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A Tatuada no morro

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reincarnation/transmigration
família
drama
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abuso
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intro-logo
Sinopse

Falcão dono do morro dos prazeres, não se apega a ninguém mais ficará totalmente apaixonado pela tatuada quando ganha liberdade da cadeia, sabendo da história dela irá protege-la te todo m*l.

Tatuada uma menina cheia de feridas gerente do morro, seus pais sempre deram muito trabalho, saiu de casa cedo para tentar ter uma vida melhor.

DG sub dono do morro amigo dos dois, sempre gostou da p*****a mais quando vê que está perdendo a gata irá abrir mão da vida de solteiro.

Gata amiga da tatuada e ficante do DG, foi abandonada pelos pais em um dos piores orfanato do rio de janeiro.

Quer saber mais dessa história?

Te convido a ler A Tatuada No Morro.

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tatuada 01
tatuada narrando DG: E aí, Tatuada? O Falcão quer conversar com os chefes dos vapores das bocas e os responsáveis pela cobrança. Avise todo mundo e suba até a boca principal. Tatuada: E aí, DG. Sim, estou bem, obrigada por perguntar. - falo fazendo cara de deboche para ele, já que ele não perguntou nada. DG: Foi m*l, mana. Mas o assunto é sério. Sei que você nunca viu o Falcão e ele não sabe quem você é. Hoje vocês vão se conhecer e vê se mantém a língua dentro da boca, mandada. - fala fazendo graça no final. Tatuada: Beleza, vou reunir todo mundo e já vou lá dar o ar da graça à vossa majestade. - falo rindo e ele acompanha. E aí, gente. Me chamo Melissa, mas meu vulgo é Tatuada. Sou chefe dos vapores, organizo os pontos onde cada um vai ficar e os horários. Também sou responsável por distribuir os coletes e as armas. Sou responsável por torturar mulheres quando são x9 ou fazem algo errado na favela. Entrei no crime porque sempre gostei de trabalhar nessa atividade. Então conversei com o DG e ele me colocou como aviãozinho primeiro. Depois fui subindo de cargo. O Falcão não sabe quem eu sou e eu nunca o vi também. Não sei se ele sabe que eu sou a gerente dos vapores, mas também nem me importo. Estou nessa vida há uns três anos. Eu gosto de fazer as rondas pelo morro. Sempre faço à noite, então meu turno acaba às sete horas. Gosto de passar na praça para ver as crianças indo para a escola e os moradores indo trabalhar. Eu amo essa favela de coração. Estou aqui com os chefes de cada lugar das bocas, os cobradores e, no caso, eu também como chefe de todos os vapores. Confesso que estou um pouco nervosa, mas vamos lá, né? Todo mundo já está aqui na porta, só falta eu entrar e avisar. Tatuada: DG, estão todos aqui como você pediu. - falo entrando na sala, dando de cara com ele e com o Falcão. DG: Pode falar para entrar. - Saio pedindo para todos entrarem e começa a reunião. Falcão: Bom dia. Quero saber quem é o responsável pelos vapores. - Dou um passo à frente e respondo. Tatuada: Sou eu, chefe. Algum problema? - Pergunto encarando-o, e posso ver a surpresa em seu rosto, mas logo ele disfarça. Falcão: Vão chegar vapores novos. Quero que você os treine e os coloque para fazer rondas no morro até pegarem o jeito da coisa. - Assinto com a cabeça enquanto ele continua: Quem está fazendo as rondas à noite? Pergunta, e eu respondo de imediato. Tatuada: Fico eu e a Gata de Mulher LK, Matador e FP de Homen, nos dias de segunda, quarta e sábados. Menor, LP, JP e GH nos dias de terça, quinta e domingos. Na sexta, sempre fica PJ e o Matador. - Explico os pontos em que cada um fica enquanto ele me observa. Falcão: Beleza, então está tudo certo. Não precisam mudar nada. Só que as cobranças de vocês estão deixando a desejar, e vou ter que resolver