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O Prazer da Expurgação

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Sinopse

Eloá Nardoni é uma psicpata em todos os graus estudados pela ciência e pela psiquiatria, mas ainda não diagnosticada, porque sua mãe adotiva acreditava ser algum trauma da infância e que passaria com o tempo. Nardoni conhece a noite anual de crimes, que acontecia na cidade vizinha a que morava, descobrindo ali o prazer da expurgação.

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15 de Outubro - EUA
15 de outubro - Candem, New Jersey - EUA O dia da expurgação anual tinha chegado mais uma vez, para o desespero das pessoas sem condições financeiras para conseguir ir para um local seguro naquele maldito dia do ano. A expurgação era um dia que o governo da cidade liberava para que diversos crimes pudessem ser cometidos, sem nenhum tipo de punição para as pessoas, durante um prazo de 12 horas.  A única regra da expurgação, que não é permitido de forma NENHUMA qualquer tipo de violência s****l, pois as câmeras da cidade estariam ativas e caso alguém descumprisse a regra, seria devidamente punido por outros “expurgadores” ou pela polícia, quando o prazo de 12 horas se encerrar.  Muitas pessoas estavam se preparando durante todo o ano para que aquele dia chegasse, em contrapartida, milhares de pessoas estavam atravessando a ponte da cidade a pé, apenas com documentos e um pouco de comida para conseguir passar a noite em outro lugar, sem risco de morrer da forma mais brutal possível.  Estava começando a se aproximar das 19h, que era o horário onde todos os serviços ficariam inativos, sejam os hospitais, delegacias, postos de atendimento e todo tipo de serviço aberto ao público. Estava perto do momento que seria cada um por si e apenas Deus por todo mundo ou seja lá a crença de cada um, sem que ninguém pudesse impedir o que viria a acontecer.  As 12 horas de expurgação estavam se aproximando, as pessoas corriam na ponte de fronteira com outra cidade, tentando escapar da cidade antes que os sinais soassem e iniciasse a noite de crimes. Uma família infelizmente não conseguiu sair da cidade a tempo, pois uma das crianças estava doente e era difícil carregá-la no colo enquanto corria para fora da cidade.  “Atenção, está aberta as 12 horas de crime, como sabem, crimes de violência s****l será punido por outros expurgadores ou pela polícia quando as 12 horas se encerrarem na manhã seguinte, as 7 da manhã. Todo e qualquer crime será permitido, sem nenhuma punição, exceto o crime informado anteriormente. Como já sabem, nenhum serviço de atendimento ao público estará funcionando nas próximas horas, não adianta ligar, vocês estarão por conta própria.  Que comece as 12 horas de expurgação. Deus abençoe a América.” Era o anúncio de que permitia o início dos crimes. Comércios, casas e todo local que poderia atrair o público estava fechado naquele momento. Pessoas escondidas dentro de suas casas, agarradas ao fio de esperança de sobreviver aquela expurgação.  Muitos perguntam “se tem risco de morrer, por que não saem da cidade e vão para outro lugar?” Candem é a cidade mais pobre dos Estados Unidos da América, pessoas que vivem abaixo da linha da miséria no país vivem ali, não tem condições financeiras de se manterem em nenhum lugar, por isso ainda vivem ali, se escondendo e lutando para não morrer todos os dias, principalmente no dia 15 de outubro de cada ano. O objetivo da noite anual de crimes era diminuir a população que vivia na cidade, de uma forma que o governo não seria propriamente punido por aqueles crimes e sim outras pessoas, permitindo também que as pessoas tenham uma noite no ano para conseguir extravasar todo aquele cansaço e estresse quem vem acumulando durante todo o ano.   Isso não significava que acontecia uma grande redução de crimes durante os outros 364 dias ou 365 em casos de anos bissextos, mas conseguiu reduzir a população e com eles, muitas pessoas criminosas, logo tendo menos “criminosos” na rua.  Outros estados lutavam para o que o dia da expurgação acabasse em Candem, pois muitas vidas inocentes eram perdidas por pessoas alucinadas que no dia seguinte, seguiria sua vida como se nada tivesse acontecido, como se ele não tivesse matado uma criança, uma mãe solo ou um pai de família, já que a diversão de muitos era ver as pessoas implorando por suas vidas, mesmo que fossem vidas miseráveis naquela cidade sem apoio nenhum.  