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O Melhor Amigo do Meu Irmão é um Cowboy

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Sinopse

⚠️ Ele é o melhor amigo do meu irmão... e meu maior pecado. ⚠️Quando decidi voltar pro rancho da minha família, não imaginei que reencontraria Levi Carter o cowboy mais bruto, sexy e proibido que já conheci.Ele é o tipo de homem que comanda com o olhar, fala pouco… mas faz tudo com as mãos. O tipo que tira o fôlego só de encostar a ponta dos dedos. E o pior? É o melhor amigo do meu irmão. A única regra era: não toque nela.Mas o problema é que Levi sempre foi péssimo com regras.E eu? Eu sempre quis ser quebrada por ele.Entre noites quentes no celeiro, gemidos abafados pra ninguém ouvir e a adrenalina de saber que tudo pode explodir a qualquer momento… a gente se perdeu. E agora, não tem volta.🔥 Ele disse que ia me manter longe.🔥 Eu prometi que não ia me apaixonar.Mas nesse jogo, a gente só sabe fazer uma coisa: queimar até o fim.

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1 - Ele não me viu. Mas eu vi tudo.
Camila Meu nome é Camila Duarte, tenho 22 anos e estou oficialmente ferrada. Voltar pro rancho da minha família parecia uma ideia inocente, até eu dar de cara com o motivo exato pelo qual eu deveria ter ficado bem longe daqui. O calor daquela estrada empoeirada parecia querer me engolir viva. O cheiro de terra seca, de mato e de liberdade invadia o carro enquanto eu passava pela velha cerca de madeira que marcava a entrada do rancho. Tudo ali continuava do mesmo jeito: rústico, espaçoso e carregado de lembranças que eu passei anos tentando enterrar. Suspirei. Desci do carro com os pés ainda dormentes, estiquei o corpo e senti aquele vento morno acariciar minha pele suada. As mãos no quadril, a camiseta colando no peito, o cabelo bagunçado da viagem… e ali estava eu. Depois de quatro anos na cidade, voltando pra onde tudo começou. De volta ao interior. De volta ao rancho. E, principalmente, de volta a ele. Levi Carter. O melhor amigo do meu irmão. O homem que me ignorava como se eu ainda tivesse 13 anos e usasse aparelho. O mesmo homem que, agora, eu sabia que podia me fazer esquecer qualquer outro com um toque — e um gemido. Ainda nem tinha tirado a mala do porta-malas quando ouvi o barulho de água correndo. Meu coração disparou. A ducha externa. Será que…? Meus pés andaram sozinhos, e quando me dei conta, já estava caminhando pela lateral da casa, a boca seca e a respiração presa. Foi quando eu vi. E tudo ao meu redor desapareceu. Ali, sob a água da ducha improvisada, estava ele. Levi. Molhado. Nu. Brilhando como uma miragem em meio à poeira e ao calor. A água escorria pelos músculos largos das costas, delineando cada linha daquele corpo como se tivesse sido entalhado à mão. Ombros largos, braços fortes, pernas grossas e firmes. A pele dourada do sol reluzia sob o jato d’água, e o som da água caindo no chão de pedra abafava qualquer batida do meu coração acelerado. Levi esfregava o cabelo com a mão, os bíceps contraindo com o movimento, alheio ao fato de que eu estava ali, espiando como uma completa pervertida. Mas eu não conseguia sair. Eu não queria sair. E então ele virou de lado. Minha boca secou. Meus olhos pararam direto ali. No meio das coxas dele. Naquele… monstro. Meu. Deus. A primeira coisa que pensei foi: isso não pode ser real. A segunda: como alguém aguenta isso dentro de si? A terceira… eu senti. Uma pulsação úmida entre minhas pernas. Um calor abrasador que parecia subir da minha calcinha até o meu pescoço. Meu peito arfava. Minhas mãos suavam. E minha mente… bom, minha mente já estava imaginando aquele negócio todo dentro de mim. Levi não estava só nu. Ele estava abençoado. Aquele pênis era grande, grosso, pesado, com as veias marcadas e a cabeça avermelhada mesmo sob a água fria. Não estava completamente ereto… mas já era demais. Imagina aquilo completamente duro? Eu perderia o juízo. Minhas pernas enfraqueceram. Me apoiei discretamente na madeira da parede, os olhos fixos nele como se eu tivesse hipnotizada. Porque era exatamente isso. Ele era como uma maldição de desejo. O tipo de homem que não se esquece nem quando tenta. O tipo que a gente jura evitar… e acaba implorando pra ser fodida como nunca foi. E quando ele passou a mão pelo abdômen, deixando a água escorrer ainda mais devagar… meu corpo reagiu como se ele tivesse me tocando. Eu mordi o lábio com força, tentando segurar um gemido. O desejo era tão cru, tão puro, tão desesperado, que eu senti vontade de chorar. Porque ali estava o homem que eu nunca poderia ter. O homem que prometeu ao meu irmão que nunca chegaria perto de mim. O homem que, se me visse agora, talvez nunca mais olhasse na minha cara… ou pior: talvez me olhasse com a mesma fome que eu olhava pra ele. Ele virou de frente. E foi aí que perdi a cabeça de vez. A toalha pendurada ao lado da ducha caiu no chão, e ele nem se incomodou. Apenas ficou ali, exposto, natural, com aquele corpo que parecia obra de um escultor selvagem. Seus olhos estavam fechados, a expressão relaxada… como se ele tivesse gozando com a água. E eu estava ali, assistindo tudo. A vontade de me tocar foi quase insuportável. Mas eu fiquei ali, estática, suando, mordendo o dedo, sentindo meu coração bater no c******s. Eu queria saber o gosto dele. Queria ajoelhar ali mesmo. Queria ver aquele p*u todo sumir dentro da minha boca enquanto ele agarrava meu cabelo e gemia meu nome como se eu fosse o último pecado dele. Mas tudo o que eu fiz foi olhar. Como uma covarde. Uma covarde com a calcinha encharcada e a alma entregue. Ele desligou a água. Pegou a toalha do chão, passou pelos ombros, peito, barriga… e, claro, naquela coisa absurda. E eu morri um pouco mais por dentro, porque até enxugando o p*u ele era sexy. Foi só quando ele virou de costas que eu consegui recuperar o controle das minhas pernas e correr de volta até o carro. Me joguei no banco, fechei os olhos, respirei fundo. Mas não adiantava. A imagem dele estava gravada dentro de mim. Meu irmão me mataria se soubesse. E Levi… bom, Levi provavelmente fingiria que nada aconteceu. Mas algo aconteceu. Dentro de mim. Uma faísca. Uma necessidade crua, proibida, escandalosa. A vontade de saber se aquele homem que parecia uma estátua de pecado sabia usar tudo aquilo que carregava entre as pernas.

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