Pré-visualização gratuita DEDICATÓRIA & CAPÍTULO 1: MACK PETROV
MACK PETROV – SÉRIE LEI & VINGANÇA – LIVRO 04
Copyright © 2021 Sarah Camargo
ISBN:
Esta obra segue as regras da Nova Ortografia da Língua Portuguesa. É uma obra de ficção, com o intuito de entreter as pessoas. Qualquer semelhança com terceiros é mera coincidência. Todos os direitos reservados. Fica proibida a reprodução deste material sem a autorização prévia da autora, exceto pelo uso de citações em uma breve resenha sobre a obra.
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DEDICATÓRIA
Dedico esta obra a uma grande Escritora e admiradora minha, suas obras são incríveis e faço até uma menção deles aqui, tenho o prazer de indicar a vocês os livros Gael a redenção do monstro, Dominic sabotagem do amor e o lançamento do Ivan Sarnov de A.E Gabriel.
Esses livros são meus preferidos e ainda estou na espera da chegada de Ivan em físico, Parabéns autora pelo incrível trabalho que nos proporcionou com tanto carinho e dedicação.
Mack Petrov não seria possível sem um grande Profissional como você é, desejo a você sorte, felicidades e tudo de bom.
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Sinopse
" O pecado de todo homem é querer realizar seus desejos mais insanos"
" Homens quebrados tendem a corromper corações puros."
— SC Princess.A
CAPÍTULO 1
"Palavras tem poder de destruir, como também podem renovar. Escolha suas palavras, engole as consequências e sofra calado. "
MACK PETROV
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Dante Moretti Greco. O homem mais c***l com quem tive o desprazer de encontrar.
Seis anos atrás, ocorreu o evento que marcou, a ferro quente, minha vingança na pele.
Agora, ele está em minha frente. Da maneira que tanto o desejei ver, sendo humilhado como merece.
Seus gritos alimentavam meu ódio, por causa dele, minha mente é perturbada pelos demônios do passado.
Noites sem dormir, por malditos seis anos, vivi um grande tormento. Por uma pequena falha minha, vi acontecer o que mais temi em toda a minha vida diante de meus olhos, me tornando um miserável.
Casson estava montado sobre o inimigo, cavalgando como se não houvesse amanhã. Enquanto o Pescot e o Roman assistiam a desgraça, assim como a mim.
Como Napoleão dizia: Olho por olho, dente por dente e anus por anus.
— Já chega. — Mantenho a prepotência e firmeza em minha voz, meus homens acatam a ordem e saem largando o miserável.
— Lembra daquela noite? — Agachei ao lado do corpo de Dante.
— Ainda escuto os gritos dela me chamando. Consegue ouvir? — segurei algumas mechas de seus cabelos puxando-os para cima.
Quero olhar nos olhos desse verme.
— Ela gemeu o meu nome quando a tomava... — meu punho acertou em cheio a lateral de seu rosto, um estalo é ouvido.
Larguei seu corpo no chão frio da cela, sentei de volta na cadeira de ferro enferrujado.
Contente com o resultado, puxei um cigarro do bolso e o acendi. Dante estava com um dos lados do rosto inchado, os lábios abertos e sangrando.
Respirando tão devagar que poderia acreditar estar em seus últimos momentos de vida.
Mas, como diz o ditado? Vaso r**m não se quebra. Quinze minutos depois da nossa; conjugarmos com o verbo brincadeira, dois agentes penitenciários apareceram na cela.
— Aprontou de novo, Mack? — Seria loucura desejar muito arrancar o sorriso desse cara na porrada?
Não, não seria.
Meus homens ficaram em alerta, cada um em seu canto, distribuídos pela cela, como cães raivosos e bem treinados. Um dos agentes era novato e abria a cela de forma nervosa, quase derrubando o molho de chaves.
— É seu novo brinquedinho Muller? — Muller Marshall, queria muito o destroçar, aposto que ele já está de olho gordo em cima do b***a de ouro.
Muller rangeu os dentes, entrou junto do novato e os dois retiraram Dante, arrastado pelos braços como uma boneca de Olinda.
As calças do maldito arriaram mostrando a b***a branca e peluda. Me obriguei a ter que manter a compostura de machão para não vomitar ao ver os furúnculos enrugados rebolando na minha cara.
— Ficará por um bom tempo aqui Mack. Irei garantir isso. — Essas foram as palavras finais do pomposo macio.
— Cuidado com espetos, Muller Marshall. — ameacei o branquelo de nariz torto. A porta de ferro fechou-se em um baque alto, Muller trancou-a e me enfrentou mantendo seu olhar firme contra mim.
— Não sou eu o condenado aqui. — E com estas palavras finais, vi os dois se encarregaram de sumir com a minha conquista nas costas.
— No, será Marshall assado em brasas. Terei o prazer de ser o seu açougueiro. — Uma promessa nunca e em hipótese alguma deve ser quebrada. O maldito estava atolado de merda até o pescoço, se envolvendo com tráfico de cocaína dentro do próprio presidio de Roma.
— Boss? Devemos avisar Czar? — Pescot, meu braço direito se pronunciou. A testa mais enrugada quanto a b***a de Dante.
— Dá. — Respondi a contragosto, Casson encostou as costas nas grades cruzando os braços. Roman retira do chão um dos tijolos que estava solto, pegando um aparelho de tecnologia militar me entregando. Segurei o aparelho nas mãos, disquei o número e no segundo toque o Russo arrogante atende.
— Espero que seja de extrema importância. — Ivan responde em Russo, segurei o aparelho com mais força. Casson se preparava junto com Pescot e Roman, teríamos que sair desse muquifo o quanto antes.
— Dante comprou metade de todo o departamento. Está em fuga nesse exato momento, Marshall está facilitando a saída.
— Chert tebya poderi! — Ouço-o xingar do outro lado da linha.
— Preciso que me ajude. — Ivan diz preocupado.
Uma voz de mulher ecoa no fundo, juntamente de outra que reconheci.
— Ok. — Desliguei a chamada vendo os barbudos já prontos para a fuga, não seria fácil, mas também não seria a primeira vez que fugimos de uma prisão de segurança nacional.
— Poydem! — dou as ordens e Casson abre a fechadura com um canivete suíço. Todos armados até os dentes, seguindo silenciosamente pelo corredor de celas vazias.
— Fruta do conde, você vai brigar com um muchacho feito de sabonetes? — Pescoth exclama rindo, seguido de Roman.
— É mais fácil de se manusear. Vi isso em um filme. — Diz indo na frente pendurando os restos de sabonetes com pelos de saco no pescoço.
— Sabe que esfreguei minhas bolas neste sabonete, não é? — Casson, debochado como sempre, arranca risos de Pescot.
— Feche a matraca e concentre-se! — Com os nervos aflorados, puxei um cano de plástico ao lado da porta que dava para a outra ala para detentos. Retirei de lá a lâmina de doze centímetros que peguei da cozinha duas semanas atrás.
— Tem que curtir o momento Russo. — Casson cospe as palavras esbanjando ironia.
— YA naslazhdayus'.²
Poydem 1! : Vamos!
YA na lazhdayus'.² : Estou curtindo.