Era impressionante o quanto os Estados Unidos da América era visto como um país rico e que abraça o seu povo, quando pessoas tinham lutar todos os dias para conseguir um pouco de alimento e ainda terem que se esconderem, fugirem de suas casas ou rezar para que seu esconderijo não fosse descoberto para não ter uma morte brutal.  Às 19:10, às ruas já estavam começando a encher de grupos prontos para cometer crimes, muitos começavam com depredação de lojas e iluminação pública. Alguns grupos estavam de acordo que só poderiam m***r ou espancar alguém que eles encontrassem diretamente na rua, independente se fosse de outro grupo ou sozinho, para deixar com que as pessoas que estejam escondidas, permanecessem vivas. Já outros grupos estavam empenhados em m***r qualquer pessoa, independente de onde estava, dentro de casa, escondida ou no meio da rua, pois todos seriam alvos.  Muitos seguiram para a ponte da cidade, para tentar encontrar pessoas que não conseguiram atravessar a tempo, pois eles seriam alvos fáceis e não teriam para onde fugir se estivessem cercados por um grande grupo.  Muitas vidas inocentes foram perdidas naquela noite, mas tudo em nome da América e em nome da liberdade do povo americano. A família que não conseguiu sair da cidade a tempo foi morta por um grupo de criminosos depravados, onde os pais foram agredidos na frente dos filhos, matando-os a sangue frio, indo embora e deixando as crianças ali com o trauma de ter visto seus pais sendo mortos por pessoas marcaradas, sem dó e muito menos piedade.  O que essas pessoas faziam, eles chamavam de “recrutação futura”, pois aquelas crianças em sua maioria iriam crescer e iriam ser os próximos a participaram da noite de expurgação, em forma de “honrar a morte de seus pais”.  Tudo aquilo era doentio de mais, mas nada poderia ser feito, eram apenas crianças em uma noite de crimes, que além de ter visto seus pais morrerem brutalmente em suas frentes, teriam que arrumar algum lugar para esconder, pois possivelmente outros grupos não os deixariam vivos.  Eram três crianças, dois meninos e uma menina, David, Ryan e Louise Turpin, todos irmãos do casal morto na ponte, agora mais do que nunca, precisariam sobreviver para conseguir justiça pela morte de seus pais. Ryan era o mais velho com 12 anos, seguido por David de 10 e Louise de 8. Ele sabia um local que poderiam esconder até o inicio da manhã, mas precisava de silêncio e cuidado total de seus irmãos para não chamar a atenção para eles.  - Tem um galpão abandonado próximo daqui, precisamos ir com toda cautela possível, ok? Se souberem que estamos vivos, iram vir atrás de nós. - Ryan disse para os irmãos que ainda estavam desesperados com tudo que aconteceu - Vamos levar a comida que está com nossos pais? Estou começando a sentir fome. - David perguntou para o irmão que olhou para o corpo de seus pais antes de responder - Deitem no chão e fiquem quietos, eu vou ver o que consigo salvar para levarmos. - o mais velho disse indo abaixado até onde estava os corpos de seus pais - Por que temos que ficar no chão Ry? - a menor perguntou se juntando ao seu irmão no chão - Tem muitos aqui perto princesa, se eles usarem a lanterna e nos virem aqui, não vamos ter como fugir. Espera só mais um pouquinho que vou tirar a gente daqui, preciso que confie em mim, ok? - ele disse e ambos dos irmãos concordaram, deitando novamente no chão  Ryan rapidamente tirou tudo que podia e que não estava sujo de sangue na mochila de seus pais. Enrolou tudo em um cobertor que tinha ali e colocou na mochila que ele carregava. - Ry, eles estão vindo. - Louise disse ao ver lanternas sendo apontadas para onde eles estavam - Fiquem no chão, de olhos fechados de preferência e não se mexa em hipótese nenhuma que eles irão embora. - o mais velho dos Turpin disse também se jogando no chão Como dito, alguns sádicos apareceram, ao ver que todos estavam no chão, aparentemente mortos foram embora, pois não tinha nada pra fazer ali. Quando notou que todos tinham se afastado consideravelmente, Ryan se levantou calmamente, chamando seus irmãos para passarem por trás de uma viga de ferro que tinha na ponte, isso daria acesso para eles andarem sem que ninguém os visse.  Era um caminho escuro e bastante perigoso, por ter muitos ferros e eles não saberem o que esperavam por eles dali para frente. Tudo era um caminho sem volta, cada passo poderia ser o último se não tivessem todo o cuidado do mundo. Três crianças que viram seus pais morrerem, fugindo de um monte de maluco sem nenhum sentido, apenas com um enorme desejo de m***r. Apenas pelo prazer da expurgação.  