30- CELULAR

1013 Palavras

CAPÍTULO 30 DIGÃO NARRANDO Saí do barraco ajeitando o rádio na cintura. — Bom dia, chefe. — um dos vapores falou. Só fiz um sinal com a cabeça. Subi na moto e desci o morro devagar, observando tudo. Movimento normal. Sem correria. Sem sirene. Do jeito que eu gosto. Quando cheguei na boca, já tinha gente na contenção. Desci da moto, tirei o capacete e entreguei pra um dos meninos. — Fica de olho lá em cima. Qualquer coisa me chama. — Pode deixar. Passei pelos vapores e entrei na minha sala. Nem deu tempo de fechar a porta direito. Ela entrou atrás. Perfume doce demais. Salto batendo no chão. — Digão, amor… — Michele falou, fechando a porta como se fosse dona do lugar. Passei a mão no rosto já sentindo a dor de cabeça vindo. — Qual foi, Michele? Cedo assim, pô? Tu não tem o qu

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