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Petrov Executor

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Sinopse

⚜️Sendo considerado o mais perigoso de todos os homens, até mesmo mais que Ivan Czar!Porém esse homem foi capaz de se tornar uma seda ao se esbarrar com uma garota que era totalmente o oposto de si.⚜️Mel, como a característica de seus olhos marcantes, misturados a um verde magnífico naborda da íris, porém essa era apenas suas características físicas...⚜️ Mellyssa acredita com fervor que se manter pura, lhe manteria longe do pecado infame, ela sonhava em ser devota, em ser pura ao ponto de quase se entregar a castidade! Porém não esperava se apaixonar pelo próprio pecado em si!⚜️Petrov lhe mostrará que na vida há muito mais prazer que Mel inocente poderia sequer imaginar!

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DEDICATÓRIA & CAPÍTULO 1: MACK PETROV
MACK PETROV – SÉRIE LEI & VINGANÇA – LIVRO 04 Copyright © 2021 Sarah Camargo ISBN: Esta obra segue as regras da Nova Ortografia da Língua Portuguesa. É uma obra de ficção, com o intuito de entreter as pessoas. Qualquer semelhança com terceiros é mera coincidência. Todos os direitos reservados. Fica proibida a reprodução deste material sem a autorização prévia da autora, exceto pelo uso de citações em uma breve resenha sobre a obra. *** DEDICATÓRIA Dedico esta obra a uma grande Escritora e admiradora minha, suas obras são incríveis e faço até uma menção deles aqui, tenho o prazer de indicar a vocês os livros Gael a redenção do monstro, Dominic sabotagem do amor e o lançamento do Ivan Sarnov de A.E Gabriel. Esses livros são meus preferidos e ainda estou na espera da chegada de Ivan em físico, Parabéns autora pelo incrível trabalho que nos proporcionou com tanto carinho e dedicação. Mack Petrov não seria possível sem um grande Profissional como você é, desejo a você sorte, felicidades e tudo de bom. *** Sinopse " O pecado de todo homem é querer realizar seus desejos mais insanos" " Homens quebrados tendem a corromper corações puros." — SC Princess.A CAPÍTULO 1 "Palavras tem poder de destruir, como também podem renovar. Escolha suas palavras, engole as consequências e sofra calado. " MACK PETROV *** Dante Moretti Greco. O homem mais c***l com quem tive o desprazer de encontrar. Seis anos atrás, ocorreu o evento que marcou, a ferro quente, minha vingança na pele. Agora, ele está em minha frente. Da maneira que tanto o desejei ver, sendo humilhado como merece. Seus gritos alimentavam meu ódio, por causa dele, minha mente é perturbada pelos demônios do passado. Noites sem dormir, por malditos seis anos, vivi um grande tormento. Por uma pequena falha minha, vi acontecer o que mais temi em toda a minha vida diante de meus olhos, me tornando um miserável. Casson estava montado sobre o inimigo, cavalgando como se não houvesse amanhã. Enquanto o Pescot e o Roman assistiam a desgraça, assim como a mim. Como Napoleão dizia: Olho por olho, dente por dente e anus por anus. — Já chega. — Mantenho a prepotência e firmeza em minha voz, meus homens acatam a ordem e saem largando o miserável. — Lembra daquela noite? — Agachei ao lado do corpo de Dante. — Ainda escuto os gritos dela me chamando. Consegue ouvir? — segurei algumas mechas de seus cabelos puxando-os para cima. Quero olhar nos olhos desse verme. — Ela gemeu o meu nome quando a tomava... — meu punho acertou em cheio a lateral de seu rosto, um estalo é ouvido. Larguei seu corpo no chão frio da cela, sentei de volta na cadeira de ferro enferrujado. Contente com o resultado, puxei um cigarro do bolso e o acendi. Dante estava com um dos lados do rosto inchado, os lábios abertos e sangrando. Respirando tão devagar que poderia acreditar