CAPÍTULO 3- AS AVENTURAS DE JUH NA ZONA RURAL

1650 Palavras
Um ano depois, estava tudo tranquilo naquela cidadezinha do Espírito Santo. Juh, já demonstrava suas asas de aventureira desde muito cedo. Com o coração cheio de sonhos e uma vontade incontrolável de explorar o mundo, ela sabia que seu destino ia além dos limites daquela pequena comunidade. Um dia, enquanto observava a paisagem do alto de uma colina, Juh viu algo brilhante no horizonte. Intrigada, ela decidiu investigar e perguntou ao seu amigo Pedro: Juh: Pedro, você viu aquilo lá naquela direção? Parece uma luz brilhante, será que é algum tesouro escondido? Pedro: Ah, Juh, você e suas ideias malucas. Deve ser só o sol refletindo em alguma coisa. Juh: Não, Pedro, tenho certeza de que é algo especial. Vamos descobrir juntos! Assim, os dois amigos partiram em direção à luz misteriosa. No caminho, encontraram um velho sábio chamado Miguel, que lhes disse: Miguel: Vejo que estão em busca de algo. Tomem cuidado, o mundo lá fora é cheio de perigos e mistérios. Juh: Não se preocupe, Miguel, estamos prontos para enfrentar qualquer desafio que surgir em nosso caminho. Pedro: Juh, acho que devíamos escutar o sábio. Ele parece saber do que está falando. Juh, no entanto, estava determinada a seguir em frente. Quando finalmente chegaram ao local da luz brilhante, descobriram que se tratava de um portal mágico para um mundo desconhecido. Juh: Incrível! Pedro, olha só isso. Acho que encontramos algo realmente especial. Pedro: Juh, acho que devíamos voltar para casa. Não sabemos o que nos espera do outro lado desse portal. Juh: Não seja medroso, Pedro. Estou curiosa para descobrir o que há lá dentro. Vamos! E assim, sem hesitar, Juh atravessou o portal seguida de Pedro. Do outro lado, encontraram um reino encantado, cheio de criaturas mágicas e paisagens deslumbrantes. Criatura mágica: Bem-vindos, viajantes. Vocês são os escolhidos para enfrentar o desafio que se aproxima. Juh: O que quer dizer com o desafio que se aproxima? Estamos prontos para o que der e vier. Pedro: Juh, acho que deveríamos ouvir o aviso da criatura. Não sabemos nada sobre esse lugar. Entretanto, Juh estava determinada a provar sua coragem e aceitou o desafio proposto pela criatura mágica. Os dois amigos foram enviados a uma missão perigosa para recuperar um artefato sagrado que havia sido roubado por um feiticeiro malvado. No decorrer da aventura, Juh e Pedro enfrentaram inúmeras armadilhas e desafios, colocando à prova sua coragem e determinação. Ao final, com muito esforço e trabalho em equipe, conseguiram derrotar o feiticeiro e devolver o artefato ao seu devido lugar. Criatura mágica: Parabéns, bravos viajantes. Vocês provaram ser dignos do título de heróis. Agora, o reino está seguro mais uma vez. Juh: Obrigada por nos dar essa oportunidade. Aprendemos muito ao longo dessa jornada e estamos gratos por tudo. Pedro: Juh, acho que nunca teríamos conseguido sem a sua coragem e determinação. Você é realmente uma aventureira nata. Com o desafio superado e o artefato devolvido, Juh e Pedro foram guiados de volta ao portal mágico, despedindo-se do reino encantado com gratidão no coração. Ao retornarem à sua cidadezinha no interior do Espírito Santo, sabiam que suas vidas nunca mais seriam as mesmas. Juh: Pedro, essa aventura mudou nossa perspectiva sobre o mundo e sobre nós mesmos. Tenho certeza de que muitas outras aventuras nos aguardam no futuro. Pedro: Você tem razão, Juh. Nunca mais seremos os mesmos depois dessa jornada incrível. E tudo isso começou por causa da sua coragem e vontade de explorar o desconhecido. Assim, Juh e Pedro se tornaram lendas em sua pequena comunidade, inspirando outros a seguirem seus próprios sonhos e a se aventurarem além dos limites conhecidos. E assim, a garotinha aventureira do interior do Espírito Santo se tornou uma verdadeira heroína, cujo nome seria lembrado por gerações futuras. Quando Juh se torna a grande heroína , ela acorda do seu lindo sonho e volta pra sua realidade naquela Zona rural. Quando Juh acorda do seu sonho ela balança a Joyce sua irmã e conta o sonho que teve chateada por ter acordado. Joyce cai na gargalhada com o relato da irmã e diz : Joyce : É Juh, não foi dessa vez, por enquanto você conseguiu ser uma heroína só no sonho , porque na realidade você é muito medrosa kkkkk Juh raivosa com o sarro da irmã retruca : Você também é muito medrosa, não pode ver um besouro que sai correndo . E assim as duas findaram a noite e foi até o amanhecer brigando. No dia seguinte , Juh e Joyce acompanharam seus pais na lavoura de café. Dona Ana e seu José iam todos os dias para ganhar o sustento da família, levando elas para ajudar nas tarefas. Naquele dia, o sol estava forte e o calor era intenso. Chegando na plantação, seus pais abriram aquela grande lona sob os pés dos cafés e ficaram ali retirando os grãos maduros dos pés. Juh e