Melissa . . .
Acompanho ele até a porta, espero ele sair para eu
trancar a porta. Acabo de trancar a porta e viro vendo
que ele já chamou o elevador.
- Vai fazer algum bagulho sábado? - Pergunta assim que
entramos no elevador, ele apoia uma mão no espelho e a
outra na barra lateral da parede me encurralando.
Sorrio sentindo sua perna raspando de levinho entre o
meio das minhas.
- Creio que não. - Molho os lábios deixando minhas mãos
apoiadas na sua cintura. - Por quê?
- Vai ter baile lá na comunidade. - Diz entretido em passar
o indicador esquerdo sobre o meu seio. - Tu podia colar
lá. - Fecha a mão sobre o meu peito me proporcionando
uma sensação gostosa.
A sensação de saber que a qualquer hora alguém pode
entrar no elevador deixao ambiente mais prazeroso.
- Não sei.. - Um gemido escapa dos meus lábios quando
seus joelhos são pressionados no meio das minhas pernas.
- Você não vai se arrepender se for. - Sussurra próximo
ao meu ouvido, em seguida deixa uma mordida em meu
queixo se afastando quando a porta do elevador se abre.
Esquisito, esquentou do nada, né?
- Calor, gatinha? - Provoca destrancando o Audi preto.
- Estou sentindo nenhum não, achei que até esfriou, acho
que vou colocar até minha blusa de frio. - Me faço de sonsa.
Deixo minha bolsa no colo enquanto ajeito a gola da blusa
social de trabalho.
-Tu fica gostosa com essa roupa.
- Eu sou gostosa de qualquer jeito.
- Sem roupa mais ainda, cria, esquece. - Fala com o
sotaque arrastado, daquele jeitinho que eu não gosto nem
um pouco.
Sou apaixonada pelo sotaque Carioca, ouvir Relíquia
falando com esse sotaque e com a voz grossa me deixa até
aérea.
Sinto sua mão firme em minha coxa e sua b0ca quente
distribuindo beijos lentos na área do meu pescoço. Arfo
acariciando sua nuca, aperto minha perna uma contra a
outra tentando aliviar o incomodo entre elas. Sua boca
sobe para o meu maxilar e sua mão ocupa o espaço onde
Sua boca estava segundos atrás.
- Relíquia.. - O chamo, mas sai como um gemido, procuro
o resto de sanidade que me resta para pedir que ele pare
já que alguém pode nos pegar.
- Hum? - Murmura afastando a boca dando um leve aperto
no meu ponto fraco.
- Aperta mais. - Peço olhando em seus olhos que agora
estão escuros transmitindo luxúria. Sua mão se encaixa
perfeitamente no meu pescoço apertando.
Sorrio sem tirar os olhos do seu sentindo meu
formigamento aumentar. Pego sua mão que está na
minha cOxa a levando para o meio da minha perna, gemo
sentindo o seu toque mesmo que seja por cima da calça.
- Abre a calça. - Manda autoritário próximo ao meu
ouvido.
Abro o botão da jeans e o zíper ansiosa para sentir seu
toque diretamente na minha pele.
-Você tem cinco minutos. - Aviso deixando uma mordida
em seu lábio inferior.
Sinto sua mão gelada escorregar para dentro da minha
calcinha. Fecho os olhos abrindo um pouco da boca.
- Te faço gozar em menos de cinco. - Segura meu maxilar
me obrigando olhar em seus olhos.
Seu dedo médio passeia pela minha entrada espalhando
minha lubrificação, que nesse momento não é pouca
pelos meus lábios. Seu dedo sobe com a lubrificação
para o meu c******s, gemo sentindo o seu toque no ponto
específico. Movimentos circulares começama serem
feitos, fecho os olhos com a tortura dos seus dedos lentos.
- Abre o olho, Melissa. Quero vê o teu olho revirando
enquanto te fodo. -É autoritário, obedeço sentindo o meu
corpo ferver. - Boa garota. - Sorri malicioso intensificando
seus movimentos.