estar em seus últimos momentos de vida. Mas, como diz o ditado? Vaso r**m não se quebra. Quinze minutos depois da nossa; conjugarmos com o verbo brincadeira, dois agentes penitenciários apareceram na cela. — Aprontou de novo, Mack? — Seria loucura desejar muito arrancar o sorriso desse cara na porrada? Não, não seria. Meus homens ficaram em alerta, cada um em seu canto, distribuídos pela cela, como cães raivosos e bem treinados. Um dos agentes era novato e abria a cela de forma nervosa, quase derrubando o molho de chaves. — É seu novo brinquedinho Muller? — Muller Marshall, queria muito o destroçar, aposto que ele já está de olho gordo em cima do b***a de ouro. Muller rangeu os dentes, entrou junto do novato e os dois retiraram Dante, arrastado pelos braços como uma boneca de Olinda. As calças do maldito arriaram mostrando a b***a branca e peluda. Me obriguei a ter que manter a compostura de machão para não vomitar ao ver os furúnculos enrugados rebolando na minha cara. — Ficará por um bom tempo aqui Mack. Irei garantir isso. — Essas foram as palavras finais do pomposo macio. — Cuidado com espetos, Muller Marshall. — ameacei o branquelo de nariz torto. A porta de ferro fechou-se em um baque alto, Muller trancou-a e me enfrentou mantendo seu olhar firme contra mim. — Não sou eu o condenado aqui. — E com estas palavras finais, vi os dois se encarregaram de sumir com a minha conquista nas costas. — No, será Marshall assado em brasas. Terei o prazer de ser o seu açougueiro. — Uma promessa nunca e em hipótese alguma deve ser quebrada. O maldito estava atolado de merda até o pescoço, se envolvendo com tráfico de cocaína dentro do próprio presidio de Roma. — Boss? Devemos avisar Czar? — Pescot, meu braço direito se pronunciou. A testa mais enrugada quanto a b***a de Dante. — Dá. — Respondi a contragosto, Casson encostou as costas nas grades cruzando os braços. Roman retira do chão um dos tijolos que estava solto, pegando um aparelho de tecnologia militar me entregando. Segurei o aparelho nas mãos, disquei o número e no segundo toque o Russo arrogante atende. — Espero que seja de extrema importância. — Ivan responde em Russo, segurei o aparelho com mais força. Casson se preparava junto com Pescot e Roman, teríamos que sair desse muquifo o quanto antes. — Dante comprou metade de todo o departamento. Está em fuga nesse exato momento, Marshall está facilitando a saída. — Chert tebya poderi! — Ouço-o xingar do outro lado da linha. — Preciso que me ajude. — Ivan diz preocupado. Uma voz de mulher ecoa no fundo, juntamente de outra que reconheci. — Ok. — Desliguei a chamada vendo os barbudos já prontos para a fuga, não seria fácil, mas também não seria a primeira vez que fugimos de uma prisão de segurança nacional. — Poydem! — dou as ordens e Casson abre a fechadura com um canivete suíço. Todos armados até os dentes, seguindo silenciosamente pelo corredor de celas vazias. — Fruta do conde, você vai brigar com um muchacho feito de sabonetes? — Pescoth exclama rindo, seguido de Roman. — É mais fácil de se manusear. Vi isso em um filme. — Diz indo na frente pendurando os restos de sabonetes com pelos de saco no pescoço. — Sabe que esfreguei minhas bolas neste sabonete, não é? — Casson, debochado como sempre, arranca risos de Pescot. — Feche a matraca e concentre-se! — Com os nervos aflorados, puxei um cano de plástico ao lado da porta que dava para a outra ala para detentos. Retirei de lá a lâmina de doze centímetros que peguei da cozinha duas semanas atrás. — Tem que curtir o momento Russo. — Casson cospe as palavras esbanjando ironia. — YA naslazhdayus'.² Poydem 1! : Vamos! YA na lazhdayus'.² : Estou curtindo.

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