Capítulo:12

2546 Palavras
De agora em diante, seria como eles desejavam que ele fosse. c***l, descuidado, sedento de sangue, e destruiria qualquer coisa ou pessoa que ficasse em seu caminho. Nada impediria! Absolutamente nada! E para provar isso... Arth parou de andar, divizando um jovem servo pastando a grama alta que surgia por entre a neve. Um digno sacrifício de sangue. Primeiro, tomaria alma do animal, depois seu sangue. Aproximou se, e o animal não fugiu. Bom. Era um animal t**o em confiar nele, mas e daí? Ele fora tão t**o quanto ele, confiando em seus bruxos. Mas não cometeria aquele erro novamente. Assim que Arthur ficou perto do animal, ergueu as mãos e, em silêncio invocou poder dentro si. Era tudo o que precisava para destrui-lo : seu poder interior e a vontade de usá-lo. E ele possuía a vontade, de verdade. Bastava olhar para ele. Sim. Iria mesmo fazer isso. Bem agora. A qualquer segundo. o cervo se afastou da grama, chegando mais perto dele. Esfregou se de encontro as suas pernas esperou. Os ombros de Arth se afundaram e ele estendeu a mão, acariciando a cabeça do cervo. O bicho esticou o pescoço e lambeu a mão antes de ir embora. -- Eu sou mesmo um inútil. -- Resmungou, voltando-se para vê-lo partir, mais viu em vez disso, animal ser derrubado de lado. -- Não!!! -- Ele gritou. -- Não, não, não!!! O lobo parou, o focinho envolvendo a nuca do cervo, Dourado pendendo do topo de sua orelha. -- Largue ele, agora! -- Ele comandou e Theodoro estreitou os olhos. -- Por favor. Foi estranho ouvir um lobo suspirar, claramente aborrecido, e vê-lo girar os olhos. Théo soltou o animal e ele fugiu correndo, com sangue a escorrer por seu pescoço. Quando viu que o cervo tinha ido, Arth agradeceu e recomeçou a andar. Porém só tinha dado alguns metros quando parou. Não sabia para onde estava indo, nem para onde queria ir. De volta à Nova York? óbvio, nunca seria capaz de comprar uma casa no antigo condomínio ou qualquer outra naquele local tão caro. e morar com seus pais ou irmãos, mesmo que fosse temporário era equivalente ao curto período que passaram no inferno. Então para onde ir? O que faria? Foi quando percebeu... Pela primeira vez na vida, que se sentia solitário. Sempre por aí sozinho, a natureza de sua personalidade e seus poderes, inatos faziam de sua solidão quase uma necessidade; então estava habituado a isso. Contudo, morando em uma cidade na qual não era amigo de ninguém, com seu círculo de bruxos que pensava o pior dele, e nada para distraí-lo, como um livro ou televisão, Arthur sentiu-se miseravelmente sozinho. E odiou. Piscou, surpresa ao sentir dente ( presas, na verdade) apertando sua mão. Olhou para baixo e Ficou aliviado ao ver que Theodoro não estava tentando arrancar seu braço. Em vez disso, ele lhe deu um puxão, que ele ignorou a princípio. No entanto. Ele era bem parecido com Arthur e não desiste fácil, então puxou mais algumas vezes até que ele começou a andar. -- Há algum motivo para você não se transformar novamente em humano? Ficou tímido? Ele folgou, finalmente largando a mão dele ao sentir-se confiante de que seria seguido. Arthur olhou para neve ao redor, e não pode conter um sorriso. -- Preocupado com que o frio vai fazer o parecer menos másculo para mim? Ele mordeu a perna dele e empurrou o corpanzil de lobo contra o quadril dele fazendo o rir. Não sabia por quanto tempo eles andaram, mas estava ficando cansado, o quê provável que estava na hora de voltar a fazer esteira. Desde que abandonaram o trabalho nas forças da lei passava a maior parte do seu tempo em planos metafísicos, onde sua mente tinha muito mais controle que seu corpo, porque não ajudava a manter