Paloma aponta para um tanque encostado na parede do restaurante. Dentro dele há várias variedades de criaturas do mar, que são bem estranhas para mim, incluindo ouriços, estrelas e enguias. — Como pode ver, também temos uni fresco. — Paloma volta a atenção para nós dois. — E temos nossas iguarias mais tradicionais de sempre. — ela diz sorrindo. — Uni? — Franzo o cenho e minha voz sai um pouco nervosa. — Ouriço do mar, especificado melhor, são os órgãos reprodutivos deles. — Informa Paloma. Adriano olha para mim com um sorriso, como se estivesse me desafiando a comer esses órgãos. — Eu topo, e você? Olho para a Paloma tentando não parecer com nojo do prato. — Vou comer o que ele for comer. — Acabo dando um sorriso amarelo. — Vamos provar o uni. — Adriano olha para a Paloma e a mesma