isso. Se vocês não recebem do filho da p**a desse para a vala, por que estão deixando ele vivo? Querem morrer no lugar deles? É só falar. - Diz, alterando a voz, e começa a perguntar: Quem ficou de cobrar os playboy do asfalto? PJ e GH dão um passo à frente e respondem: PJ: Nós dois, patrão. - Diz, meio receoso. Falcão: Já cobraram todos? Eles negam com a cabeça. Estão fazendo o que aqui ainda, p***a? Quero o dinheiro na minha mesa hoje. Se não receberem, mandem para encontrar o capeta mais cedo. E assim foi durante a manhã. Terminamos a reunião por volta das onze horas. Como já estava com fome, fui ao restaurante da Dona Lurdes ali perto para almoçar. Tatuada: Oi, Dona Lurdes. Me faz um prato feito e uma Coca-Cola Zero, por favor. Falo, dando um beijo em sua testa. Eu e Dona Lurdes sempre tivemos carinho uma com a outra, por isso sempre venho aqui. Lurdes: Oi, minha filha. Que saudade, já estava de você. Pode deixar, agora levo para você. Concordo com a cabeça e vou para a mesa. Passam uns cinco minutos, e entra o Falcão e o DG no restaurante. DG faz sinal para o Falcão de que estou aqui, e eles vêm até mim, sentando-se à mesa. DG: E aí, já pediu almoço? - Chega já perguntando. Tatuada: Ninguém te deu educação, não é, DG? Credo, chega e nem cumprimenta. E ainda não almocei, estou esperando a tia Lurdes trazer. O Falcão só me olha, tenho que te falar, o cara é um gato, viu? Moreno de olhos claros, todo tatuado. Nossa Senhora das calcinhas molhadas, que gostoso. Tento disfarçar, não olhando para ele. DG: Tu tá chata hoje tatuada. de manhã Veio com a mesma ladainha. Está de TPM, c*****o? - Fala fazendo graça, e eu só dou o dedo para ele, que ri. Falcão: E aí, mina, beleza? - Pergunta, olhando para mim. Tatuada: Oi, chefe, tudo na paz. - Falo e meu almoço chega. Lurdes: Oh, minha filha, desculpa a demora. Aqui tá cheio hoje, por isso que demorou. Tatuada: Tá de boa, tia Lurdes. O importante é que chegou. Obrigada. - Começo a almoçar. Os meninos fazem seus pedidos e esperam enquanto a gente conversa um pouco. Termino de comer e vejo um tumulto na porta do restaurante quando vejo as duas mais rodadas do morro. Já reviro os olhos bufando porque sei que vai sobrar para mim quando elas verem o Falcão e o DG. Dani: Oi, amorzinho, que saudade de você. - Diz, sentando no colo do DG. Larissa: Oi, meu gostoso, faz tempo que não me procura. - Senta no colo do Falcão enquanto eu olho pras duas com cara de nojo. Elas não se aguentam e começam a falar. Dani: O que essa p*****a de quinta categoria tá fazendo aqui com os nossos machos? A vei vai tomar no meio do cu, né? Não aguentei. Tatuada: Vocês duas vão tomar no cu ou onde quiserem, não me importo projeto de putas, mas não venham falar merda pra mim não, vou sair porque o que eu tinha que fazer aqui eu já fiz, e não quero continuar vendo essas putarias. Se deem o valor, c*****o. - Falo, saindo da mesa sem dar espaço pra elas falarem. Vou descendo para minha casa. Hoje é segunda-feira, então vou tirar o dia para dormir, já que mais tarde tem ronda e só saio às sete horas da manhã. Acordo com meu rádio apitando. Mais que droga. Tatuada: Manda a voz, o que tá pegando? - Já atendo com raiva. Menor: Tatuada, tem duas mulheres se descabelando no bar do seu Antônio. O patrão tá aqui e mandou chamar alguém pra separar. É o cão mesmo, com certeza estão brigando por causa dele e do DG, e eu que tenho que separar essa confusão. Tatuada: Conta até 10 que já chego aí. - Desligo o rádio, olho no relógio. Já são 18:00. Visto minha roupa para a ronda, ponho meu fuzil nas costas e a pistola na cintura, e vou para o bar. Chego lá e as mulheres ainda estão se matando. Dou dois tiros para o alto e elas me olham. Dani: O que você está fazendo aqui? - Pergunta com tom de deboche. Tatuada: Está de deboche por quê, sua