Capítulo 68

1537 Palavras

– Para onde vamos agora? – perguntei, entrelaçando nossos dedos. – Hmm... – Félix ergueu os olhos para o céu nublado daquele fim de tarde, e fingiu contemplar algum plano mirabolante por um longo momento. – Acho que eu deveria cumprir com a promessa que fiz a você alguns meses atrás. – Qual promessa? – Deixar que você dirigisse a minha moto. Eu dei risada, e o som ecoou sombriamente pelos túmulos. Observei o entorno, encolhendo-me. Félix deu uma risadinha, e segurou em meus ombros enquanto nos guiava para fora do lugar. – Eu não sabia que você estava prometendo, naquela época – comentei, aliviada de que rapidamente já estávamos dando a volta no cemitério por seu lado de fora, alcançando facilmente a sua moto. Félix pegou os nossos capacetes, e mesmo que eu já soubesse como fazer, el

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