Seguro em sua nuca e trago a sua boca para mim, tomo 0s
seus lábios em um beijo quente e com luxúria. Sua língua
invade minha boca no mesmo momento que os seus
dedos entram em mim.
Largo os seus lábios sentindo o vaie vem dos seus dedos,
tombo a cabeça para trás encostando no banco, deixando
um gemido escapar.
- Ô, meu Deus.. - Gemo - M-mais rápido. - Peço atordoada.
Seus dedos se intensificam dentro de mim, sendo
penetrados com firmeza, gemo alto sentindo o seu
indicador massageando o meu c******s.
- Geme baixo, Melissa. - Ordena fazendo mais pressão no
meu c******s.
Caralho, como ele quer que eu não faça barulho? Sendo
que os seus dedos me fodem prazerosamente, me
causando sensações gostosas de prazer.
A qualquer hora alguém pode passar em frente do carro,
a sensação de ser pegos deixa tudo mais gostoso.
-Onw. Relíquia, p***a! - Apoio uma das mãos no vidro.
- Geme pra mim. - Me instiga distribuindo beijos pela
região do pescoço.
Sorrio e puxo sua nuca, aproximo do seu ouvido e
mordisco a sua cartilagem.
- Isso.. - Gemo chamando pelo o seu nome. - c*****o! Você
me fode.. tão.. - Finco as unhas na sua nuca quando os
seus movimentos são intensificados.
Arqueio a coluna movendo o quadril contra os seus
dedos, sinto que a cada penetração estou quase lá. Mordo
os lábios tentando segurar.
- Não segura, vem pra mim, vem.. Relaxa e goza. -
Sussurra com a voz rouca curvando os dedos atingindo o
meu p*****g.
As minhas pernas tremem, enquanto o meu coração
acelera ainda mais. Ergo a coluna sentindo uma corrente
elétrica percorrer por cada canto do meu corpo, me
fazendo atingir um forte orgasmo.
Encosto a coluna no acento do carro sentindo leves
espasmos, enquanto minha parede vaginal pulsa em volta
de seus dedos.
Solto um gemido fraco sentindo os seus dedos deslizam
para fora de mim. Noto o meu líquido em seus dedos, ele
leva os dedos até a boca chupando os mesmos. Que cena!
- Quantas horas? - Pergunto respirando fundo.
- Quinze pra sete. - Agradeço deixando minha bolsa no
chão do carro.
Resolvo ir correndo no meu apartamento me limpar, não
vou conseguir ficar assim até chegar da faculdade.
- Vou me limpar rapidinho, já volto. - Aviso abrindo a
porta.
- Rápido, Melissa. Tenho minhas pendência. - Murmura
digitando algo no celular, reviro os olhos não rendendo
assunto.
Subo correndo para meu apartamento, me limpo
rápidinho no banheiro aproveitando para trocar de
calcinha, não levo nem três minutos para fazer isso.
Quando volto para o carro Relíquia ainda está no celular.
- Pronto. - Pego a bolsa e coloco no colo.
Saímos da garagem passando pelos seguranças, avisto um
diferente nunca o vi trabalhando aqui, acho que conheço
ele de algum lugar, talvez de uma festa. Deixo isso pra
lá e encosto minha cabeça no encosto do banco. Fomos o
caminho todo emn silêncio, o único som era do rádio que
tocava baixo.
- Tá entregue. - Fala assim que para o carro em frente do
dentista.
- Obrigada pela carona. - Agradeço abrindo a porta.
Me despeço dele não sabendo quando vou o ver de novo,
já que não sei se vou ir sábado na comunidade. Vejo o
Audi se afastar, fico na rua até o carro sumir das minhas
vistas. Arrumo a bolsa entrando na clínica que trabalho
Como secretaria.
- Bom dia. - Desejo a Michelle, dona da clínica ao entrar
em sua sala.