desgraçada? Acham que aqui é casa de vocês? que podem fazer o que querem e ficar por isso mesmo? Hoje vou ensinar a vocês que não devem me atrapalhar a dormir. E adivinhem só, eu não gosto de ser acordada, pois ninguém me aguenta. E vocês me acordaram por estarem brigando por causa de homens que nem querem vocês. Menor, leve as duas para a salinha, prepare as máquinas de cortar cabelo e duas ripas molhadas. - Falo olhando para ele, que concorda e sai. Olho para elas, que ainda estão com cara de deboche. Tatuada: Vocês têm sorte que ainda estou com um pouquinho de bom humor. Senão, eu enviaria as duas para o capeta. Vanusa: "Você não é chefe daqui, não baranga. Se nem o Falcão que é chefe se meteu, imagina você, que não é p***a nenhuma." Fala sorrindo e, como já estou no ódio, tiro a pistola da cintura e atiro na perna dela. Tatuada: "Que isso te sirva de lição agora. Quer ser a próxima, Daniela? Estava de sorrisinho agora. O que aconteceu que está com essa cara de medo?" Falo e ela fica calada, abaixando a cabeça. Menor: "Tatuada, tá tudo pronto. Eita p***a, tu tá o capeta em, Tatuada atirou na putiane. Olho para ele sem dar um sorriso e ele volta à postura. Tatuada: "Leva elas pra lá menor, mais tarde eu vou lá dar o tratamento nelas." Ele concorda com a cabeça e sai levando elas. Olho para frente e lá está o DG e o Falcão olhando. Mas é o Carai que eu vou ficar calada. f**a-se quem é chefe ou deixou de ser. Se quiser me matar, que mate. Tatuada: "Da próxima vez que vocês dois trouxerem putas pra brigarem por vocês dois aqui nessa p***a de bar e não separarem, eu vou levar os dois pra aquela salinha e torturar vocês. Vai tomar no cu! Agora, quem tem que ficar a p***a da noite trabalhando sou eu e não vocês, caralho." Falo brava e sei que todo mundo está me olhando assustado, pois estou falando com o chefe da p***a toda. Falcão: "Tá achando que é quem pra falar assim comigo, c*****o?" Fala com raiva. Tatuada: "Sou a p***a de uma funcionária que passa as noites organizando esquemas do morro como estratégia pra não entrarem fácil. E quando não estou organizando essas porras, estou na ronda do morro ou nas cobranças. Então, Falcão, o único momento que eu tenho disponível pra tentar desligar minha mente é nas folgas de segunda à tarde. Pra vocês dois que se acham os putões do morro fazerem essas vadias ficarem brigando por vocês pra baixo e pra cima, e me chamarem nos dias de folga, vai tomar no cu mesmo. Porque não estou com um pingo de paciência e nenhum pingo de medo, nem de você, Falcão, nem de você, DG. Quero que os dois se fodam." Falo tudo com ódio que estava na minha alma, enquanto todo mundo olha minha coragem de estar enfrentando o sub e o dono. Falcão: "Dessa vez vai passar ilesa, mas da próxima vai pro desenrolo, caralho." Ele fala me olhando e eu saio dali para não me estressar mais. Vou para a salinha e, chegando lá, pego as ripas molhadas e começo a bater na p**a da Daniela. Dou 20 madeiradas nela e toso o cabelo dela no zero. Na Vanusa, faço o mesmo e libero as duas. Desço o morro e vou para o topo. Hoje é meu dia de ficar aqui, então vou tentar relaxar um pouco. Já são cinco e meia da madrugada. Decido descer do topo do morro e dar uma olhada nos becos para ver se está tudo certo. Acabo encontrando a Gata. Gata: "Você é corajosa. Ninguém nunca tem coragem de enfrentar o chefe." Ela fala me olhando sorrindo e acabo sorrindo também. Tatuada: "Pois é, ele também não facilita. No dia da nossa folga, ele faz essas piranhas saírem no tapa e nem separar não consegue. Mas o que está feito, está feito, né? Não tem como mudar." Falo, dando um fim na conversa. Gata: "Você é próxima do DG, né?" Ela pergunta, sentando no meio-fio. Tatuada: "Mais ou menos. A gente troca ideia às vezes, claro, na amizade, mas não somos muito íntimos. Por