HANNIBAL NARRANDO Como eu pude pegar com tamanha brutalidade no rosto da Mariana? Eu tô louco? A marca dos meus dedos estão na bochecha dela. Miller e doutor Lucas saíram acompanhados por Mariana que os levou até a porta, e logo ela voltou. – Por que não me chamou, Hannibal? Eu estou com você... – Ela entrou no quarto e se sentou ao meu lado na cama. Eu olhei para o rosto dela e levei uma das mãos até ele. Deslizei meu polegar pela parte vermelha, e respirei fundo. – Me desculpa por isso. Eu não sou assim. – Falei. – Eu fiquei assustada, mas entendi que você tava surtando. A Pâmela matou sua cobra, eu entendo a frustração. – Tirei a mão do rosto dela. Ela colocou uma das mãos em meu ombro. – Vai ficar tudo bem. – Vai. Quando eu picar a Pâmela, e dar pra crocodilos comerem. – Ela deu

