cap 02 nos merecemos

1846 Palavras
Melissa . . . Acompanho ele até a porta, espero ele sair para eu trancar a porta. Acabo de trancar a porta e viro vendo que ele já chamou o elevador. - Vai fazer algum bagulho sábado? - Pergunta assim que entramos no elevador, ele apoia uma mão no espelho e a outra na barra lateral da parede me encurralando. Sorrio sentindo sua perna raspando de levinho entre o meio das minhas. - Creio que não. - Molho os lábios deixando minhas mãos apoiadas na sua cintura. - Por quê? - Vai ter baile lá na comunidade. - Diz entretido em passar o indicador esquerdo sobre o meu seio. - Tu podia colar lá. - Fecha a mão sobre o meu peito me proporcionando uma sensação gostosa. A sensação de saber que a qualquer hora alguém pode entrar no elevador deixao ambiente mais prazeroso. - Não sei.. - Um gemido escapa dos meus lábios quando seus joelhos são pressionados no meio das minhas pernas. - Você não vai se arrepender se for. - Sussurra próximo ao meu ouvido, em seguida deixa uma mordida em meu queixo se afastando quando a porta do elevador se abre. Esquisito, esquentou do nada, né? - Calor, gatinha? - Provoca destrancando o Audi preto. - Estou sentindo nenhum não, achei que até esfriou, acho que vou colocar até minha blusa de frio. - Me faço de sonsa. Deixo minha bolsa no colo enquanto ajeito a gola da blusa social de trabalho. -Tu fica gostosa com essa roupa. - Eu sou gostosa de qualquer jeito. - Sem roupa mais ainda, cria, esquece. - Fala com o sotaque arrastado, daquele jeitinho que eu não gosto nem um pouco. Sou apaixonada pelo sotaque Carioca, ouvir Relíquia falando com esse sotaque e com a voz grossa me deixa até aérea. Sinto sua mão firme em minha coxa e sua b0ca quente distribuindo beijos lentos na área do meu pescoço. Arfo acariciando sua nuca, aperto minha perna uma contra a outra tentando aliviar o incomodo entre elas. Sua boca sobe para o meu maxilar e sua mão ocupa o espaço onde Sua boca estava segundos atrás. - Relíquia.. - O chamo, mas sai como um gemido, procuro o resto de sanidade que me resta para pedir que ele pare já que alguém pode nos pegar. - Hum? - Murmura afastando a boca dando um leve aperto no meu ponto fraco. - Aperta mais. - Peço olhando em seus olhos que agora estão escuros transmitindo luxúria. Sua mão se encaixa perfeitamente no meu pescoço apertando. Sorrio sem tirar os olhos do seu sentindo meu formigamento aumentar. Pego sua mão que está na minha cOxa a levando para o meio da minha perna, gemo sentindo o seu toque mesmo que seja por cima da calça. - Abre a calça. - Manda autoritário próximo ao meu ouvido. Abro o botão da jeans e o zíper ansiosa para sentir seu toque diretamente na minha pele. -Você tem cinco minutos. - Aviso deixando uma mordida em seu lábio inferior. Sinto sua mão gelada escorregar para dentro da minha calcinha. Fecho os olhos abrindo um pouco da boca. - Te faço gozar em menos de cinco. - Segura meu maxilar me obrigando olhar em seus olhos. Seu dedo médio passeia pela minha entrada espalhando minha lubrificação, que nesse momento não é pouca pelos meus lábios. Seu dedo sobe com a lubrificação para o meu c******s, gemo sentindo o seu toque no ponto específico. Movimentos circulares começama serem feitos, fecho os olhos com a tortura dos seus dedos lentos. - Abre o olho, Melissa. Quero vê o teu olho revirando enquanto te fodo. -É autoritário, obedeço sentindo o meu corpo ferver. - Boa garota. - Sorri malicioso intensificando seus movimentos. Seguro em sua nuca e trago a sua boca para mim, tomo 0s seus lábios em um beijo quente e com luxúria. Sua língua invade minha boca no mesmo momento que os seus dedos entram em mim. Largo os seus lábios sentindo o vaie vem dos seus dedos, tombo a cabeça para trás encostando no banco, deixando um gemido escapar. - Ô, meu Deus.. - Gemo - M-mais rápido. - Peço atordoada. Seus dedos se intensificam dentro de mim, sendo penetrados com firmeza, gemo alto sentindo o seu indicador massageando o meu c******s. - Geme baixo, Melissa. - Ordena fazendo mais pressão no meu c******s. Caralho, como ele quer que eu não faça barulho? Sendo que os seus dedos me fodem prazerosamente, me causando sensações gostosas de prazer. A qualquer hora alguém pode passar em frente do carro, a sensação de ser pegos deixa tudo mais gostoso. -Onw. Relíquia, p***a! - Apoio uma das mãos no vidro. - Geme pra mim. - Me instiga distribuindo beijos pela região do pescoço. Sorrio e puxo sua nuca, aproximo do seu ouvido e mordisco a sua cartilagem. - Isso.. - Gemo chamando pelo o seu nome. - c*****o! Você me fode.. tão.. - Finco as unhas na sua nuca quando os seus movimentos são intensificados. Arqueio a coluna movendo o quadril contra os seus dedos, sinto que a cada penetração estou quase lá. Mordo os lábios tentando segurar. - Não segura, vem pra mim, vem.. Relaxa e goza. - Sussurra com a voz rouca curvando os dedos atingindo o meu p*****g. As minhas pernas tremem, enquanto o meu coração acelera ainda mais. Ergo a coluna sentindo uma corrente elétrica percorrer por cada canto do meu corpo, me fazendo atingir um forte orgasmo. Encosto