Juan não deixava Letícia fazer esforço nenhum. Nada. Se ela levantava do sofá, ele já estava de pé. Se reclamava de dor nas costas, ele aparecia com almofada, massagem, água, remédio. Se fazia uma careta diferente, ele já perguntava: — Onde tá doendo, princesa? Os enjoos dessa gravidez eram muito piores do que na de Vítor. Às vezes vinham do nada. Letícia m*l tinha tempo de falar e Juan já a conduzia até o banheiro, segurando o cabelo, ajoelhado ao lado dela. — Calma… respira… eu tô aqui. Depois, ajudava a lavar o rosto dela, dava água gelada, beijava a testa. — Desculpa… — ela dizia cansada. — Essa gravidez tá acabando comigo. Juan balançava a cabeça. — Não pede desculpa. — falava firme. — Você tá gerando a nossa filha. Ela se deitava, exausta, e ele ficava ali, fazendo carinh

