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OBCECADO POR ELA — O CEO e a FORASTEIRA

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Sinopse

OBCECADO POR ELA: O CEO e a FORASTEIRA

Ela veio de longe. Fugindo. Mentindo. Sobrevivendo.

Luna Vargas não é uma turista. Não veio para passear, tirar fotos ou conhecer pontos turísticos. Ela chegou nessa cidade com uma mala pequena, dinheiro contado e um nome falso — fugindo de um ex-marido que ainda a procura. Seu plano era simples: passar despercebida, trabalhar em silêncio e desaparecer no meio da multidão.

Mas o destino, c***l e irônico, a colocou no caminho errado, na hora errada.

Damien Reid é um homem que nunca ouviu a palavra "não". CEO de um império bilionário, ele está acostumado a comprar, dominar e descartar. Mulheres para ele são distrações temporárias — até a noite em que encontra Luna em um bar decadente. Ela não se joga aos seus pés. Não se impressiona com seu dinheiro. Pior: ela hesita. E essa hesitação, para um homem como Damien, é o maior dos afrodisíacos.

O que começa como um jogo de poder rapidamente se transforma em uma obsessão sufocante. Damien não quer apenas possuí-la. Ele quer quebrá-la até que ela mesma não lembre mais de onde veio.

Mas Luna já foi quebrada antes. E sobreviveu.

Agora, presa em uma mansão que é mais jaula do que lar, Luna precisa fazer o que faz de melhor: mentir, suportar e esperar a hora certa de fugir de novo. O problema? Damien é tão obcecado por ela quanto o homem do qual ela escapou. E ele não vai deixá-la ir.

Neste jogo entre cárcere privado e desejo, entre medo e atração… Quem realmente está sendo caçada?

