Bryan Larguei a caneta em cima da mesa e olhei para o homem sorridente na minha frente. Aquele cabelo engomadinho, seu terno de risca de giz perfeitamente alinhando, que na minha opinião o deixava com cara de bobão, tinha literalmente o destino da minha vida agora em mãos. Fazia um mês que os gêmeos estavam em casa, quer dizer, na casa da Bia. Eu passava todo o tempo que eu tinha livre com eles. Atualmente isso vinha se tornando um pouco mais difícil, pois eu entrei em um curso técnico noturno de carpintaria e de manhã estava frequentando as aulas no SEBRAE sobre pequenos negócios e esse era o motivo de estar na frente do gerente do meu banco, mudando minha conta de física para jurídica. Para a minha total surpresa, quando contei para os meus pais que estava a fim de ter meu próprio neg

