Paul apertou os olhos, despejando até a última gota de prazer em Andreia, saindo lentamente, ainda aproveitando o corpo quente e e******o dela.
“Uau” ela disse permanecendo deitada na cama, com medo que alguém entrasse no quarto e os encontrasse nu.
“Desculpe” ele disse com uma voz rancorosa enquanto ficava em pé e acendia a luz.
Andreia tinha oportunidade de poder o ver sem ter que fingir estar dormindo, o homem era realmente lindo, tinha olhos castanhos, a pele parda, os cabelos pretos, lábios médios e sedutores, o corpo era escultural, não tinha nenhum defeito, o nervo grande e grosso ainda estava ereto, convidativo.
Ela esticou o pescoço, dando uma conferida no bumbum, que também era maravilhoso e as pernas torneadas.
“Desculpas?” perguntou feliz sentando-se na cama, cobrindo o corpo com o cobertor “você traiu alguém comigo?”.
“Não é isso, não quero que pense que sou um tarado, um maníaco, estou envergonhado, não precisa se preocupar, pois não irá acontecer novamente” dizia com a voz trêmula e com o rosto abaixado.
“Não foi você que me atacou”, ela disse sorrindo “posso usar o banheiro? Estou apertada e confesso que com muita fome”.
Andrea ficou de pé enrolada no cobertor, passando à frente dele e indicando que ainda estava totalmente nu e com pênis ereto, enquanto se desculpa, deixando-o totalmente envergonhado, e andando segundo as coordenadas dele até chegar no banheiro.
Finalmente ela pode respirar fundo, não tinha experiencias com relacionamentos, não queria parecer desesperada ou imatura, e nem assustada, queria ser interessante, porque o cara era um gato, mas não tinha a mínima ideia de como o fazer, Andreia estava cansada de ser a rejeitada e pelo jeito que o homem havia reagido ao pós-sexo, tinha que fazer uma coisa rápido para não o perder.
“Você está bem?” ele perguntou com uma voz desanimada, talvez até triste, diferente da que ouviu na hora do chá, “separei algo meu, para vestir, vou deixar aqui na porta, com toalhas limpas, vou te esperar na cozinha”.
“Ok” ela respondeu tento a sensação que estava perdendo, “Obrigada”.
Andreia observou com cuidado o pequeno banheiro, a cabana parecia antiga, mas a mobília era boa e muito cara.
Ela direcionou-se para o chuveiro, recebendo uma água morna, passando a se lavar e lembrando-se do toque de Paul, excitando-se com isso, enquanto sentia sua i********e latejar, torcendo para que ele fosse um homem normal e pudessem ficar juntos novamente.
Andreia pensava em um plano de sedução, enquanto se lavava, quando terminou e abriu a porta do banheiro, deu de cara com uma toalha felpuda e uma camisa xadrez, vermelha com preto, com mandas longas, imensa, e uma calça de moletom tão grande que ficava caindo em sua cintura.
Andreia caminhou até a cômoda que havia no quarto, deu uma boa olhada no espelho, se achava estranha sem seus óculos, penteou os cabelos com as mãos, e deu uma boa olhada em seu corpo nu, se perguntando se era atraente para um homem como aquele, vestindo a camisa xadrez, deixando alguns botões abertos, na intenção de ficar sensual, dobrado as mangas e decidindo permanecer sem as calças, já que caiam, sentindo o rosto corar, ao lembrar que não tinha calcinha.
Ela arrumou a cama, não fazia ideia de que horas eram, e envergonhada saiu do quarto, andando devagar no corredor de madeira, observando os quadros na parede verde abacate, até encontrar uma imensa escada de madeira e a descendo, tocando o corrimão de madeira com a mão, enquanto observava ao redor, procurando a cozinha, pelo olfato, pois sentia um odor doce e convidativo