36. Que inferno

822 Palavras

— Para ser sincero. — Sinto o dedo indicador do Adriano debaixo do meu queixo. — Não quero ter uma conversa agora. — Mas precisamos conversar. — Sinto sua mão na minha cintura. — Ou vou acabar surtando de vez. Adriano me puxa para o seu corpo quente, coloco minhas mãos sobre o seu peitoral, me fazendo entrar no quarto, fecha a porta e olha nos meus olhos. — Não estou afim de uma conversa, só quero distrair a mente agora. — Adriano respira fundo, enchendo o peito e solta. — Podemos deixar isso para mais tarde? Meu sangue começa a ferver ao ouvir essas palavras, eu realmente estou certa que ele só me trouxe para cá por esse motivo, pelo mesmo motivo que me levou para o restaurante, pelo mesmo motivo que sumiu depois de me f***r menstruada, pelo mesmo motivo que me fez gozar em suas mãos

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