Pré-visualização gratuita Início
Olá meu nome é Rayssa.
Sou nova nesta plataforma, sou uma jovem apaixonada por livros e descobri a pouco tempo que além de amar ler eu também amo escrever.
Este livro foi criado a um pouco mais de 1 ano, pra ser exata em 2020, logo após eu passar por um período muito crítico da minha vida, descobri que escrever era uma forma de expressar meus sentimentos e não deixar com que eles me sufocasse, mas nunca imaginei que ele teria uma proporção grande, nunca imaginei que a minha escrita alcançaria muitas pessoas, mas isto realmente aconteceu e eu sou muito grata, vi algo que era tão meu, que eu amava e amo tanto trazendo pessoas para perto de mim, eu acho isso muito incrível.
Fui convidada para trazer esta minha obra para esta plataforma e então aceitei esse maravilhoso convite, então trarei para vocês meu livro, espero que gostem tanto quanto eu, que possamos criar um bom laço, espero que possamos interagir muito, estarei sempre de olhos nos comentários, quero ver vocês falando sobre os casais, sobre seus personagens favoritos e assim como eu rir muito de alguns capítulos, as vezes querer chorar com outros e até mesmo ficar com raiva de alguns, quero muito que vocês gostem do que vou apresentar a vocês.
Bom, espero que estejam preparados pra esta história...
Um beijo e boa leitura
_______________
De dentro do morro, conta a história da favela, de um jeito bem legal. Com a narração de todos os personagens a história vai contar a vida dos moradores do morro e dos moradores de condomínio. Essa uma grande história que reafirma que os opostos se atraem. Romance entre o chefe do morro e uma mulher viajada e formanda, uma mulher dona de si e um machista, que acha que pode ter a posse de alguém, conflitos de casais.
Essa história mostra como amor as vezes não muda as pessoas mais sim revelam quem elas sempre foram. Como toda favela, nem todos os dias são de paz, há muita guerra e tiroteio, invasão, muita morte e muito sangue. Infelizmente essa história casos reais, coisas que não podem ser escondida, mas apesar de tudo ainda existe amor, existe uma forma de lazer, seja um churrasco na laje com um pagode, ou um baile funk na quadra, um futebol na praça, ou no campinho, samba na praça, brincadeira com crianças, favelado também se diverte, essa é uma forma de dizer que a favela vive e que favelado também é gente e tem direito de ser feliz.
PERSONAGENS MULHERES
__________________
Milena, 24anos.
Vulgo: Mih.
. Engenheira e modelo
. Melhor amiga da Larissa
___________
Larissa, 24 anos.
Vulgo: Lari
. Modelo e arquiteta
. Irmã mais velha da Yasmin
. Melhor amiga da Milena
_____________
Yasmin, 23 anos.
Vulgo: Mimi
. Advogada e modelo
. Irmã mais nova da Larissa
. Melhor amiga da Melissa
____________
Janaina, 25 anos.
Vulgo: Jana
. Modelo e dançarina
. Melhor amiga da Renata
___________
Melissa,22 anos.
Vulgo: Mel
. Dançarina e dentista
_____________
Dayane, 25 anos.
Vulgo: Day.
. Médica
____________
Graziele, 25 anos.
Vulgo: Grazi
. Maquiadora e desenvolvedora de gamers
. Irmã mais velha da Dalila
__________
Cloe, 22 anos
Vulgo: Clo
. Modelo e gestora financeira
. Melhor amiga da Graziele
___________
Renata, 23 anos
Vulgo: Re
. Dançarina, modelo e professora de inglês
. Melhor amiga da Janaina
___________
Margot, 26 anos
Vulgo: Mah
. Advogada e dona de loja de roupa
____________
Dalila, 22 anos.
Vulgo: Lila
. Modelo e enfermeira
. Irmã mais nova da Graziele
_____________
PERSONAGENS HOMENS
_____________
Felipe, 26 anos.
Vulgo: Fê
. Chefe dos aviãozinhos
. Sub chefe da artilharia
. Vigia
_____________
Ricardo, 27 anos.
Vulgo: ric
. Chefe do caixa de armas
. Modelo fotográfico
____________
Bruno, 25 anos.
Vulgo: Bru
. Chefe do caixa de drogas
. Contador chefe
____________
Samuel, 23 anos.
Vulgo: Samuca
. Aviãozinho
. Porta voz dos porteiros
_____________
Jonathan, 26 anos.
Vulgo: Jhou
. Chefe da artilharia
. Dono de loja de roupa
______________
Pietro, 25 anos.
Vulgo: Piter
. Contador
. Tatooador
______________
Henrique, 27 anos
Vulgo: Henri
. Sub chefe da tropa de tiro do morro
. Professor de educação física
_____________
Marcos, 25 anos.
Vulgo: Marquinho
. Modelo
. Contador de dinheiro
______________
Leonardo, 22.
Vulgo: Léo
. Aviãozinho
. Porteiro
______________
Gustavo, 28 anos.
Vulgo: Guh
. Dono do morro
. Chefe da tropa de tiro do morro
_______________
Cadu, 24 anos.
Vulgo: Du
. Aviãozinho
. Porteiro
________________
Gustavo narrando
Contagem de dinheiro, contagem de d***a, carregamento de arma.... Esse é o meu trabalho, mandar na p***a toda. Ganhei o morro aos 19 anos, já fazem 8 anos que comando da melhor forma, só tem lucro pra mim e pros meus aliados.
