O Fantasma e a Ferida Aberta

942 Palavras

Nayla O sol do dia seguinte no morro parecia mais opaco, as cores desbotadas pela tensão que pairava no ar. A noite de Nayla havia sido longa, embalada pela insônia e por um turbilhão de perguntas. Michel não havia aparecido. A fúria em seus olhos ao ver Jade era um enigma que ela não conseguia decifrar, uma peça-chave no quebra-cabeça do homem que a protegia. Ela precisava saber. A curiosidade se misturava a uma necessidade urgente de entender o que poderia afetar sua própria segurança e a de Aylla. Nayla encontrou sua chance no final da tarde. Jefinho, com sua estatura imponente, estava sentado em um banco improvisado perto do barraco, observando a viela. Ele era o elo de Nayla com o mundo de Michel, um amigo improvável que, nas semanas que se seguiram à "morte" de Nayla, havia se tor

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