a Joyce ajudavam como podiam, mas estavam mais interessadas em brincar do que em trabalhar. Enquanto procuravam por cafés bons para colher, Juh e a Joyce se afastaram um pouco dos pais. Foi nesse momento que Juh avistou algo estranho se movendo entre os pés de café. Ela se aproximou para ver melhor e, para sua surpresa, deu de cara com uma cobra enorme, verde e soltando veneno pela boca. Juh ficou paralisada de medo, m*l conseguindo gritar para chamar sua irmã. Socorro! Uma cobra! Uma cobra enorme! Juh gritava desesperada, enquanto sua irmã se aproximava, também assustada com a visão da serpente. O que está acontecendo? perguntou Joyce tentando entender o motivo do desespero de Juh. Olha ali! Uma cobra enorme, vamos chamar os pais! Juh apontou para a direção da cobra, que se mexia lentamente entre os cafezais. As duas meninas correram em direção aos pais, que estavam concentrados na colheita. Ao verem as meninas chegando em desespero, eles se levantaram rapidamente para ver o que estava acontecendo. O que foi, meninas? O que está acontecendo? perguntou a mãe, preocupada com a expressão de terror das filhas. Joyce: Uma cobra! Uma cobra enorme e venenosa! Ela está ali, perto de nós! Juh m*l conseguia falar, tamanha era a sua aflição. Seus pais se aproximaram com cuidado, tentando identificar a cobra entre os cafezais. Quando avistaram a serpente, perceberam o perigo que estavam correndo. Rapidamente, o pai pegou um pedaço de madeira para afastar a cobra, enquanto a mãe pegou as meninas pela mão, levando-as para longe do perigo. Com muito cuidado, o pai conseguiu afastar a cobra e colocá-la em um local seguro, longe da plantação. As meninas tremiam de medo, mas estavam aliviadas por estarem a salvo. Depois desse susto, Juh e Joyce ficaram mais atentas aos perigos da plantação. A aventura na lavoura de café havia se transformado em um momento de tensão, mas também de aprendizado sobre como lidar com situações de perigo. Ao final do dia, quando voltavam para casa, Juh olhou para trás e viu a cobra se afastando, voltando para o seu habitat natural. Ela suspirou aliviada, agradecendo por estar segura ao lado de sua família. Aquela experiência na lavoura de café ficaria marcada na memória de Juh para sempre, ensinando-lhe a importância de estar atenta aos perigos da natureza e a valorizar cada momento ao lado daqueles que ama. A aventura havia deixado marcas profundas em seu coração, tornando-a mais forte e corajosa para enfrentar os desafios que a vida lhe reservava. E suas aventuras não param por aí, já que Juh era uma menina cheia de energia e sempre em busca de aventuras. Ela passava a maior parte do tempo explorando a natureza ao redor. Mas o que ela mais gostava mesmo era de subir nas árvores para pegar frutas suculentas. Um dia, Juh decidiu que era hora de colher algumas frutas. Ela pegou uma cesta vazia e se dirigiu até o pé de ameixa que havia no quintal. Com agilidade e destreza, ela começou a subir, pegando as frutas mais maduras. Enquanto colhia as ameixas, Juh avistou um pé de abacate no fundo do quintal. Ela sabia que o abacate era escorregadio, mas isso não a impediu de subir. Segurando-se firmemente nos galhos, ela alcançou os abacates mais altos e os adicionou à sua cesta. Juh: Uau, que árvore linda! Acho que vou subir nela para pegar algumas frutas suculentas. Marcela: Cuidado, Juh! Aquela árvore de abacate é muito escorregadia. Tome cuidado para não se machucar. Juh: Não se preocupe, eu sou ágil e destemida. Vou conseguir subir sem problemas. Enquanto Juh subia na árvore de abacate, ela sentiu os galhos escorregadios sob seus pés. Ela lutou para se manter equilibrada, mas logo se viu pendurada de cabeça para baixo, com os abacates ao seu redor. Juh: Ai, ai! Parece que me meti em uma enrascada. Alguém pode me ajudar a sair daqui? Pedro: Vamos correr para ajudar Juh. Ela é tão corajosa, tenho certeza de que vai conseguir sair dessa situação complicada ( rindo ). Com a ajuda de Marcela e Pedro, Juh finalmente foi libertada da árvore de abacate e foi trazida em segurança de volta ao chão. Juh: Uau, que aventura emocionante! Obrigada a todos por me resgatarem. Mesmo sendo perigoso, eu me diverti muito. Marcela: Você é uma garota incrível, Juh. Sua coragem e determinação são dignas de admiração. Tenho certeza de que você ainda viverá muitas aventuras emocionantes em sua vida. E assim, Juh e seus vizinhos se reuniram em torno de uma fogueira, compartilhando histórias e risadas. Para Juh, a vida era uma grande aventura, cheia de surpresas e emoções, e ela estava pronta para enfrentar qualquer desafio que viesse em seu caminho. Quando a noite chegou , Juh ainda estava na casa da Marcela quando ela ouviu a voz de sua mãe lhe chamando: Ana: Juh, você não tem casa mas não? Juh: Já vou mãe Ela saiu correndo para não apanhar de dona Ana
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