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Capítulo 01 Damien
Damien Narrando Eu, Damien Reid, 35 anos, os meus amigos me chamam só de Dam, CEO de uma das maiores empresas de tecnologia do país, sou conhecido por ser implacável. Não por prazer, mas porque aprendi, desde cedo, que a vida não tem piedade. Meu pai, Richard Reid, não teve a menor cerimônia em me ensinar isso. E eu aprendi bem a lição. O mundo é uma selva, e quem vacila morre. Simples assim. Minha empresa, minha reputação, meu controle — isso não está à venda. E a traição? Não, eu não tolero traição. Não aquelas dramáticas, que os tolos romantizam, mas as reais, as de quem se volta contra você. Lealdade é tudo. Ou você é meu, ou você não é nada. Letícia entrou na minha sala com aquele semblante fechado. Sabia que algo estava errado antes mesmo dela abrir a boca. Ela entrou com aquela pasta nas mãos, o olhar duro, e o ar pesou como um punho fechado. Letícia trabalha aqui há exatos seis meses, como assistente administrativa em período de experiência. Sempre foi uma funcionária exemplar, dedicada, discreta e extremamente competente — por isso mesmo, a surpresa ao vê-la daquele jeito era ainda maior. — Desculpe, Damien, mas... preciso conversar com você. Eu a observei com desconfiança. Sempre tão séria, tão focada... mas algo naquela voz fez meu instinto de alerta disparar. — O que houve? — desafiei, sentindo a tensão apertar o ar entre nós. Ela hesitou um segundo — raro, muito raro — e isso me fez prender a respiração. — Eu... não posso mais trabalhar aqui. — A voz saiu calma. Eu ri, sem humor algum. — Como assim, "não pode"? Você ainda está em fase de experiência, Letícia. Sabe muito bem como as regras funcionam aqui, e o quanto eu valorizo o seu trabalho. Ela colocou a pasta sobre minha mesa. Quando abri, o ódio brotou instantâneo, queimando meu peito: uma carta de demissão. Não. Isso não podia estar acontecendo. — Eu vou deixar a empresa. Eu... vou casar. — Letícia disse. Com tranquilidade. Com uma paz na voz que me cortou como uma lâmina. A risada que escapou da minha garganta foi amarga, venenosa. — Casar? Você construiu um espaço importante ao meu lado, se tornou indispensável e agora vai jogar tudo isso fora... por um casamento? O que ele tem de especial? Ela me encarou, sem uma gota de hesitação. — Ele me dá paz, Damien. E eu preciso disso. Mais do que tudo. A palavra "paz" me atingiu como um soco seco no estômago. Paz? Aquilo era desculpa de fracote para a mediocridade. Minha mandíbula travou. — Paz? O que você acha que construiu comigo, Letícia? Uma vida cheia de paz? Não existe paz nesse mundo. Você sabe disso melhor do que ninguém. Ela me olhou com frieza. A expressão não mudou. Não havia mais espaço ali para o Damien que ela conhecia. E isso me fez ferver por dentro. — Eu preciso disso, Damien. É a minha escolha. Antes que eu pudesse responder, a porta se abriu com um estalo. Sérgia. Ela entrou sem bater, como sempre fazia, com aquele sorriso provocador que sempre soube usar contra mim. Vestia um vestido preto curto demais, colado demais. Seus olhos percorreram a sala, pousaram em Letícia por um segundo com desprezo, e depois se fixaram em mim. Sem dizer uma palavra, Sérgia atravessou a sala com aquele passo felino, cheio de confiança, ignorando completamente a existência de Letícia. Quando chegou perto o bastante, eu senti o perfume dela — doce, pesado, sufocante. Ela se jogou contra mim, colou o corpo no meu, e antes que eu pudesse reagir, suas mãos subiram pelo meu peito, agarraram minha nuca e ela me puxou para um beijo quente, molhado, invasivo. A língua dela provocou a minha sem pedir licença, e eu senti os dentes dela morderem meu lábio inferior com uma leveza calculada. Por um segundo, fiquei paralisado. Não pelo prazer — mas pelo ódio de saber que ela estava fazendo aquilo de propósito. Na frente de Letícia. Sérgia se afastou devagar, passando a ponta da língua nos próprios lábios, e me lançou um olhar cúmplice, úmido, cheio de promessas sujas. Eu pude ver nos olhos dela o prazer de ter me marcado na frente da outra. Mas Letícia não era de ficar quieta. — Você está realmente fazendo isso, Sérgia? — A voz de Letícia cortou o ar. Não tremia. Não gritava. Era gelo. — Entra na sala sem nem se importar com nada e ainda beija ele na minha frente? Sérgia riu, baixo, e deu um passo em direção a Letícia. O salto alto estalou no piso como um tiro. — Você vai ter que aprender a lidar com a realidade, querida. — Sérgia inclinou a cabeça, os olhos estreitos. — Isso é o que Damien quer. Você está apenas jogando fora uma vida cheia de possibilidades... enquanto ele — ela olhou para mim por cima do ombro, com um sorriso lascivo — ele sempre vai querer mais do que uma simples assistente administrativa. O ar ficou irrespirável. — Me respeite, Sérgia, ou você vai se arrepender. — Letícia falou pausadamente, cada sílaba soando como um aviso. Sérgia não se intimidou. Pelo contrário, ela se aproximou ainda mais, até ficar a centímetros do rosto de Letícia. — Você acha que vai me intimidar? Sério? — Sérgia provocou, rindo de forma desdenhosa. — Querida, não se iluda: você não é tão importante quanto pensa. Foi o suficiente. — Chega. — Minha voz saiu firme, baixa, perigosa. Olhei para Letícia. Ela estava com os punhos fechados, mas o rosto permanecia uma máscara de pedra. — Você já tomou sua decisão. Vá. — Minhas próprias palavras me queimaram a língua. — Não espere