sua força física. E pela primeira vez, podia perceber isso. Em algum momento, chegaram a uma estradinha de terra. m*l tinha espaço para um veículo, e Arth adivinhou que era por ali que Theodoro ia de sua casa até qualquer lugar para qual ser dirigisse. Notou que depois de dez meses, ainda não vira o local onde ele morava. Imaginava que fosse muito parecido com a casa de Kylie, um enorme chalé de madeira, que Craig adorava. Era rústico mas com todos os equipamentos necessários, como banheiros modernos e eletricidade. Mas talvez Theodoro quisesse algo menos permanente. Havia duas matilhas de cães selvagens em Damyang uma delas vive em uma casa parecida com aquelas de fazenda, perto dos limites da cidade; e a outra vivia em trailer. A cada 9 meses mais ou menos, eles guardavam tudo e seguiram para mais vinte ou trinta quilômetros, depois se assentavam de novo e era esquisito, mas francamente... Os cães selvagens eram sempre esquisitos, fofinhos, mas esquisitos. Claro, como a maneira como Theodoro sempre parecia vagar pela cidade, ele podia facilmente visualizá-lo em um trailer... Arthur parou quando chegar a última curva, os olhos arregalados em espanto a respiração ofegante. Theodoro seguiu em frente, na direção das portas de vidro conto ele bateu a maçaneta de aço inoxidável com a pata, abriu a porta e entrou. Arthur ainda não tinha se movido, não conseguia. Seu olhar estava preso a casa assomava ali.três andares de vidro, metal e madeira, combinados no que devia ser a mais bela peça de arquitetura moderna que Arth já vira. Após alguns minutos, Theodoro colocou a cabeça para fora: quando ouviu parado no mesmo lugar, trocou de volta e o empurrou o traseiro com a cabeça fazendo guinchar de surpresa, Até que a pressão dele ou fez andar até a casa. A porta se fechou, e ele agora se transformou outra vez em humano, passou por ele. -- Fique a vontade, meu lindo. Voltarei alguns minutos . O viu subir uma escadaria e desapareceu de vista. Arth decidiu seguir o exemplo dele e perambular por ali, todos os pisos eram de madeira, e havia grandes janelas de vidro em todos os aposentos. A cozinha o deixou boquiaberto, com todo aparato em cromo e mármore, enquanto o banheiro do primeiro andar era simplesmente requintado. Tudo bem ele tinha que admitir... A casa de Theodoro não era bonita ou mesmo chique. Era algo muito além disso, era simplesmente fantástica! E o que ele achou mais chocante, era que parecia realmente habitada. De repente, foi invadido por uma vontade de se jogar no imenso sofá Claro e sabia sem precisar pedir, que ele deixaria colocar o pé sobre mesinha de vidro temperado. ao terminar a visita no primeiro andar, foi para o segundo. Havia vários quartos elegantes cada um com seu próprio banheiro, e no final do corredor ficavam escritório enorme. Tinha vista para o mar e Jin suspirou a olhar pela janela. Balançando a cabeça andou por ali e viu os documentos emolduradas que Theodoro tinha pendurado nas paredes. Aproximou-se, examinandos com atenção antes de sair para o terceiro andar. Neste só havia dois ambientes um quarto e um banheiro. Foi no banheiro que Arthur entrou e cruzou o trajeto até o chuveiro, abriu as portas de vidro e encarou Theodoro coberto de sabão e sorrindo, ele aindagol: -- Veio se juntar a mim, querido? -- Você frequentou a Sungkyunkwan University ( SKKU)? Ele estou surpreso. -- Só por quatro anos. ARTh recuou um passinho. -- E depois Cornell nos Estados Unidos. -- Para fazer mestrado. -- Em... -- Arquitetura. -- Ele tornou a sorrir. -- Como você adivinhou? Arth mediu o lobo a sua frente. -- Você é T.N. Máximo? Da T. N. Máximo Design? O sorriso dele ficou levemente