Como prometido por Ryan Turpin, eles chegaram no galpão abandonado, subindo para a parte mais alta, para que caso fosse invadido, não pudessem vê-los ali de forma alguma. O mais velho conhecia aquele lugar por causa de um amigo, que comentou sobre ter um lugar na cidade onde ninguém poderia descobrir que você estaria ali.  Com todo cuidado, ele ajudou seus irmãos a subirem, aproveitaram os barulhos de tiros ou coisas sendo quebradas na rua para que pudessem abrir os pacotes que fizessem mais barulhos, assim não atrairiam atenção ali.  - Nós vamos sair dessa, iremos vingar a morte dos nossos pais e não precisaremos ser nenhum deles. Estou aqui com vocês, ok? Seremos nós três agora. - Disse Ryan segurando a mão de seus dois irmãos. - Vamos acabar com isso, não vamos deixar outras famílias sofrerem o que estamos sofrendo, combinado?  Seus irmãos concordaram com a cabeça, aquele era o dia da mudança de vida que eles teriam. Naquele chão forrado de papelão velho, dividindo o mesmo cobertor e tentando dormir entre barulhos de tiros e gritos de socorro. Era o início da vida dos irmãos Turpin.  Há 8 anos tinha se passado, Ryan era um investigador da polícia de Nova York, seu irmão David estava se formando em psiquiatria, por ser um pequeno grande gênio e ter conseguido entrar na faculdade antes dos demais aluno. Era o mais novo da classe, inteligente, misterioso, com um objetivo na vida que era entender o que se passava na mente de psicopatas e como identificá-los. Louise, a irmã mais nova com 16 anos trabalha em contrapartida com a polícia, ajudando-os a prender pequenos criminosos de grandes facções, era conhecida como a “caça-recomepensas”.  Ryan não gostava nem um pouco da ideia, já que sua irmã era uma “infiltrada” da polícia com apenas 16 anos, queria que ela estudasse e tivesse um futuro tão brilhante como o de seu irmão David.  - Por favor, eu quero você longe de Candem amanhã, ok? - Ryan estava conversando com sua irmã por ligação - Eu sei Ryan, não se preocupe porque estou indo para a casa de David hoje. Estou esperando receber meu dinheiro pelo último bandido que ajudei a polícia a prender. - Louise respondeu do outro lado da chamada - Quando estiver na casa do Dav, me liga por favor. Estou com saudade de vocês. - o mais velho confidenciou - Você é um irmão babão, sabia? Pode deixar maninho, eu ligo para você sim. Agora eu preciso ir, até breve. - Louise desligou a ligação Ryan estava preocupado, pois no dia seguinte a qual ele citou, era nada mais do que dia 15 de outubro, mais um bendito dia de expurgação na cidade onde ele nasceu e cresceu até os 12, quando seus pais foram mortos naquela maldita ponte. Ele não gostava nem de pensar em voltar lá próximo a esses dias, pois sabia que seria r**m tanto com a lembrança de seus pais, quanto em saber que mais vidas inocentes seriam perdidas ali.  Ele pensou que tudo tinha acabado naquele dia que ele foi embora de Candem, a oito anos atrás, mas o caos em sua vida e na vida de seus irmãos estavam apenas começando, porque quando você menos espera, um psicopata mora ao seu lado.  Este livro vai tratar sobre pessoas frias, insensíveis,  manipuladoras, perversas, transgressoras de regras sociais, impiedosas, imorais, sem consciência e desprovidas de sentimento de compaixão, culpa ou remorso.  A história do livro “O prazer da expurgação” vai trazer uma visão sobre “predadores sociais”, mais conhecidos como “psicopatas”.  Eles estão por ai, com aparência humana, misturados com a gente, incógnitos e infiltrados nos nossos ambientes sociais.  Trabalham, estudam, constroem carreiras, se casam, têm famílias, como se fosse qualquer pessoa comum em sociedade. Em casos extremos, cometem crimes a sangue frio, com crueldade, sem medo e sequer arrependimento do que fez. Porém, o que precisa ser deixado claro, é que em sua grande maioria eles não são assassinos, como são ditos em livros e filmes, eles vivem entre nós, como meras pessoas comuns.  Por esse motivo, eles permanecem escondidos por muito tempo, ou até mesmo a vida toda, sem serem descobertos ou sequer diagnosticados em psicopatia.  Aproximadamente 4% da população mundial apresenta algum tipo de transtorno de personalidade que afeta independentemente homens ou mulheres, ricos ou pobres, sem distribuição de etnia ou crença.  A maioria dos psicopatas jamais chegam a violência física ou até crimes de homicídio, mas continuam sendo pessoas ameaçadoras, com risco a sua vida.   