Capítulo 5

1309 Palavras
Kai sentou na cadeira, e Melinda se encostou, sentando de lado no colo dele. Começaram a se beijar. Ele falou carinhosamente, olhando nos olhos dela enquanto acariciava o cabelo e as costas de Melinda: — Você é maluca, né?! Com você não tem tempo r**m! Melinda falou com vergonha: — Na verdade tem, só que você ainda não precisa ver esse meu lado. Ele perguntou curioso o que ela escondia de tão vergonhoso. Melinda disse que nada demais e voltaram a se beijar. Ela ficou pensativa, imaginando o que ele pensaria dela se soubesse que era depressiva, tomava remédios, e sobre as crises, a bipolaridade então, sem cogitação contar aquilo tudo. Acabou se distraindo com suas paranoias enquanto ele beijava seu pescoço e chupava seus s***s. Kai percebeu que ela estava distante e parou com tudo: — Opa, que foi? Melinda disse que não era nada e o beijou sutilmente. Ele foi a abraçando cada vez mais forte. Ela colocou a cabeça no ombro dele. Ficaram em silêncio, apenas ouvindo e sentindo a respiração um do outro, sem roupas. Melinda foi beijando o pescoço dele e falou baixinho no ouvido: — Quero seu p au dentro de mim! Agora. Ele ficou fazendo contato visual e fez o que ela pediu. Voltou a abraçá-la e disse que ela não precisava fazer nada se não quisesse mais. Melinda estava até então sem se mexer, mas começou a rebolar lentamente, sentindo-o cada vez mais dentro dela, e falou olhando em seus olhos: — Com você eu sempre quero! A gente se conectava intimamente, de uma maneira que Melinda nunca havia sentido antes. Não era só sexo ou t***o, era mais que isso. Ela sentia e não tinha mais controle ou pudor algum. Quando ele a tocava, por menor que fosse esse contato, ela era inteiramente dele desde o primeiro beijo, e ele sabia disso, porque podia sentir. Depois de muito tempo beijando e se namorando, ele falou que tinha um compromisso e que eles precisavam acabar logo. Melinda disse que era para ele acabar e que ela não conseguiria. A verdade é que ela tinha tomado o remédio certinho, os controlados, e isso a deixava diferente. Ele pediu para ela levantar, por favor, educado como sempre. Levou-a pela mão até a mesa, colocou-a deitada de bruços e falou que ia fazê-la gozar. Melinda disse que tudo bem. Ele já sabia quais eram seus pontos fracos. Chegaram ao clímax juntos. Ele a encheu de beijos e disse que não podia desmarcar o compromisso, e que ia dar mais atenção assim que fosse possível. Melinda disse que tudo bem. Ela foi ao banheiro se trocar e ouviu ele falando no celular. Ela não conseguiu entender o que era, mas achou ele nervoso e irritado. Ele disse que não ia poder levá-la e deu dinheiro para ela pegar um carro de aplicativo. Quando foram se despedir, ele a beijou na calçada e falou que ia ligar. Depois, à noite, ele mandou mensagem, perguntando se ela estava de boa. Melinda só viu no dia seguinte cedo e respondeu, dizendo que estava tudo bem. Dias depois, ele a chamou para ir no Studio. Foi uma semana em que Melinda não estava bem. Seu pai estava brigando com ela, humilhando-a por causa das notas, jogando sempre na cara tudo o que lhe dava. Ela falou para Kai que estava de TPM e que tinha provas. Ele disse que não tinha nada a ver, que ela podia ir assim mesmo, e a chamou para sair à noite. Ela acabou aceitando o convite. Seu pai tinha ido a outra cidade visitar uma igreja naquela noite. Melinda esperou ele sair e se trocou às pressas. Colocou um vestido preto curto, fez uma maquiagem básica, e calçou tênis. Ele a pegou na esquina. Assim que ela entrou no carro, ele lhe deu um selinho e falou animado: — E aí, morena, tudo bom? Foi