Magrin - Venha vou te levar na venda do seu João, para você comprar algumas coisas para a sua casa, e o chip, depois te levo até a casa.
Depois de comprar tudo ele me leva para a casa que aluguei.
Mila – Eu vou preparar um lanche, quer entrar?
Magrin – To com na maior larica, eu aceito sim. – Ele entra, preparo os lanches e ficamos sentados no sofá conversando, na verdade, eu fui a que mais falei, contei para ele como era a minha relação com o meu pai, com a minha mãe, contei tudo o que ela fez para mim. – Caramba princesa, você passou maior barra nesses últimos meses.
Mila – O pior é que minha cara está sendo divulgada em rede nacional.
Magrin – Relaxa, é só trocar o visu e ficar um tempo sem aparecer.
Mila – Já troquei, olha essa foto – eu mostro um porta retrato de uma foto que estou com meu pai.
Magrin – Você fica linda de qualquer jeito, seja loira ou morena. – Eu fico vermelha de vergonha – Não precisa ficar com vergonha, é a verdade, você parece uma boneca – ele diz fazendo carinho no meu rosto, eu fecho os olhos, e de repente sinto seus lábios nos meus, eu correspondo o beijo, nos afastamos quando nos faltou o ar. – Desculpe, eu não resisti, não queria ser invasivo, to indo nessa – ele levanta, eu seguro sua mão e dou outro beijo, ele abraça minha cintura e cola o meu corpo no dele. - Princesa, acho melhor pararmos por aqui, você está me deixando louco.
Mila - Não vá embora, gosto de conversar com você.
Magrin - Acontece que se eu ficar, não vamos ficar só na conversa se é que me entende.
Mila - E se eu quiser algo mais? - Ele passa a mão no rosto, olha pra mim e seus olhos verdes estão cinzas de desejo.
Magrin - Não quero que faça por obrigação, e sim porque quer, você chegou hoje, está cansada, e acabou tendo uma quedinha por mim o seu "salvador", então acho melhor eu ir embora, assim você não se arrepende depois.
Mila - Não fale por mim, e sim eu estou cansada, tive uns dias péssimos tive, posso me arrepender? Talvez! Mas o que quero agora, o que preciso agora, é relaxar, e nada melhor do que um bom sexo para relaxar, não acha?
Magrin - Put@ merda, você quer ferrar com meu psicológico mesmo! - Então ele vem até mim, pega minha nuca, dá um beijo quente e intenso, ele me leva para o sofá, sem parar o beijo, e que beijo… eu começo a tirar a sua camisa, nos afastamos um pouco, eu o ajudo tirar, ele começa a beijar meu pescoço e eu sinto uma eletricidade passar pelo meu corpo, ele começa baixar a alcinha da minha blusinha, e logo ele a tira pela minha cabeça, e volta a beijar cada centímetros do meu corpo, nós dois estava afoitos, com necessidade de tocar um no outro, ele tira meu sutiã e fica olhando fixo para meus s***s, eu fico com vergonha e coloco as mãos nele, que as retira de imediato.
Magrin - Não os cubra princesa, eles são lindos, chega dar água na boca, esses biquinhos rosados - ele não terminou de falar e já abocanhou um seio, mordendo o biquinho me fazendo gemer baixo, enquanto acaricia o outro seio, e passo minhas mãos em suas costa e o sinto arrepiar soltando gemidos entre as chupada.
Eu nunca fui ousada assim, mas eu o queria, eu queria senti-lo dentro de mim, baixei minha mão até o shorts dele, coloco minha mão por dentro e logo sinto o volume de seu m****o em minha mão.
Magrin - Quer acabar com o pai mesmo! - Assim que ele terminou de falar, ele me deita no sofá e tira minha calça jeans me deixando apenas de calcinha fio dental preta de renda - Você é perfeita demais. - eu não tenho tempo de responder, pois ele logo está rasgando minha calcinha, como se rasga um papel, tamanha facilidade que ele a rasgou e só com aquela atitude eu já estava preste a gozar, ele começa a beijar minhas coxas, não demora muito, sinto o prazer mais intenso da minha vida, quando sinto sua boca em minha i********e, ali eu perco completamente o juízo, eu não raciocínio mais, apenas quero sentir o prazer maravilhoso que ele está me proporcionando… eu gemo e grito como uma louca, parecia que quanto mais eu gemia, mais ele me chupava, eu não conseguia segurar mais, e me desmancho em sua boca.
Magrin - Você é gostosa demais! - eu m*l me recuperei já sinto seu m****o em minha entrada - que delícia, você está ensopada - ele fala com a voz rouca de desejo.
Sinto ele me invadir, e não tem como controlar os gemidos, o p@u dele é grande e grosso, ele fica parado um pouco para que eu me acostume com o seu tamanho, assim que me sinto confortável eu começo a rebolar e ele entende o recado, pois começa a se movimentar pra dentro e fora de mim, e a cada movimento eu gemia, assim como ele.
Magrin - Put@ merda, você é tão apertada que sinto meu p@u ser esmagado… gostosa demais… ele fala entre os gemidos.
Ficamos assim por um tempo, mas logo eu fico de quatro e finalizamos o sexo mais intenso da minha vida.
Mila - Acabei de ter a melhor transa da minha vida, você tem noção que eu gozei quatro vezes. - Ele não falava nada, apenas me comia com os olhos, com um sorriso de molhar a calcinha.
Magrin - Bora tomar uma ducha.
Mila - Com certeza - levanto com dificuldade, pois minhas pernas parecem gelatinas, ele sorri safado e me pega no colo, me leva até o banheiro, me sento na banheira que ele coloca para encher, logo ele entra atrás de mim, e não demora muito para as carícias ficarem mais intensas, e sem ao menos planejar, estávamos transando de novo, e de novo, até que me vi exausta, e dormi no seu peito.
Acordo com a campainha tocando, estou com meu corpo dolorido, e sorrio lembrando das horas anterior, estou em minha cama, nua, coberta apenas com um lençol, olho para as marcas deixadas e fico sorrindo feito uma boba.
Mila - O homem gostoso. - A campainha toca novamente, eu me enrolei no lençol e vou ver quem era, olho pelo olho mágico e vejo Manu. - O que faz aqui mulher?
Manu - Tava dormindo?
Mila - Estava exausta.
Manu - Imagino difícil né amiga - ela fica me olhando com uma cara engraçada.
Mila - O que foi doida?
Manu - Que chupão é esse aí? - Eu arregalou os olhos e olho para ela com a mão no pescoço, totalmente sem graça. - C@r@lho Mila, chegou chegando, conta quem você pegou?
Mila - Não conto, se continuar rolando, eu conto, mas o que faz aqui a essa hora doida?
Manu - O Baile esqueceu?
Mila - Eu não vou amore, nem roupa pra ir tenho, eu não era de sair assim.
Manu - Falou certo não era, porque na sua nova vida você é.
Mila - Eu não vou saber nem como me comportar no lugar.
Manu - Amiga aí que tá, lá você não tem que se comportar - ela fala e logo dá uma gargalhada gostosa, que é impossível não acompanhar. - Bom equipada.
Mila - O que você trouxe? - ela começa a tirar várias peças de roupas, e acabo escolhendo um micro shorts jeans desfiado, e um cropped preto rendado transparente, opto pelo all star branco, a Manu faz uma maquiagem top.
Manu - c*****o, se eu não amasse meu neguinho, até eu te pegava, tu tá muito gata - ela diz rindo - partiu?
Mila - Vamos antes que eu desista.
-* Eu tenho essa história no telegrama, em um grupo privado, se interessar, me chama no inst-*