Ela tremia sobre o meu corpo. As minhas mãos seguraram tão forte os seus quadris que não percebi a força que empregava contra a sua pele. Parou, senti a barreira e o meu coração parecia que ia sair do peito. — Dói? Perguntei mais por curiosidade do que por outra coisa. Ela assentiu, fechando os olhos. — Se você quiser parar, Maria José, podemos deixar, faremos o que você desejar, você tem o controle nas suas mãos. Ela abriu os olhos com pressa, ne*gando. — Não, não quero parar. É que... Levantei o queixo dela. — É que, querida? — É que, dói e eu gosto em partes iguais. Dei um sorriso. — Dor e prazer andam de mãos dadas, meu amor. Se souberes desfrutar, sentirás uma grande satisfação. Declarei, mordendo a pele do seu ombro. — Quer que eu te ajude um pouco? Ela assentiu várias vezes. C