quê?" Pergunto, vendo seu interesse no assunto. Gata: "A gente já ficou e sei lá, acho que estou gostando dele, mas ele não tem uma boa fama. Acho que não seria certo alimentar esse sentimento por ele, mas..." Ela diz um pouco triste. Tatuada: "Olha, você é muito gata para sofrer por um desses, meu bem. Se ele não te quiser, tem quem queira. Quem está perdendo é ele. Então, nada de ficar triste. Sexta tem baile e vamos ficar bem gostosas e vamos rebolar a raba." Falo rindo, e ela me acompanha sorrindo. Gata: "É por isso que gosto de você." Ela diz ainda sorrindo. Passamos mais um tempo conversando até dar sete horas. Passo na padaria, dou de cara com DG e Falcão lanchando. DG: "E aí, Tatuada, chega aí pra comer com a gente." Ele diz, fazendo sinal para me sentar. Tatuada: "Bom dia, DG. Vai dar não. Saí do meu turno e agora tô doida pra ir pra casa descansar um pouco. Já vou deixar avisado que meu celular e meu rádio vão estar desligados e nem pense em chamar a Gata porque ela também estava na atividade. Então, qualquer problema, manda pra salinha que quando eu acordar, eu resolvo." Falo, pegando minha merenda e saindo de lá sem deixar eles falar nada. Chego em casa e está uma bagunça. Vejo que não vou dormir nada. Tomo meu café da manhã e começo a organizar a casa. Lavo tudo, ponho as roupas na máquina pra lavar. Terminei tudo já era umas nove e meia da manhã. Vou para meu quarto, pego minha roupa, vou para o banheiro, tomo um banho, coloco meu baby doll e me deito. Não demora muito, pego no sono. Acordo escutando várias batidas na porta. Olho para a janela. Já está de noite, c*****o. Dormi demais. Levanto de uma vez e sinto uma leve tontura porque não comi nada, só dormi. Mas vou do jeito que estava mesmo atender a porta, que parece que vai derrubar. Tatuada: "Calma, c*****o, tô indo já." Falo, abrindo a porta e não entendo o que ele está fazendo aqui. "O que você está fazendo aqui?" Falcão: "Foi m*l aí. Acorda a princesa. É porque você sumiu o dia todo e o DG pediu pra mim ver se você tá bem." Ele fala, olhando meu corpo. "Deveria por uma roupa antes de atender as pessoas, né, Tatuada? Caralho." Ele fala e eu acabo sorrindo. Tatuada: "Ata, tô bem. Só dormi demais mesmo. E eu não vesti algo descente porque você estava quase quebrando minha porta. Achei que era algo mais importante. Vou me arrumar e já vou lá pra boca." Falo com ele que só assente e fala. Falcão: "Beleza, nos vemos lá então." Ele fala, fazendo o toque comigo e indo embora. Fico olhando pra ele, todo musculoso. Realmente é um pedaço de m*l caminho, mas é bom eu ficar bem longe desse m*l caminho. Não quero ser a maior corna da favela. Não nasci pra ficar sendo corna de bandido e nem de homem nenhum. Subo pro quarto, vou pro banheiro tomar um banho. Depois de banho tomado, coloco uma calça de moletom, meu coturno e uma blusa de frio tipo cropped. Passo meu perfume Coco Chanel, coloco minha correntinha com meu vulgo e vou pra cozinha preparar um misto quente. Termino de comer, tranco toda a casa e vou pra boca fazer a contagem de coletes e armas. Dez minutos depois, chego na boca com meu fuzil atravessado, vendo o Deus grego sem camisa. Acho que vai ser difícil me concentrar na contagem com esse homem assim perto de mim. Saio dos meus pensamentos com DG falando. DG: "Quer um balde, Tatuada? A baba tá escorrendo aí, ó." Ele fala fazendo graça e Falcão sorri. Tatuada: "se f***r já foi hoje, DG? c*****o, homem chato." Falo, colocando meu fuzil no canto, ligando meu computador e sentando na minha mesa para começar a conferir todas as armas e coletes que chegaram. DG: "Eu já fui e tô super calmo. Agora você parece estar precisando, anda muito rabugenta." Dou o dedo pra ele, e ele fica rindo, assim como o palhaço do Falcão.

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