A psicopatia é uma maneira de ser e de viver, e alerta para a ação cotidiana e quase invisível dessas mentes perigosas, que estão programadas para mentir, dissimular, trair, abusar, roubar ou m***r. Mas o personagem principal do livro não se encaixa na grande maioria de não cometer crimes, é uma pessoa que não liga para a dor humana e tem prazer em m***r, sem se importar com o que vai acontecer depois. Essa é a história de Eloá Nardoni, uma jovem psicopata, que não tem dó de cometer crimes brutais, fazendo tudo em nome da diversão.  Eloá Nardoni era uma jovem que morava com uma amiga da faculdade, estava no oitavo período de medicina, com foco em se formar e ser médica legista. Tinham 23 anos, parecia uma mulher comum, estatura mediana, cabelos escuros e escorridos, pele clara, olhos castanhos e um sorriso convincente.  Eloá sabia que tinha um “dom” de conseguir manipular qualquer pessoa que ela quisesse, usava inicialmente para conseguir convencer homens casados a ir para a cama com ela, pagar bebidas caras e até mesmo informar a senha dos cartões, para que ela pudesse “comprar mais bebidas para “apimentar” a noite de ambos”. Nardoni era uma batedora de carteira sofisticada, onde nunca era punida pelos seus crimes, já que os homens tinham certo receio de denunciar e contar que estava traindo a sua esposa com uma universitária, então isso a mantinha impune.  Sabendo que nunca seria denunciada, sempre escolhia os homens casados, pois poderia chantageá-los sempre que quisesse, já que ela tinha um “segredinho” deles, que poderia arruinar suas vidas.  Mesmo conseguindo dinheiro de pessoas consideravelmente “ricas” e bobas, Eloá quase nunca ajudava nas despesas do apartamento em que morava com Anna, sua colega de apê. Era uma colega nova, já que ela tinha ferrado a antiga, fazendo até que a garota perdesse sua bolsa, por não estar contribuindo financeiramente com a faculdade, mesmo ela colocando o dinheiro todo mês na mão de Eloá, pedindo para que ela entregasse na secretária, já que a jovem passava a maior parte do dia estudando e trabalhando, quando chegava, não tinha como ir resolver isso. Confiando em que Nardoni repassava esse dinheiro, a antiga colega estava tranquilamente vivendo seus dias, até que recebeu uma notificação da faculdade, por não estar pagando a outra parte da bolsa, a qual cabia a ela fazer o pagamento mensal.  Eloá gastava todo o dinheiro com coisas inúteis ou apenas guardava em sua conta, como se o valor pertencesse a ela, não repassando para a faculdade, mentindo para sua colega de que o pagamento tinha sido feito corretamente, fazendo com que ela confiasse fielmente em Nardoni.  Uma pessoa inocente tinha acreditado nas mentiras de Eloá, caindo em sua manipulação e estragando todo o seu futuro, por causa de uma pessoa que sequer se arrependeu ou devolveu o dinheiro para que a menina regulamentasse a situação. Ela apenas disse que não sabia sobre nenhum valor, da forma mais convincente possível, fazendo todos acreditarem que ela era uma pessoa inocente que estava sendo acusada de algo que não fez, fazendo todos acreditarem que a aluna em questão estava apenas tentando arrumar uma justificativa para não estar pagando.  Isso estava dentro de todos os graus da psicopatia, o único tópico que ela não tinha chegado até o momento, era crimes de homicídio, mas estava prestes a mudar por causa do dia 15 de outubro, na cidade vizinha, Candem.  Até o momento, Anna não tinha sido prejudicada pelas manipulações e mentiras de Eloá, mas já teve alguns problemas com ela em questão de brigas por despesas, já que a morena queria passar todo o dia em casa, comendo de tudo, mas não queria ajudar em nada com as despesas ou até alimentação, então elas combinaram de cada um comprar a sua comida, foi aqui que começou a dar “certo”. Anna não deixava dinheiro na mão de Eloá, por causa do que aconteceu da última vez com a outra colega, não queria correr o risco de ser despejada depois de anos morando ali.  - Você vai sair? - Anna perguntou ao ver Nardoni arrumando uma mochila - Sim, vou fazer uma pequena viagem, mas se tudo der certo, volto dia 16. - Eloá respondeu ainda guardando as coisas em sua bolsa - Tenta ficar longe de Candem, sabe o que acontece lá todo dia 15 de outubro né? - Anna estava preocupada com a viagem repentina de sua colega - Não se preocupe, eu sei me cuidar. - a risada de Eloá saiu um pouco mais perversa do que ela queria que saísse Ela sabia sobre os perigos de Candem, mas estava focada em ir para lá, iniciar a sua trilha de crimes, para saber como era a sensação de tirar uma vida.  - Candem, estou a caminho e não vou parar por aí. Que Deus abençoe a América, filhos da p**a.

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