Karine Acordei devagar, abrindo meus olhos lentamente. O peso quente da mão do Victor sobre minha barriga me fez respirar fundo. Virei o rosto e vi Victor, adormecido, o braço me envolvendo com força como se tivesse medo de me soltar. A presença dele me trazia uma sensação que eu não sabia nomear, misto de paz e confusão. Deitei a cabeça de novo no travesseiro, e então senti meu filho se mexendo. Meu coração disparou – era estranho, mas tão bom. Instintivamente levei a mão até a barriga, e logo os movimentos ficaram mais intensos, quase como se ele também tivesse sentido a presença do pai. Pitbull: Parece que alguém acordou agitado. – a voz rouca dele me fez estremecer. Ele estava desperto, a mão dele se movendo suavemente sobre mim. Quando ele parou, como se quisesse testar, nosso filh