convencido e Arthur quis dar-lhe um soco. -- Sim, sou eu. Chocado e indignado, Arthur bateu a porta do Box na cara dele e saiu apressado. Theodoro não fazia ideia do que estava acontecendo com Arthur, Mas de jeito nenhum eu deixaria sair daquela maneira. Arthur já estava do lado de fora da casa e pisando duro na estradinha de terra quando Theodoro correu, cortando-lhe o caminho. um grupo de cientistas para avaliar tinha se transformado outra vez, sem vontade nenhuma de passar frio. Mas seu pelo estava molhado, o que eu deixava bastante descontente. Arthur parou quando ele irrompeu a sua frente e tentou dar a volta. Ele rosnou, mostrando as presas. Arthur fungou e rolou os olhos o que apareceu uma coisa muito ianque de se fazer. -- Saia! -- Ordenou, e tentou novamente contorná-lo. ele continuou a sua frente e chocoalhou ou pelo molhado. Arth gritou, as mãos cobrindo o rosto. -- Ei! Pare com isso! Theodoro parou, mas aproveitou a chance para agarrar a barra da jaqueta dele e derrubaram no chão. Então segurou firmemente e arrastou-o de volta para casa. Arth esperniou e gritou e Namjoon sabia que ele queria enfeitiça-lo, mais não usaria fazê-lo enquanto estivesse em forma de lobo, já que ele ainda não lhe arrancar a sangue. Era o que tentava dizer a j**k: sempre era bom saber um pouco daquela "coisa de bruxo", Pois nunca se sabe quando a informação será necessária. Quando o teve de volta dentro da casa, ele decidiu que só haveria uma maneira de mantê-lo ali até que tivessem conversado. Tinha que deixá-lo nu. E foi o que fez rasgando as roupas com as patas e os dentes.Quando terminou, as implicações dele ainda ressoava em sua mente. Arthur sentou-se no chão com os joelhos erguidos e as palmas das mãos apoiadas no piso. Ele gostava do modo como Arthur não se preocupava em esconder o corpo da vista dele, cobrindo-se todo. E mesmo assim... Deus do céu, se olhar matasse! ele se transformou mais uma vez e apoiando-se nas mãos e nos joelhos diante dele, Perguntou: -- Não está melhor assim? Arthur levantou a mão rapidamente, segurando o braço dele girando-o até ele está deitado de Costa no chão. -- Eu vou arrancar esse negócio! -- rosnou. Theodoro o segurou pela cintura, pressionando o corpo dele contra o seu e deitou em cima dele. -- Solta!-- Ele ordenou, agora que o tinha indefeso. -- Nem no inferno!-- Arth esbravejou. Theodoro sabia que se soltasse a cintura dele para tentar segurar as mãos, Arth cumpriria a promessa e arrancaria a argola dourada de sua orelha. Desesperado, apossou da lateral do peito de Arthur com a boca e liberou as presas, até encostar las na pele dele. Arth ofegou! -- Nem pense nisso! Ele rosnou. Um rosnado forte, lupino, assegurando-se de deixar a mostra todos aqueles dentes que cuidava tão bem. -- Tudo bem, tudo bem... -- Arthur abriu a mão soltando a orelha de Theodoro. -- Obrigado. -- disse, antes de pressionar os lábios no local que estiveram apertando os dentes. -- Acho que não. Ele sorriu e aproximou os lábios do mamilo. -- acho que não, o que ? -- Não vamos fazer isso de novo. Theodoro beijou a ponta do mamilo. -- Tem certeza? -- Girou a língua ao redor da aréola, gostando de ouvir a mudança na respiração de Arth. -- Estou com a tarde livre. -- Não ligo se você está livre até...