Pré-visualização gratuita Capítulo 01. Ménage com Dois Negões
Kátia
Sempre tive uma queda avassaladora por homem pretø, daqueles bem altos e imponentes, mas confesso que na minha cabeça isso era só mais uma daquelas fantasias distantes. Eu nunca, nem nos meus pensamentos mais ousados, imaginei que fosse realizar o dësejo de ficar com dois homens ao mesmo tempo. Até o dia em que o destino colocou Danillo e Tião na minha vida, quebrando todas as minhas estruturas e me apresentando a um nível de präzer que eu nem sabia que existia.
Sou uma mulher baixinha e delicada, daquelas que as pessoas costumam olhar e achar que são frágeis ou recatadas demais. Mas, por trás dessa minha aparência miúda e desse meu jeito doce, sempre existiu um vulcão escondido, só esperando o gatilho certo para entrar em erupção. Conheci os dois numa festa de aniversário na casa de uma amiga em comum. Eles chegaram juntos e chamaram a atenção de todo mundo na sala: eram amigos inseparáveis, dois nëgões enormes, fortes, com uma presença que dominava o ambiente e aquele sorriso safädo de quem sabe exatamente o poder que tem. O Danillo era um pouco mais velho, uns trinta e cinco anos, barba fechada bem aparada e um olhar maduro que me deixava com as pernas bambas. Tião era mais novo, uns vinte e oito anos, dono de um corpo extremamente malhado, largo e definido. Os dois me olharam a noite inteira, me secando sem o menor pudor enquanto eu tentava disfarçar. Quando a festa finalmente acabou e o pessoal começou a ir embora, eles não perderam tempo e chegaram junto.
— E aí, Kátia? O papo está bom, bora continuar essa noite? — Danillo perguntou, direto, com aquela voz grave que reverberou na minha espinha.
— A minha casa é aqui perto, podemos ir para lá se vocês quiserem — respondi, com o coração parecendo que ia sair pela boca.
No caminho de carro, o nervosismo começou a bater resolvi ser bem sincera com eles, avisando que nunca tinha feito um ménage na vida e que estava morrendo de vergonha. Os dois se olharam pelo retrovisor e soltaram uma risada mansa, daquelas que passam total segurança.
— Relaxa, a gente vai cuidar muito bem de você — Tião disse, com a voz grossa, acariciando a minha coxa com aquela mão enorme.
Assim que chegamos no meu quarto, a atmosfera mudou por completo, ficando carregada de pura luxúria. Eles me sentaram na beirada da cama e ficaram de pé na minha frente, tirando as camisas bem devagar. Meu Deus do céu, que visão espetacular. Aqueles peitorais gigantescos e desenhados, os braços grossos cheios de veias saltadas e aquele bronzeado perfeito reluzindo sob a luz fraca do abajur. Contrastando com o tamanho deles, eu parecia ainda mais baixinha e delicada, o que só fez o tësão deles aumentar. Eu já estava completamente encharcada, tomada por uma ansiedade deliciosa.
Eles me deitaram no centro do colchão e deram início a uma adoração feroz ao meu corpo miúdo. Danillo começou por cima, abocanhando um dos meus peitøs com uma fome voraz, fazendo uma sucção forte e distribuindo moedinhas de leve que me faziam arquear as costas, enquanto a mão dele massageava o outro sëio. Ao mesmo tempo, a boca quente e cheia de saliva de Tião ia descendo pela minha pele; ele chupou o meu pescoço, beijou e chupou, e em seguida desceu até minha barriga, contornando o meu umbigo com a ponta da língua. Sem dar qualquer trégua, se acomodou entre as minhas coxas escancaradas e mergulhou o rosto na minha bucetä. A boca dele estava super quente, cheia de saliva, e a língua dele subia e descia por tudo, concentrando uma pressão absurda bem em cima do meu clïtóris.
Enquanto Tião afundava a cara no meio das minhas pernas, Danillo controlava a parte de cima com uma pegada firme, me segurando com aqueles braços enormes que me faziam parecer ainda mais miúda na cama. Abocanhou o meu sëio com uma vontade absurda, intercalando uma sucção forte que me puxava a alma com umas mordiscadas de leve que faziam meu corpo inteiro arrepiar e minhas costas saírem do colchão.
