(Continuação). CORINGA Eu senti. Antes mesmo de vê-la, antes mesmo de ouvi-la. O cheiro do sangue, o calor da luta. Minha princesa estava se divertindo, como sempre. Mas não sozinha. Alguém estava prestes a tocá-la, prestes a interromper o show. Não podia permitir. Antes que aquele verme pudesse encostar um dedo nela, minha lâmina encontrou seu pescoço. Um corte limpo, rápido. O grito morreu antes de sair. Ele caiu aos meus pés, sem vida, sem significado. Assim como todos os outros. Eu sorri. Minha princesa se virou, desafiadora, como sempre. Coringa: "Ah, princesa, se divertindo sozinha? E eu achando que era o seu brinquedo favorito..." Beatriz: (arqueando uma sobrancelha, com sarcasmo) "Você demorou demais, Coringa. Eu não sou mulher de esperar." Oh, mas eu adoro quando ela fala as