-- As costas de Arthur se arquearam, quando ele começou a sugá-lo gentilmente. -- Não há razão. -- Ele ofegou. -- Para fazermos isso outra vez. -- E quem precisa de alguma razão. -- Murmurou ele, soprando sobre a pele molhada. -- Além de estar com vontade? -- Eu... Eu tive uma manhã péssima. -- A minha não foi muito melhor. -- Théo deixou uma trilha de beijos até o outro mamilo. -- Você me mandou embora como se eu fosse uma p********a barata. -- Então você quer me provar algo? -- Não! -- Com os lábios, ele acariciava, depois mordiscava o outro mamilo. -- Quero fazer algo. Arthur precisava sair dali. Precisava sair dos braços dele e daquele sonho que ele chamava de casa, e ficar tão distante quanto possível dele sem parecer que estava fugindo. Tinha sua dignidade afinal. A verdade era que Arth não tinha ilusões sobre quem era e o que queria. Seu círculo de bruxos podia não conhecê-lo, mas ele se conhecia muito bem. Manejava todo aquele poder e não conhecer a si mesmo era simplesmente uma receita de desastre; e no final, o que entendia era que não podia se envolver com aquele homem. Não podia se prender permanentemente aquela cidade ou aquela vida, não quando havia muito mais lá fora esperando por ele. Mesmo sabendo de tudo isso, ainda não conseguia arrastar seu corpo de onde estava, embaixo dele, esse aí para neve afastando-se daquela cidade maluca de uma vez por todas. poderia recomeçar em qualquer outro lugar. Não precisava voltar a Nova York. Diabos, nem precisava continuar na Coreia! Havia fontes de poder no mundo inteiro, esperando que ele as escolhesse. O problema era: O poder captado ali, Arthur jamais encontraria em outro lugar. Theodoro moveu-se e segurou as pernas de Arthur. Ele as dobrou, o joelho pressionados contra o peito dele, depois aí separou, as mãos grandes e fortes prendendo-o no chão. Sua boca comprimiu-se contra a i********e latejante, a língua saboreando a excitação causada pela luta, enquanto os dedos afundavam-se nas coxas dele. Gemendo Arth bateu as mãos contra os ombros de Théo, tentando afasta-lo, mas ele não se mexeu. Em vez disso, sua língua foi para a f***a da sua glade inchada, acariciando a cabeça rosada, até que ele se contorcer-se de prazer. Neste ponto, Arth desistiu de tentar afastá-lo e agarrou lhe a nuca, as mechas molhadas do cabelo dele apertando entre os dedos, enquanto puxa para junto de si. Théo sugou a cabeça sensível de Arth, quando ele arqueou o quadril. Sorrindo, ele acariciou o comprimento do seu m****o com a lingua, deixando que os gritos roucos dele o invadissem. Quando ele lhe implorou que parasse, sua ereção estava no auge, e ele já não conseguia pensar em nada além da necessidade de estar dentro de Arth. Movendo para cima do corpo de Arth, beijando toda a pele seu caminho, até juntar sua boca a dele, deslizando a língua por entre os lábios carnudos enquanto o penetrava. Ele soltou um gemido sufocado, o corpo estremecendo ao recebê-lo. Arthur levantou as mãos e sem pensar, o lobo dentro dele instintivamente agarrou os pulsos e o prendeu no chão, ao lado da cabeça dele. Aquele simples movimento fez com que ele ficasse ainda mais úmido e receptivo. Théo usou o peso do corpo para prender-lo ao chão enquanto estocava, dando tudo de si tomando tudo que ele podia lhe oferecer. Ele sentiu tencionar, o clímax se aproximando, mas sabia que podia se conter por mais tempo. Ou foi o que pensou, até senti-lo explodindo de prazer. Com a cabeça inclinada para trás ele gritou, os braços ainda tentando escapar; as pernas envolvendo sua cintura com força, os calcanhares afundando-se em suas costas, então ele não conseguiu mais manter seu controle. Enterrou a cabeça na curva do pescoço de Arthur e rosnou, o mundo desmanchando-se ao seu redor, até não restar mais nada e ele desabafa sobre ele. Seu corpo todo estremecer, como na primeira vez em que se transformará, quando tinha apenas 13 anos sem saber o que fazer em seguida. Claro nesse exato momento, também não tinha a menor ideia do que fazer em seguida.
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