CORINGA Eu a segurei firme no meu colo, sentindo o corpo dela se moldar ao meu. Beatriz ainda tentava manter aquela pose de durona, mas eu via nos olhos dela o quanto já tava entregue. Coringa: "Tá confortável, princesa?" Ela bufou, mas não saiu do meu colo. Sábia escolha. Passei a mão devagar pela coxa dela, subindo com calma, sentindo cada reação. Ela se arrepiou, mas não se afastou. Beatriz: "Você acha que manda em mim, né?" Soltei uma risada baixa, apertando a cintura dela. Coringa: "Eu não acho nada, Beatriz. Eu sei. Você já tá dentro da minha vida, e uma vez aqui, não tem saída." Ela me olhou com aquele olhar desafiador, mas eu sabia que, no fundo, ela gostava daquilo. Gostava do poder, da sensação de estar segura e ao mesmo tempo à beira do perigo. O tipo de coisa que vicia.

