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Meu Limite - Livro 1

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Sinopse

Antes de começarmos, você precisa entender três coisas básicas e essenciais:

Amar é fácil, perdoar é necessário, esquecer é impossível.

Dinheiro, poder, mulheres, fama e todos os upgrades os quais rodeavam o sobrenome Austin. Rafael tinha tudo e ao mesmo tempo, nada. Sua vida sempre fora pacata e agradável. Até ela aparecer, entregando-lhe o mundo e retirando o chão. Mas o jogo seria fácil, se não houvesse uma espada para travar o duelo. E fácil, nunca foi uma palavra presente no vasto vocabulário de Layla Gianini.

Se preparem para o escuro, como a noite, escuro como o nome dela.

Jogadores a postos, naipes na mesa, corações despedaçados. E que comecem os jogos!

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Duologia completa

TODOS OS DIREITOS AUTORAIS RESERVADOS, PLÁGIO É CRIME.

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Menção honrosa: histórias fabulosas 05/06

Jus ao nome: concurso palavreando 27/06

2° lugar: Enredo dourado

#ConcursoADL2018 #concursowatt2019

#concursostoryteller2018

❤?

Créditos da capa a linda escritora Giovanna @LibelulaG

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Prólogo
Quem pode enxergar esmeraldas no escuro e decifra-las como verdadeiras ou falsas? Nem em todas sete vidas as quais poderia ter estaria preparada pra ele, nossas fotos rasgadas no chão, cacos de vidros perfurando alguma parte do meu corpo, anestesiada demais pra sentir qual ao certo, desconheço o que cai dos meus olhos, dor ou ódio, na verdade não faço ideia de como deixar ir. Encontrei-me e te perdi. Escolhas... Às vezes o amor cura, outras ele mata. Assim vou começar com a consciência pesada e um coração quebrado, contando a vocês uma história, que cedo se findou. Os fins nunca são bons, vem sempre acompanhado pela dor, é preciso aguentar apanhar. Dona Luiza sonhou minha vida, uma vida que ela nunca teve, sempre almejou, faria o impossível pra que tivesse, não por maldade, por ser arrogante e gananciosa, são esses adjetivos pequenos para descrevê-la, era certo, ao menos pra ela. O grande "X" da questão, é que, viver uma vida sonhada pra você, mas não por você, faz surgirem dúvidas sobre sua personalidade, nunca se encontrar, andar perdida, atirar no escuro. Transtorno dissociativo de personalidade, não está ligado à esquizofrenia, psicopatia ou algo do tipo, quem sofre desse transtorno acredita em suas próprias mentiras como se fosse realidade, criam convicções e por conta desses fatos tem reações diferentes diante da mesma situação. O meu transtorno era ser a pessoa quem quero ser, e outra pessoa quem ela quer que eu seja. Mamãe tinha um plano perfeito, conseguiria um casamento milionário através da filha, iniciou a preparação dele logo após dar a luz, pra que se realizasse com total sucesso. Ganharia uma vida boa através disso, achava mais que justo, já que dedicou tantos anos da sua vida por mim. Cuidou a cada segundo, desde alimentação a creme para cabelo, detalhadamente escolheu toda escola em que estudaria, a cidade que moraria, o par de sapatos, e claro, meu alvo. Criada para isso, casar com um cara rico e poderoso, ser popular em todas as áreas e fases da minha vida, de brinde ser feliz... Mas felicidades Layla e Rafael nunca caberiam na mesma frase. Pena que eu não sabia disso aos quinze. Para o senhor e senhora Austin, era um patrimônio, muitas vezes me exibiam pelas melhores notas, e façanhas na escola, cursos de línguas estrangeiras, tecnologia, estética, entre outros. Um dos meus hobbies era a busca constante por conhecimento, fazer muitas coisas ao mesmo tempo, acumular sabedoria, como não podiam fazer o mesmo com Rafael, já que seus hobbies eram carros importados, garotas bonitas, ostentação e popularidade. Em pouco tempo me tornei a nora perfeita, mantinha o filho deles na linha, visto que todas as suas tentativas, vinham sendo falhas. Nas festas de família que estávamos juntos, o garoto não fazia vexame, não bebia, não batia o carro importado da vez, não fodi@ qualquer mulher que via pela frente, não acabava com negócios milionários deles. Austin parecia um "bom garoto" quando estava comigo, o que variava bastante, já que se decidir entre a namorada ou vida de solteiro era impossível. Tinha uma vida resumida a tomar decisões fáceis, acreditava ser o caminho do sucesso, mas o que eu podia esperar de um menino mimado? Pessoas festeiras o rodeavam. Entre as alternâncias que ele fazia, me alternava também, nunca foi fácil, ver outras garotas ocupando meu