Desço o morro a pé nem sempre faço isso, os bico fica se mordendo. Com o 38 do lado, fumando um verde como sempre, os moleques da boca tão por aí fazendo o trabalho pesado enquanto eu tô indo em casa comer, porque se não minha véia vai chapar as ideia comigo e eu não tô afim de sermão não.
Chego em casa e vejo a coroa lá na sala, dei uma casa pra ela aqui no morro mémo, a casa mais linda que esse morro tem é a da minha mãe, porque ela merece tudo de bom, porque ela sabe que eu tô nessa vida pra dar de tudo pra ela e pra minha irmã que mora fora, tô pagando os estudos delas lá em Nova York pra ela ser alguém na vida e não precisar entrar no crime igual eu.
Dona Patrícia minha mãe assistia seção da tarde com o cachorro dela, ela fez eu pagar mó caro só porque ele tem a cara amassada e não cresce, cachorro é f**o pra c*****o mais ela gostou né.
Gu:
— Salve coroa – digo dando um beijo na testa dela.
Dona Patrícia:
— Lembrou de vim comer né. – ri.
Ela levantou e foi até a cozinha e fez meu prato, fez um pra ela e sentou a mesa comigo, ela nunca pergunta sobre o meu trabalho, ela não tem orgulho da vida que eu tenho disso eu sempre soube, tá estampado no rosto dela o quanto ela não é feliz me vendo andar com uma arma na cintura.
Já fui preso 3 vezes, as três paguei propina pra sair, ficar lá dentro não é coisa pra mim não, deixar o meu morro na mão de ouro alguém, tenho muito mano de confiança mais não é a mesma coisa não po.
Depois do almoço subo o morro e logo vejo a Afrodite, a mina mais gata do morro todo, toda vez que nois se tromba eu levo ela pra cama, sei lá acho que rola mó química entre a gente mais ela não rendi não, diz que não leva jeito pra ser mulher de traficante, mais já disse pra ela que se ela não for minha não vai ser de mais ninguém, mais ela nem bota fé.
Gu:
— E aí Vitória
Afrodite:
— Odeio que você me chame assim tu tá ligado
Gu:
— Ué teu nome não é Afrodite Vitória?
Afrodite:
— Me chama do meu primeiro nome e ponto, vou ficar rendendo papo pra tu não.
Gu:
— Eu devia quebrar teus dentes só porque tu fala assim comigo, só não faço isso porque tu tá ligada que tu vai ser mãe dos meus filhos.
Afrodite:
— Nos seus sonhos, da licença que eu ainda tenho que me arrumar porque eu vou descer pra pista.
Gu:
— Vai fazer o que na pista?
Ela saiu andando sem me responder mulher atrevida, depois que apanha não sabe o porque.
Chego na boca e vejo o Bruno já no trampo ele teve que sair pra resolver as coisas da mãe dele que faleceu, então eu dei folga pra ele no período da manhã e o Léo cubriu ele, e agora ele voltou.
Gu:
— E ae irmão como tá?
Bru:
— Já foi o enterro já, mais tarde eu vou lá arrumar as coisas dela na casa dela, vou doar algumas coisas e algumas eu vou levar pra casa.
Gu:
— Pô tu sabe que tu pode contar comigo né, se precisar de alguma coisa é só falar.
Bru:
— Valeu.
Entro na minha sale o Henrique estava arrumando algumas coisas.
Henri:
— E aí chefia, chegou carregamento novo de arma, só coisa de qualidade quero ver os péla entrar aqui agora.
Gu:
— Da pra deixar os meninos lá de baixo bem equipados né.
Ric:
— Cheguei.
Gu:
— Fala parça.
Samuca:
— Ae da licença chefe, trago notícia lá de baixo e a coisa tá meio f**a.
Gu:
— Fala pivete.
Ric:
— Desenrola ae.
Samuca:
— Os péla tão querendo falar com tu lá embaixo.
Gu:
— p**a m***a, aí Henri faz o seguinte manda o comando pro Léo e fala pra ele vim aqui buscar umas armas pra ele arma a mulecada lá de baixo e fala pro Cadu chamar o Jhou, Marquinho, Fê e o Piter, quero eles bem armados.
Dei o comando e eles saíram o Bruno pegou o carro de armas e colocou munição em todas as armas que tinha lá, peguei minha fuzil, desci e os péla tava lá no pé do meu morro, os muleques foram pra frente com a arma engatilhada já.
Gu:
— É o seguinte eu não tô afim de usar as minhas armas novas com vocês não, então faz assim da meia volta e vaza do meu morro sacou?
Péla:
— A gente veio aqui buscar um fugitivo, você entrega ele pra gente e nós vamos embora, combinado?
Fê:
— Ae olha bem pra nossa cara, nois não faz acordo com vocês não entendeu?! Então vaza.
Péla:
— Não vai ter acordo? Então vamos ter que resolver isso de outro jeito né, todos na posição? Podem adentrar a comuninade e procurar o fugitivo.
Jhow:
— É eu que cês tão querendo? – apareceu descendo o morro com uma fizil na mão e uma ak47 atravessada no corpo – Vem me buscar então.
Gu:
— Ninguém rela nos nossos entenderam, se vocês entrarem vão tomar pipoco.
O péla deu o primeiro tiro pro alto, corri pra trás do carro e comecei a atirar também.
Ainda bem que o Ricardo avisou os moradores de que havia tiroteio e que não era pra ninguém sair de casa.
Era tiro pra todo lado, mais eles viram as nossas armas e recuaram, mais o Piter tomou um tiro na perna e ia ter que ir pro hospital.