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PAIXÃO PROIBIDA NO MORRO/ALEMÃO

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Sinopse

Stella 27 anos, vive aprisionada em um casamento sem amor com Barão, o temido dono do Morro do Alemão. O que um dia parecia ser uma história de paixão arrebatadora se tornou uma prisão de sofrimento. Agora, Stella sobrevive a cada dia, carregando o fardo de um relacionamento abusivo, sendo humilhada e maltratada, enquanto Barão dedica seu coração a outra mulher. Mesmo assim, ele não aceita que Stella vá embora, ameaçando destruir tudo o que ela ama caso tente fugir.Quando um novo gerente assume o controle da boca do pó, tudo muda. Ele é diferente de qualquer homem que Stella já conheceu — misterioso, atraente e perigoso. Entre os dois, nasce uma paixão proibida, intensa e cheia de riscos. O amor entre eles é como uma bomba relógio, prestes a explodir em meio ao caos do morro, onde cada passo pode ser fatal.Em um cenário onde o poder, o medo e a lealdade moldam vidas, Stella terá que enfrentar seus piores medos para conquistar a liberdade que tanto deseja

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CAPÍTULO 1 CONHECENDO A STELLA
Capítulo 1 - Pérola Narrando** Olá, meu povo. Eu me chamo Stella, mas todo mundo aqui no morro me conhece como Pérola. Tenho 27 anos, sou casada e tenho um filho de 7 anos chamado Rayan. Ele é o amor da minha vida, a razão de eu me levantar da cama todos os dias. Eu sou baixinha, tenho 1,59m, quadris largos, coxas grossas e uma cintura fina. Meus s***s são médios, mas muitas pessoas me chamam de gorda. Eu, sinceramente, me considero normal. Moro no morro do Alemão desde os 10 anos de idade. Foi aqui que cresci e, aos 20, conheci o meu marido, Barão, o dono do morro. Tudo começou quando minha amiga Raiane me convenceu a ir ao meu primeiro baile funk. Nunca fui de sair de casa, era uma garota quieta, tímida, mas naquele dia ela insistiu tanto que acabei cedendo. Esse baile mudou minha vida de um jeito que eu jamais poderia imaginar. Foi lá que perdi meu primeiro beijo, minha virgindade e, como se não bastasse, ainda saí grávida. Quando Barão soube da gravidez, ele imediatamente decidiu se casar comigo. Ele sempre foi muito conhecido no morro, respeitado e temido. A gente vivia uma paixão louca. Aqueles primeiros meses juntos foram intensos, cheios de desejo, risos e promessas de amor eterno. Quando Ryan nasceu, tudo parecia que ia ser perfeito. Mas depois de um tempo, Barão mudou completamente. A paixão que ele tinha por mim se apagou, e o desejo... bem, esse também desapareceu. No lugar daquele homem apaixonado e protetor, surgiu alguém frio e distante. E como se isso já não fosse r**m o bastante, começaram os comentários maldosos. Ele começou a me humilhar, a me tratar m*l na frente de todo mundo. O que mais me doía era que todo mundo sabia que ele tinha uma amante. E não era qualquer uma; era a amante fixa dele, uma p*****a que ele tratava como se fosse uma rainha. Enquanto ela tem tudo o que quer, eu recebo o pior dele. Apanho e sou humilhada quase todos os dias. Já pedi várias vezes para ele arrumar um barraco só pra mim, que eu não aguento mais viver assim, mas ele sempre diz que não vai permitir que eu vá embora. Ele fala que, se eu fugir, ele me encontraria até no inferno, e que levaria Ryan comigo para longe. Já ameaçou me matar mais de uma vez e deixar a amante dele como mãe do meu filho. Só de pensar nisso, um arrepio sobe pela minha espinha. Eu amo Ryan mais do que tudo no mundo. Ele é o único motivo pelo qual eu ainda estou aqui, suportando essa vida de merda. Não sei o que seria de mim sem ele, e jamais deixaria que aquela vagabunda criasse o meu filho. A única coisa que ainda consigo ver de bonito em mim é o meu cabelo. Ele é longo e liso, e sempre recebo elogios por ele. Meus olhos são verdes, e meus lábios, meio rosados e carnudos. Tenho dentes alinhados e brancos. No fundo, apesar de tudo, ainda me acho bonita, mesmo que às vezes isso não faça diferença. Barão é um homem atraente, eu não vou negar. Ele tem aquele jeito que atrai as mulheres, aquele charme que ele usa para manipular todo mundo ao redor. Mas ultimamente, ele só me enoja. Ele age como um moleque, cheio de atitude imatura, e mesmo assim continua sendo o dono do pedaço, o “rei” desse morro. Aqui, ele é temido, mas eu sei que ele é fraco por dentro. Só que, de alguma forma, ele ainda tem poder sobre mim. Eu, que já fui tão forte, me sinto quebrada, presa a essa vida sem saída. Às vezes fico pensando em como tudo teria sido diferente se eu não tivesse ido àquele baile. Minha vida teria sido melhor? Eu estaria livre, feliz, longe desse inferno? Ou talvez Barão me encontraria de qualquer forma, como se o destino tivesse me condenado a viver nessa prisão desde o começo? Eu não sei. O que eu sei é que estou cansada. Cansada de apanhar, cansada de ser humilhada, de ser tratada como lixo enquanto ele e a amante vivem na boa. Eu quero ir embora. Eu sonho com isso todas as noites. Sair daqui, pegar Ryan pela mão e sumir no mundo, começar uma vida nova, longe desse lugar, onde ninguém saiba quem eu sou, onde eu possa viver sem medo. Mas aí lembro das ameaças de Barão. Ele disse que se eu fugisse, ele me acharia, nem que fosse no inferno. E, pior ainda, ele disse que pegaria Ryan. Não posso arriscar a vida do meu filho. Não posso. Nos poucos momentos em que estou sozinha, me pego pensando em como vou sobreviver a mais um dia. As surras ficam cada vez mais frequentes, e o ódio nos olhos de Barão parece crescer a cada dia. Ele não é mais o homem por quem me apaixonei, mas quem sabe ele algum dia foi? Talvez aquele amor que vivi nos primeiros meses não passava de uma ilusão, uma armadilha que me prendeu nesse ciclo de dor e medo. E agora, o que sobrou de mim? Eu me olho no espelho e vejo uma mulher que já foi cheia de vida, cheia de sonhos. Agora, sou uma sombra do que fui. Cada marca no meu corpo é um lembrete do que passei, do que ainda passo. Mas, mesmo assim, eu tento manter uma esperança. Por Ryan, eu tenho que ser forte. Preciso encontrar uma saída. Sei que, um dia, vou conseguir. Talvez demore, mas vou fugir dessa vida, e vou levar meu filho comigo. Mas enquanto esse dia não chega, eu respiro fundo e enfrento mais um dia. Olho para Rayan dormindo e penso que ele não merece crescer nesse ambiente. Eu me recuso a deixar que ele veja a violência como algo normal, que pense que o amor é o que eu e Barão vivemos. Ele merece uma vida melhor, longe de toda essa sujeira. Eu só espero ter forças para conseguir dar isso a ele. Por enquanto, é isso.

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