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1906 Palavras

Eu ainda não entendia um terço do que havia acabado de acontecer. Os assessores me trouxeram de volta para o castelo com pressa, como se minha presença ali fosse o prenúncio de um motim. Parecia que o ar no corredor carregava tensão, e eu não fazia ideia do porquê. Lá fora, nas ruas, as pessoas me reconheciam e me cumprimentavam com gentileza. Não havia sinais de hostilidade. Mas aqui dentro... aqui dentro parecia outro mundo. Andei depressa pelo corredor, com minha acompanhante, Ana, quase tropeçando atrás de mim. Seus passos curtos e apressados m*l acompanhavam os meus. Eu sabia que ela estava tentando dizer algo, mas o zumbido na minha cabeça era mais alto. Assim que entrei no quarto, pedi para que ela fechasse a porta. Tirei os sapatos com um movimento brusco, sentindo o alívio imedia

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