capítulo 66

742 Palavras

Coringa (narração): O quarto tava um caos. Lençol jogado, travesseiro no chão, o cheiro de sexo pesado no ar, grudando na pele, nos cabelos, na p***a da alma. O corpo dela tava largado na cama como se tivesse sido atropelada por um furacão. O furacão era eu. Me aproximei, puxando ela pra perto. Ela gemeu baixinho quando encostou em mim, cada parte do corpo dela era só sensibilidade e cansaço. Beijei o ombro dela. Só isso. Um beijo. Lento. Quente. E ela estremeceu de novo. Beatriz: “Se fizer isso de novo, eu g**o de novo. E juro que não aguento.” Soltei um riso rouco contra a pele dela. Coringa: “Essa é a ideia.” Mas não toquei. Não ainda. Só passei a mão pelas costas dela devagar, traçando as marcas vermelhas que deixei com as unhas, com os dentes, com o peso do meu corpo. Cada lin

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