capitulo 147 Continuação

1287 Palavras

Ela me puxou para um beijo, e a diferença agora era a urgência. Não era mais a provocação do beco, mas a entrega total no quarto escuro. O beijo era profundo, sem freios. Minha mão não perdeu tempo. Eu a segurei pelos ombros, separando nossos corpos o suficiente para respirar. Meus olhos se fixaram no corpo dela. — Eu vou te despir. — Eu declarei, a voz grossa, não como um pedido, mas como um ato de posse consentida. Eu desci as mãos pelas alças finas do biquíni. Comecei a tirar a parte de cima, desamarrando o laço atrás das costas dela. O tecido escorregou e caiu no chão. O ar do quarto parecia congelar. Os s***s dela, perfeitos, ficaram expostos. A respiração dela falhou com o frio e com o toque. Eu não olhei apenas; eu contemplei. Eu a puxei para um beijo. Um beijo que era adoraçã

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