📓 NARRADO POR RAFAEL “TOURO” Eu caminhei com ela apertada no meu colo como se o mundo pudesse tentar roubar ela de mim a qualquer momento. E eu não ia deixar. Os dedos dela estavam cruzados na minha nuca, o rosto escondido no meu pescoço, respirando quente, rápido, daquele jeito que diz eu sei o que eu quero e não tenho medo. A p***a do corpo dela pesava o tanto de luxúria que estava prestes a explodir. Cada passo que eu dava era um aviso silencioso pro universo: — Hoje ela é minha. — Hoje eu cuido. — Hoje eu volto homem novo ou não volto. Chegamos perto da moto. A lua batia na pele dela como se estivesse iluminando só pra mim, e eu quase perdi o equilíbrio não do peso, mas do impacto daquela visão na minha sanidade. Eu sentei ela na moto, as mãos ainda segurando a cintura dela

