capitulo 112 continuação

1831 Palavras

— Ainda consegue andar depois da surra de ontem, doutora? O olhar dela incendiou. — Consigo. Mas devagar. — ela murmurou, puxando minha boca pro pescoço dela. — E a culpa é sua, desgraçado. Eu mordi o pescoço dela. Nada delicado. Nada lento. Ela arqueou o quadril, gemendo baixo. — Tu vem assim… com esse batom… — murmurei contra a pele dela. — Só pra f***r minha cabeça antes de trabalhar. — Eu vim pra isso mesmo — ela sorriu, puxando meu cabelo. — E pra te lembrar de quem você é. Eu apertei a coxa dela com força. — Eu sei quem eu sou. — Quem? — ela provocou, colando a boca no meu ouvido. — Teu dono. Ela soltou o ar num gemido curto o tipo que faz qualquer santo explodir. E eu ia continuar. Ia jogar ela de bruços na mesa. Ia perder a sanidade completa ali mesmo. Só que— — E

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