📓 MIGUEL SANTANA A primeira coisa que eu senti quando acordei não foi a luz, não foi o barulho… Foi DOR. Dor no ombro. Dor no maxilar. Dor nas costas. Dor no p*u — a boa. Dor na alma — culpa da Lívia. Abri os olhos devagar, respirando fundo, e o peso quente no meu peito já denunciou a desgraça: Lívia, só de calcinha, deitada em cima de mim igual um gato de luxo. A cabeça dela no meu peito. A perna por cima da minha. A mão agarrada no meu lado como se fosse dona da p***a do território. E eu ali, preso, dolorido, marcado… e duro de novo. Eu tentei mexer o ombro. Puxei ar. — p**a que pariu… — murmurei, baixo, com a cara fechada de dor. — Essa mulher vai me matar. Devagar, com a paciência que eu não tenho, eu passei a mão pelas costas dela e fui tirando o peso do corpo dela d

