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1739 Palavras

Olhei para o bar familiar a minha frente. Era decorado em cores quentes e parecia absolutamente acolhedor. Tocava uma música desconhecida ao fundo e eu me sentia bem a vontade. Eu e Igor estávamos sentados em uma mesa de frente para a rua, observando o movimento. Um de frente para o outro. Rimos a noite toda, Igor muito mais animado que eu e sempre me fazendo rir. Tanto que eu nem tinha acabado de tomar meu segundo copo de vinho de tanto que eu ria e Igor já havia consumido umas 10 vezes mais. Ele estava animado e parecia centrado, até. Ele era forte para bebida, sem dúvidas. – Sinto falta daqueles tempos, sabe? – ele comentou, bebendo um gole da sua bebida meio que rindo. – Da falta de memória? De você ‘Izaurar’ arrumando seu apartamento esfregando a suposta mancha do azulejo? De queima

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