que eu mude de ideia. Letícia me encarou por um longo segundo. Não disse nada. Apenas pegou a pasta, virou as costas e saiu. Sem olhar para trás. Sem uma lágrima. Cada passo dela foi firme, certeiro — como se ela estivesse andando para fora da minha vida e nunca mais fosse voltar. A porta fechou com um clique seco. Sérgia ainda estava ali. De braços cruzados. Observando com prazer disfarçado o que restava da cena. O sorriso de lado. O olhar que me avaliava como se eu fosse um animal em extinção. — Isso é o que você quer, Damien? — Ela perguntou, com um tom de ironia. A mão deslizou pelo meu braço até apertar meus dedos. — Uma vida vazia de lealdade e paz? Sérgia se aproximou outra vez. Os lábios roçaram minha orelha. A respiração dela quente contra minha pele. — Eu posso te dar coisas que ela nunca vai entender. Sérgia saiu em seguida, deixando para trás o rastro do perfume doce e o eco do salto no corredor. Mas ela não foi embora. Ficou ali. Do lado de fora. Eu sabia. Eu fiquei sozinho no meio da sala. O silêncio voltou. A raiva se dissolveu devagar, e no lugar dela veio um vazio profundo, escuro, que eu conhecia bem demais. Ódio. Ódio puro. Eu havia perdido. Perdi Letícia. Agarrei o copo de uísque que ainda estava na mesa e joguei contra a parede. O vidro explodiu. O líquido escorreu pelo mármore como sangue. — v***a ingrata. — Rosnei entre os dentes. — Ela acha que vai casar? Não vai. Só se eu estiver morto. Sérgia apareceu na porta novamente. Ela não tinha ido embora. Claro que não. — Vai ficar aí remoendo? — Ela provocou, recostada no batente. — Ou vai fazer alguma coisa? Meus olhos encontraram os dela. O jogo ainda não tinha terminado. Estava apenas começando. Continua... 🔥 RECADINHO DA AUTORA 🔥 OBCECADO POR ELA — O CEO e a FORASTEIRA Se você ama histórias intensas, cheias de obsessão, tensão psicológica, desejo proibido e personagens emocionalmente perigosos… esse livro é pra você. Aqui você vai conhecer Damien Reid. O CEO bilionário que nunca aprendeu a perder. Frio. Controlador. Dominador. Um homem acostumado a comprar tudo o que deseja — empresas, pessoas, silêncio e lealdade. Damien não acredita em amor. Não acredita em limites. E definitivamente não aceita rejeição. Até encontrar Luna Vargas. Uma mulher que chegou à cidade fugindo do próprio passado. Sem raízes. Sem segurança. Carregando traumas que ainda queimam na pele e um medo constante de ser encontrada. Luna não quer romance. Não quer atenção. Muito menos um homem como Damien. Mas algumas obsessões começam justamente quando alguém diz “não”. O que deveria ser apenas um encontro em um bar se transforma em um jogo psicológico intenso, onde desejo e perigo caminham lado a lado. Porque Damien não quer apenas conquistar Luna. Ele quer invadir cada barreira dela. Quer quebrar suas defesas. Quer ser o homem que ela não consegue esquecer. Só que Luna já pertenceu a um homem obsessivo antes. E ela sabe exatamente como histórias assim podem terminar. Dois mundos marcados pelo controle. Uma mulher tentando sobreviver. Um homem incapaz de aceitar limites. A fuga e a perseguição. O medo e a atração. A obsessão e o caos. Mas já aviso logo: Não espere um romance leve. Aqui tem tensão psicológica. Tem personagens emocionalmente intensos. Tem obsessão. Tem traumas. Tem manipulação emocional. Tem cenas quentes carregadas de conflito e poder. Tem um homem que transforma desejo em posse. E uma mulher tentando impedir que o passado destrua sua liberdade outra vez. Essa é uma história sobre sobrevivência. Sobre controle. Sobre até onde alguém pode ir quando confunde amor com obsessão. E principalmente… sobre o perigo de se apaixonar justamente pelo tipo de homem que você jurou nunca mais deixar tocar sua vida. Te espero nas próximas páginas. Com carinho (e um pouquinho de caos), JM MARTINS 🚨 AVISO LEGAL — DIREITOS AUTORAIS 🚨 Esta obra é fruto da imaginação da autora. Qualquer semelhança com nomes, pessoas, lugares ou situações reais é mera coincidência. 🚫 Proibido para menores de 18 anos. Contém linguagem imprópria, tensão psicológica intensa, cenas de violência emocional, obsessão, perseguição e conteúdos destinados ao público adulto. ESTA OBRA É REGISTRADA. Todos os direitos estão reservados. A reprodução, distribuição ou compartilhamento, total ou parcial, em formato digital (PDF, ePub ou qualquer outro formato), sem autorização expressa da autora, é proibida por lei. A violação desses direitos constitui crime, conforme a Lei nº 9.610, de 19 de fevereiro de 1998. Respeite o trabalho de quem cria com dedicação, imaginação e muitas horas de escrita. 📲 Quer acompanhar novidades, surtos, bastidores e lançamentos? Siga nas redes sociais: @aut_jm_martins_ 📢 BORA DE LANÇAMENTO! 🚀 Já adicionou OBCECADO POR ELA — O CEO e a FORASTEIRA na biblioteca? 👀 O capítulo degustação já está disponível pra deixar vocês completamente surtadas com Damien Reid e Luna Vargas. 📚 Adiciona na biblioteca agora! Porque essa história promete obsessão, tensão e muito caos emocional desde os primeiros capítulos. 🗓 Pré-lançamento: 10/06 🚀 Lançamento oficial: 20/06 Não perde essa data! Prepara o emocional porque Damien Reid não entra na vida de ninguém de forma leve… e Luna está prestes a descobrir isso da pior maneira possível. 😮‍💨🔥 Vem viver essa história comigo. Porque ela promete deixar marcas desde o primeiro olhar. Com carinho (e muita obsessão), JM MARTINS

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