -- Ah, Ah! -- Arth gritou, esperando os quatro homens, enquanto gesticulava Como se quisesse dispensar seus círculo de bruxo. -- Caiam fora! Todos vocês! -- Arthur... -- Rico. -- O Falcão desceu entre Arthur e os bruxos. -- Não deixe que me sigam. Rico ergueu suas garras e vou na direção dos quatro homens. Ignorando os gritos de pânico, e o som dos passos apressados em fuga, Arthur girou sobre os calcanhares e saiu pisando duro. Não sabia porque estava bravo, mas... minha nossa! como não pode notar? Como pode não perceber que seu círculo pensava assim a seu respeito? Mas ele sabia não? Estava contente por saber porque isso abria outros caminhos. Não tinha mais que se preocupar com os bruxos. Não precisava se preocupar em desaponta los, ou colocá-los em perigo, nem nada do tipo. agora sabia que deveria ter sido um praticante solitário. Os bruxos do seu círculo estavam segurando o seu desenvolvimento! Bem! Não mais!
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