📓 NARRADO POR RAFAEL “TOURO” Manu me puxou pelo braço até o quarto dela como quem puxa alguém pra um sequestro consensual. A porta m*l fechou e ela já virou de frente pra mim com aquele sorriso torto que destrói qualquer sanidade minha. — Entra. — ela disse. Eu entrei. E antes que eu entendesse o que tava acontecendo… PÁ. Aos dois segundos, eu fui empurrado pra cama. Caí sentado, com as mãos apoiadas atrás, tentando lembrar como se respira. — Manu… o que tu tá— — Shhh. — ela cortou, levantando um dedo. — Tu falou demais hoje. Agora é minha vez. A mulher andou até mim devagar, com o vestido curto balançando no quadril, cada passo dela tirando um ano da minha expectativa de vida, mas aumentando minha vontade de viver. Ela parou entre minhas pernas, passou a ponta dos dedos pelo m