- Bom dia, Melissa. - Responde sorrindo organizando seu
material. - Você chegou mais cedo?
- Acho que cheguei no horário normal. - Tiro o celular da
bolsa vendo que é seis e cinquenta e cinco. - Cheguei cinco
minutos mais cedo. - Falo saindo da sala, deixando minha
bolsa sobre a mesa de trabalho. - Não vim de ônibus hoje,
deve ser por isso.
- Perdeu cinco minutos de sono. - Brinca, apoio no batente
da porta rindo. Se você soubesse que não dormi quase
nada. - Não dormiu, por quê? - Só agora percebo que
pensei em voz alta.
- Fiquei com insônia essa noite. - Falo a primeira coisa
que vem em mente.
- Teve uma época que eu estava tendo bastante insônia,
compra depois a flor de camomila e faz chá, foi a única
coisa que me ajudou.
- Se eu me recordo, já ouvi falar do chá da própria flor,
é bem melhor do que remédio, né? Tomar remédio para
dormir é horrível, é um sono muito pesado. - Comento
lembrando da vez que tomei remédio para poder dormir.
- Nem me fala, a gente vai em médico e eles indicanm uma
penca de remédio. - n**a vestindo seu avental. - Tem uma
paciente marcada para agora mesmo, né?
- Tem, ela marcou as sete em ponto.
Fico conversando com Michelle até a paciente chegar,
Michelle além de boa chefe é uma boa colega, trabalho
para ela desde que me mudei para o Rio, me adequei
super bem com o trabalho. Sento na cadeira ficando atrás
da mesa onde Vou passar o restante do dia, vou parar só
para almoçar. . .
(. . . )
Larguei serviço quatro horas, tenho que entrar seis
horas na faculdade. Minha rotina na semana sempre é
a mesma, pego trabalho as sete até às quatro. Assim que
largo serviço, pego um ônibus para ir para faculdade,
não costmo ir em casa, acho que não compensa gastar
mais uma passagem. Costumo chegar na faculdade lá
pras cinco e meia, fico na lanchonete até às seis que é o
horário da entrada.
Passo pelo portão da faculdade exausta, cheia de fome.
- Vamo passar na pizzaria? - Heloísa sugere parecendo ler
meus pensamentos.
- Eu imploro. - Faço drama ouvindo sua risada.
Heloísa foi uma das primeiras amizades que fiz aqui no
Rio, uma das poucas, já que não sou de muitos amigos.
Não faço questão de ser rodeada por várias pessoas,
pessoas que na primeira oportunidade me fodem. Prefiro
ter do meu lado quem eu sei que posso contar. Sou muito
desconfiada em relação de amizade, posso dizer que
tenho conhecidos, porque amigos mesmo tenho poucos.
- Margherita? - Heloísa pergunta assim que nos sentamos.
- Se você quiser pegar metade de outra coisa, não precisa
pegar toda de margherita só por causa de mim.
Eu não Como Carne, mas como ela Come não acho justo
pegar inteira só por causa de mim.
- Pode ser só de Margherita mesmo. - Concordo com a
cabeça chamando o garçom. - Uma Skol pra acompanhar?
Helô que me incentiva beber.
-A gente merece, né? - Riu vendo o garçom que nos
recepcionou vir até a nossa mesa.
- Boa noite, no que posso ajudar? Já escolheram o pedido?
- Pergunta gentilmente.
- Boa noite, escolhemos sim. Vamos querer uma pizza
grande de margherita e para beber uma Skol de
seiscentos, por favor.
- Tudo bem. - Diz anotando no bloco. - Só isso mesmo?
- Confirmo sorrindo. - Já trago sua bebida.
Agradeço
vendo ele se afastar.
A noite rendeu boas risadas com Heloísa, fui chegar
em casa onze e pouca, foi só o tempo de tomar banho
escovar os dentes, não fiquei nem no celular, só deitei na
cama e cai no sono. . .