Era um ritmo frenético, certeiro, que me fazia rebolar sem nenhum controle. Sentir a boca do Danillo sugando o meu pëito com aquela fome e, lá embaixo, a língua do Tião me massacrando daquele jeito me levou ao delírio total. Não aguentei; meu corpo inteiro travou, começou a tremer e gotejei uma enxurrada de mel direto na boca do Tião, soltando um gëmido alto e rasgado enquanto gøzava forte.
— Putä que pariu, Kátia... Você é muito gostosa, olha como essa bücetinha pisca cheia de mel — Tião exclamou, limpando os lábios e me olhando com os olhos escuros de dësejo.
Eu ainda estava completamente trêmula, tentando recuperar o ar depois daquele ørgasmo violento, mas os dois já estavam com os olhos escuros de puro tësão e não iam me dar trégua.
Danillo se moveu com aquela imponência dele e sentou bem na beirada da cama. Olhei para baixo e vi aquele cacetë de 22 centímetros, absurdamente grosso, pulsando e apontado para cima. Ele meteu a mão na minha cintura fina e me puxou com tudo para o colo dele.
Fiquei de frente, escarranchada no colo dele, segurando firme naqueles ombros largos cheios de veias saltadas. Fui descendo o quadril bem devagar, sentindo a cabeça do päu dele abrir caminho. Soltei um grito abafado com aquele preenchimento absurdo; parecia que ele estava encostando lá no fundo da minha alma.
Eu m*l tive tempo de assimilar o tamanho do Danillo dentro de mim quando Tião veio por trás. Ele espalmou as duas mãos enormes nas minhas costas, me empurrando um pouco para frente para dar apoio, e mirou o päu dele de 22 centímetros, mais fino e comprido, bem na portinha do meu cūzinho. Sem rodeios, ele deu uma empurrada firme e contínua, fazendo o päu entrar no meu cûzinho de uma vez só.
Ficar ali travada, completamente entupida por aqueles dois päus gigantescos ao mesmo tempo, foi a sensação mais løuca e deliciosa da minha vida. Com Danillo segurando a minha bundä pela frente e o Tião controlando o ritmo por trás, eles começaram a meter juntos, um movimento coordenado e implacável que me fez esquecer até o próprio nome.
Estava totalmente preenchida por aqueles dois monstros de carne, sentindo o atrito bruto dos dois trabalhando em um ritmo perfeito, esmagador e violento que me deixou completamente sem sentidos.
— Ahhh! Tá gostoso demais! — gritava, com os olhos revirando de tanto präzer.
— Safäda! Olha como essa bücetinha apertada engole os meus 22 centímetros todinhos! — Danillo gemia alto, segurando os meus quadris com força para ditar o compasso das estocadas.
— Putä que pariu, esse cūzinho engole o meu cacetë todinho... Você é uma baixinha muito deliciosa, Kátia!! — Tião rugia por trás, desferindo bombadas rápidas.
O ritmo foi se tornando frenético e selvagem, o suor misturando as nossas peles sob o calor do quarto abafado, os estalos das investidas preenchendo o ar. Eu gëmia sem parar, a boca escancarada de puro präzer, completamente dominada e preenchida pelos dois nëgões. A pressão interna era maravilhosa e insuportável.
— Vou gozär, Kátia! Vou encher essa bucetä de leite! — Danillo berrou, cravando os dedos na minha cintura.
— Caralhö... vou descarregar tudo dentro desse cūzinho gostoso! — o Tião rugiu por trás, no limite da resistência.
Num rugido uníssono de puro êxtase, os três gøzaram juntos. Danillo inundou a minha bucetä com seu sêmen, Tião jorrou tudo o que tinha dentro do meu cūzinho entrei em convulsão com um ørgasmo väginal e anäl simultâneo que me deixou completamente esgotada e trêmula no colchão.
[FIM DO CONTO]