Nayla Os dias no novo barraco passavam, e a rotina, embora mais confortável, era embalada por uma tensão crescente para Nayla. Aylla, agora completamente recuperada e vibrante, corria pelo pequeno quintal, o riso solto, alheia à complexidade das redes de poder que as envolviam. O suprimento semanal de comida continuava a chegar, pontual e silencioso, um lembrete constante da dívida invisível que Nayla tinha com Blade. Nayla se esforçava para entender o homem. Ele era uma contradição ambulante. O Blade temido por todos, capaz de uma frieza brutal, mas também o homem que havia comprado um Danoninho para sua irmã, que providenciara uma casa e comida, e que, mais recentemente, havia evitado que o "corre" na viela acontecesse. Como essas facetas conviviam em uma única pessoa? Ela começou a o