difícil te encontrar, hein, achei que não ia mais querer sair comigo! Melinda falou sem jeito: — Tudo indo e aí? Ele respondeu rindo: — Melhor agora. Melinda sorriu sem jeito. Ele estava dirigindo, segurou a mão dela carinhosamente e disse que sentiu a falta dela. Melinda, fazendo carinho na mão dele, falou: — Desculpa, eu estava com a cabeça cheia por causa da faculdade e umas coisas em casa. Também achei que você não ia querer mais! Ele disse que só queria aproveitar a noite deles e perguntou se ela estava a fim de uma coisa diferente. Melinda, curiosa e pensando em besteira, falou: — Acho que sim, me fala, o que é? Ele fez suspense, cheio de graça. Foram na cafeteria do doce. Assim que desceram do carro, ele se aproximou e a beijou muito. Melinda, abraçada, falou que queria bolo. Ele respondeu: — É, eu tô ligado que você quer. Bora lá, a noite só tá começando! Vai dormir comigo, né? Melinda disse que não podia dormir fora. Foram caminhando de mãos dadas. Enquanto estavam na fila, ele falou sério: — Eu fiz alguma coisa pra você? É que aquele dia no Studio, você ficou diferente e eu não sei. Passou pela minha cabeça que talvez, eu não te tratei bem. Mel, pode falar, se eu te fiz alguma coisa pra você ficar assim e não querer mais dormir comigo, ficar me evitando. Super constrangida, Melinda falou que não tinha nada a ver. Sem acreditar, ele respondeu irônico: — Ahhh beleza, então. Vai querer do que? Fizeram o pedido e ficaram quietos. Quando pegaram, Melinda ofereceu o bolo dela, mas ele não quis. Ela falou apreensiva: — Meu pai anda pegando no meu pé. Não é nada com você! Ele falou irônico "aham". Super chateada, Melinda respirou fundo, tentando não chorar, e começou a falar nervosa: — Eu tenho fases, tá bom?! Não quero que você veja algumas delas, e esses dias eu não estava bem, foi isso o que aconteceu. Ele se aproximou, pareceu surpreso, e falou que ela não precisava ficar se explicando. Ofereceu água e foi comprar. Voltou falando das barracas, mudando o assunto. Melinda falou que não queria mais o doce e que, na verdade, preferia sair de lá. Foram para o carro. Ele falou meio sem jeito: — E aí, onde quer ir? Tá a fim de ir pra algum rolê? Balada? Melinda falou que só queria ficar com ele. Começou a mexer no som. Ele encostou o carro no meio do nada e pegou um maço de cigarros no porta-luvas: — E aí? Vamos fumar um? Quantas leis tá a fim de infringir hoje? Melinda disse que algumas. Saiu do carro e sentou no capô ao lado dele. Falou sem entender: — Por que não desligou os faróis? Não tem nada aqui, é melhor não chamar atenção. Estavam fumando. Ele respondeu: — Tá com medo? Eu que não vou ficar no escuro aqui, tá maluca?! Melinda falou que não tanto quanto ele. Ficou olhando ele contar histórias sobre as aventuras de quando ia acampar no meio do nada. Ele a pegou encarando, admirando, e perguntou o que ela estava pensando. Melinda falou: — Ahhh em você. Ele disse sério: — Em mim?! Ata! Deve tá de saco cheio de me ouvir, né?! Melinda deitou no capô e o puxou para cima dela: — A gente pode conversar depois, quero você. Ele foi se enfiando no meio das pernas dela. Começaram a se beijar intensamente. Só com isso, Melinda já ficava molhada sem nenhum esforço. Ele levantou o cropped dela e foi chupando seus s***s. Melinda falou apreensiva: — Eiii, não é melhor a gente sair daqui? Ele falou rindo: — E por que você acha que eu deixei o farol ligado? Pra te ver melhor, enquanto a faço minha! Melinda respondeu rindo, levantando a saia enquanto ele beijava suas coxas: — Eu fico louca com você. Senti sua falta!
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