espaço ao seu lado, mas eu vi, preferia ver porque soube desde o início, sabia que haveria um alto preço a ser pago por não impor minhas vontades. A primeira vez que encarei, tudo que pude notar foi um jogador, rico e bonito. Não faria diferença, jamais me apaixonaria por alguém que tem como qualidade de maior valor o dinheiro, isso é coisa dela, apenas sigo as regras. Entretanto quando ele abriu seu melhor sorriso algo me despedaçou, não era um sorriso comum. Podia ser comparado ao meu. Ele nunca conheceu o gosto da felicidade. E eu tentaria presentear com tal coisa. Mesmo que isso custasse caro demais. Porque estava disposta a dar o que nunca tive. Rafael Austin se tornou minha ruína, e teve certeza que como qualquer outra garota da escola, ou do mundo, também seria dele. A única coisa que não previa, é que no jogo onde se achava jogador eu tinha professora. Lembro-me do nosso primeiro encontro... – Mãe ele chegou, tenho que ir. – Tentei fugir, mas ela puxou com intensidade os fios negros do meu cabelo, terminando o penteado lentamente. – O deixe esperar Layla, esperar é necessário, que ele sempre espere por você. – Suspirei irritada, nunca adiantou muito ir contra uma decisão dela, não seria agora que teria efeito, mais uma ansiedade sem tamanho dominava, era meu primeiro encontro. – Prontinha garota, não deixe tocar em você... – Enquanto ela ditava as regras reparei no brilho sádico do olhar, gostava de como o jogo funcionava, se entusiasmava como se a vida dependesse daquilo. Dona Luiza era severa em suas punições, profissional, trabalho limpo, sem deixar marcas. – Por enquanto, as partes íntimas serão proibidas, é tudo que ele quer no momento, que você seja um troféu, se for, vai exibir, pra todos. Sempre ouvi m*l dos garotos e como eles eram terríveis, nunca tive uma figura paterna, nem ao menos conheço o rosto do meu pai, sei menos ainda se ele sabe do meu. – Conte a ele sobre o dia em que você caiu do pé de maçã, mostre sua cicatriz. Faça-o rir, se sentir importante, bajule-o... – Escuto tudo com calma, retenho o que é bom. E lá estava uma garota preparada pra sair com um garoto, cabelos negros trançados lateralmente, pink nos lábios contrastando a palidez do rosto, vestido rodado cor preta desenhado na barra os naipes de espadas, e sete copas, mamãe diz que essas cartas são as únicas precisas pra ganhar um jogo, nunca confie no mais fraco, jamais aposte no mais forte, essas cartas ficam entre elas no baralho, estava vestida a caráter. Ela sabia disso, sinto calafrios, por ser a própria carta na manga, sou a grande rainha de copas. Ando apressadamente até a porta de madeira, luxo nos cerca, não faço ideia de como mamãe nos mantém. Muitos homens frequentaram nossa casa, alguns deles empresários, tínhamos dinheiro, mas não o suficiente para uma vida na alta sociedade que dona Luíza almejava, nunca teve um trabalho, nem ao menos se esforçou pra isso e mesmo assim era mais fácil pra gente do que para muitas pessoas lutadoras dando seu sangue por um emprego decente. Eu reconhecia o esforço, me esforçava, esperaria o grande dia, o dia de ser reconhecida pelo meu trabalho, ser uma advogada, a melhor que esse país já viu, entretanto isso significava ser quem sou, jamais quem deveria ser aos seus olhos. Talvez nunca acontecesse, travar guerras frequente de personalidade só gerava incerteza, com tantos "talvez", faltando o "por que", ou "pra que", aguardar o por vir, era a solução momentânea. Agonia, agonia, agonia, talvez vê-lo levasse a fobia pra longe daqui, estava certa, Rafael muito rápido passou a ser calmaria, com sua camiseta gola polo ralph, um meio sorriso no rosto, dentes brancos alinhados, minhas mãos automaticamente sobem pra acariciar seu rosto, d***a não me observe da cabeça aos pés, suas bochechas estão sempre coradas elas são detestavelmente assim, como se usasse blush natural, qualquer pessoa normal aguentaria o sorriso dele se não fosse acompanhado com aquelas covinhas, queria realmente não ser detalhista demasiada, desconsiderar os olhos cor de esmeralda, mais todas essas características juntas em um só ser humano, deveriam ser proibido pela NASA. Duas semanas foi o tempo que precisei para um pedido oficial de namoro. Rafael Austin estava apaixonado, ao menos na minha cabeça. Todavia mamãe não contava que talvez eu pudesse ter cometido um erro... recadinho da autora: Olá queridas leitoras. É um prazer receber vocês aqui. Seus comentários são muito importante pra mim! Não esqueçam de seguir o livro, e sigam meu perfil que em breve tera novos livros Boa leitura.

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