Na manhã seguinte, acordo com uma sensação clara. Algo precisa mudar. Depois de ontem, não posso mais simplesmente sentar ao lado dele e ver Máximo se esvaindo diante dos meus olhos. Essa dor está consumindo-o por dentro, e se ninguém puder alcançá-lo. Ele simplesmente desaparecerá. E não vou permitir. Então eu faço a única coisa que me ocorre. Algo que realmente poderia fazer sentido. — Daryana, prepare-se, vamos. Digo à minha filha, enquanto ela ainda está de pijama e tomando café da manhã. — Vamos ver o Máximo. Os seus olhos se iluminam imediatamente. — De verdade? Pergunta, como se não acreditasse. — De verdade. E em uma hora já estamos em frente à porta do quarto dele. Daryana segura a sua mochila e está um pouco nervosa. Eu vejo isso. Mas quando as portas se abrem, ela tira rap