a coluna no acento do carro sentindo leves espasmos, enquanto minha parede vaginal pulsa em volta de seus dedos. Solto um gemido fraco sentindo os seus dedos deslizam para fora de mim. Noto o meu líquido em seus dedos, ele leva os dedos até a boca chupando os mesmos. Que cena! - Quantas horas? - Pergunto respirando fundo. - Quinze pra sete. - Agradeço deixando minha bolsa no chão do carro. Resolvo ir correndo no meu apartamento me limpar, não vou conseguir ficar assim até chegar da faculdade. - Vou me limpar rapidinho, já volto. - Aviso abrindo a porta. - Rápido, Melissa. Tenho minhas pendência. - Murmura digitando algo no celular, reviro os olhos não rendendo assunto. Subo correndo para meu apartamento, me limpo rápidinho no banheiro aproveitando para trocar de calcinha, não levo nem três minutos para fazer isso. Quando volto para o carro Relíquia ainda está no celular. - Pronto. - Pego a bolsa e coloco no colo. Saímos da garagem passando pelos seguranças, avisto um diferente nunca o vi trabalhando aqui, acho que conheço ele de algum lugar, talvez de uma festa. Deixo isso pra lá e encosto minha cabeça no encosto do banco. Fomos o caminho todo emn silêncio, o único som era do rádio que tocava baixo. - Tá entregue. - Fala assim que para o carro em frente do dentista. - Obrigada pela carona. - Agradeço abrindo a porta. Me despeço dele não sabendo quando vou o ver de novo, já que não sei se vou ir sábado na comunidade. Vejo o Audi se afastar, fico na rua até o carro sumir das minhas vistas. Arrumo a bolsa entrando na clínica que trabalho Como secretaria. - Bom dia. - Desejo a Michelle, dona da clínica ao entrar em sua sala. - Bom dia, Melissa. - Responde sorrindo organizando seu material. - Você chegou mais cedo? - Acho que cheguei no horário normal. - Tiro o celular da bolsa vendo que é seis e cinquenta e cinco. - Cheguei cinco minutos mais cedo. - Falo saindo da sala, deixando minha bolsa sobre a mesa de trabalho. - Não vim de ônibus hoje, deve ser por isso. - Perdeu cinco minutos de sono. - Brinca, apoio no batente da porta rindo. Se você soubesse que não dormi quase nada. - Não dormiu, por quê? - Só agora percebo que pensei em voz alta. - Fiquei com insônia essa noite. - Falo a primeira coisa que vem em mente. - Teve uma época que eu estava tendo bastante insônia, compra depois a flor de camomila e faz chá, foi a única coisa que me ajudou. - Se eu me recordo, já ouvi falar do chá da própria flor, é bem melhor do que remédio, né? Tomar remédio para dormir é horrível, é um sono muito pesado. - Comento lembrando da vez que tomei remédio para poder dormir. - Nem me fala, a gente vai em médico e eles indicanm uma penca de remédio. - n**a vestindo seu avental. - Tem uma paciente marcada para agora mesmo, né? - Tem, ela marcou as sete em ponto. Fico conversando com Michelle até a paciente chegar, Michelle além de boa chefe é uma boa colega, trabalho para ela desde que me mudei para o Rio, me adequei super bem com o trabalho. Sento na cadeira ficando atrás da mesa onde Vou passar o restante do dia, vou parar só para almoçar. . . (. . . ) Larguei serviço quatro horas, tenho que entrar seis horas na faculdade. Minha rotina na semana sempre é a mesma, pego trabalho as sete até às quatro. Assim que largo serviço, pego um ônibus para ir para faculdade, não costmo ir em casa, acho que não compensa gastar mais uma passagem. Costumo chegar na faculdade lá pras cinco e meia, fico na lanchonete até às seis que é o horário da entrada. Passo pelo portão da faculdade exausta, cheia de fome. - Vamo passar na pizzaria? - Heloísa sugere parecendo ler meus pensamentos. - Eu imploro. - Faço drama ouvindo sua risada. Heloísa foi uma das primeiras amizades que fiz aqui no Rio, uma das poucas, já que não sou de muitos amigos. Não faço questão de ser rodeada por várias pessoas, pessoas que na primeira oportunidade me fodem. Prefiro ter do meu lado quem eu sei que posso contar. Sou muito desconfiada em relação de amizade, posso dizer que tenho conhecidos, porque amigos mesmo tenho poucos. - Margherita? - Heloísa pergunta assim que nos sentamos. - Se você quiser pegar metade de outra coisa, não precisa pegar toda de margherita só por causa de mim. Eu não Como Carne, mas como ela Come não acho justo pegar inteira só por causa de mim. - Pode ser só de Margherita mesmo. - Concordo com a cabeça chamando o garçom. - Uma Skol pra acompanhar? Helô que me incentiva beber. -A gente merece, né? - Riu vendo o garçom que nos recepcionou vir até a nossa mesa. - Boa noite, no que posso ajudar? Já escolheram o pedido? - Pergunta gentilmente. - Boa noite, escolhemos sim. Vamos querer uma pizza grande de margherita e para beber uma Skol de seiscentos, por favor. - Tudo bem. - Diz anotando no bloco. - Só isso mesmo? - Confirmo sorrindo. - Já trago sua bebida. Agradeço vendo ele se afastar. A noite rendeu boas risadas com Heloísa, fui chegar em casa onze e pouca, foi só o tempo de tomar banho escovar os dentes, não fiquei nem no celular, só deitei na cama e cai no sono. . .
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